



só pegando uma carona nesse texto: infelizmente, a twittess não é errada.
ela só tá se aproveitando da fórmula da mídia. as coisas são assim desde que o mundo é mundo. repórter não tá interessado em relevância, discurso e tals. ele simplesmente lê o ranking e vê o que é a melhor pauta. feio, mas é real. ela é a pauta da vez até a próxima garota liderar o ranking com o script.
concordo que isso acaba com o ranking como indicador de relevância. mas isso importa somente pra quem vive imerso na internet. e como publicidade é número, vai mostrar pro cliente que um arroba com 200 seguidores é mais relevante que ela… os mestres de social media que se virem nos seus planejamentos agora. ou usem a twittess assim como usam a rede globo e garantam retorno certo, sem susto.
acho que, na verdade, ela tá institucionalizando o uso do script. depois dessa exposição toda, muita gente vai buscar o atalho mais fácil pra ser o primeiro no ranking.
eu acho que o migre.me é o melhor indicador, no momento, de quem realmente influencia em alguma coisa. é uma saída pra quem quer fugir de arrobas como a twittess.




YouTube – A Culpa É do Samba (Disney) de “Tempo de Melodia” 1948.
Veja este desenho sensacional de Disney de 1948, “A Culpa é do Samba” (Blame it on the Samba) e veja a história por trás da aproximação de Walt Disney com a América Latina.
(este post foi pra testar as funcionalidades do wordpress. aproveitei e postei um vídeo do qual gosto muito.)




Porque eu preciso jogar isso! E ganhar muito dinheiro pra comprar o jogo completo, com bateria do Ringo e tudo! =D




Adoro filmes. Lembro com orgulho da minha primeira ida ao cinema pra assistir o Batman de Tim Burton, em 1989. Também foi a primeira fita VHS que aluguei quando meu pai comprou um videocassete. De lá pra cá tivemos a internet e os filmes “baixados”. Sou um fã do recurso e tenho gigas e gigas de downloads em casa, mas também costumo ver filmes via streaming ou que tenham uma versão para download livre de copyrights.
Resolvi escrever sobre alguns filmes que estão online de modo oficial, disponibilizados pelos próprios criadores. Lógico, tem muita coisa no YouTube. Mas esses aqui foram feitos para serem disponibilizados na web de forma legal. Já fazem parte de uma nova cultura, que não busca o circuito de cinemas nem as premiéres. Eles pipocam na tela do seu computador e se espalham com o boca-a-boca. Baixe e assista sem culpa.
RIP: a Remix Manifesto é um filme de Brett Gaylor, fundador do Open Source Cinema, Gaylor criou o filme com diversas colaborações pela internet e o deixou disponível para download gratuito (apenas para quem está nos EUA, no esquema de pague-o-que-quiser pelo download) e remixagem – pelo menos foi o que eu entendi. O filme relata os problemas do copyright na era da informação, quando todas as barreiras entre produtores e espectadores foram quebradas. Tem depoimentos de Lawrence Lessig, Cory Doctorow e outros bambas do assunto. O mais divertido é saber que o filme pode ficar datado na hora que você assiste, pois alguém em qualquer lugar pode estar remixando o filme e inventando uma nova versão. Você pode assistir o filme online neste link.
Us Now entra mais no terreno das redes colaborativas. O filme de Ivo Gormley mostra exemplos bem legais de organizações controladas por redes de colaboração ao redor do mundo. Desde um time de futebol até um banco! E também vê possíveis influências políticas no meio disso tudo (atenção pra entrevista com Don Tapscott, do Wikinomics.) Veja o filme online no site oficial. Dá pra baixar o torrent por lá também.
Home saiu recentemente. Esse eu ainda não vi. Édo francês Yann Arthus-Bertrand. Foi filmado em 120 locais diferentes de 54 países com fotos em tomadas aéreas. Pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária. Deve ser no estilio de “Uma Verdade Incoveniente”, mas estão falando muito bem do filme. Veja o filme online inteiro no YouTube (eu fiquei besta que existem vídeos com mais de 10 minutos lá…).
Tem mais alguns. Falarei deles em outro post.




Ontem, ao cobrir um evento corporativo fechado, ouvi uma informação interessante sobre o real motivo do cancelamento das assinaturas de jornais. Segundo o prof. Luis Lobão, da Fundação Dom Cabral, que conversou com pelo menos dois grandes grupos de mídia, não é a internet nem a falta de tempo o grande motivo.
Bom, na verdade é e não é.
A real é: os assinantes estão morrendo. Sério. A base de assinantes dos jornais ainda está na casa dos 30 anos pra cima. E não há renovação etária, pois a nova geração não está assinando jornais. Esse povo com menos de 30 anos já nasceu do lado da tecnologia.
O que está causando a primeira grande mudança de paradigma: você não lê mais o jornal para se atualizar no momento, e sim para saber o que perdeu durante a semana.
Ou seja, o jornal caminha para ser leitura de nicho. Pelo menos se ninguém correr atrás e reinventar o negócio. No Brasil já foram dois jornais a falir. Mais recentemente, a Gazeta Mercantil nos deixou. Fica o alerta: as mudanças de comportamento do leitor estão ocorrendo bem mais rápido do que os avanços da mídia.
Dá o que pensar, né?




Poucos eventos são tão bem conceituados e seguidos no mundo quanto o TED (Technology, Entertainment and Design). O que começou como um evento focado em tecnologia hoje abrange idéias que valham para um mundo melhor de alguma forma. Desde cientistas e pensadores até players do entretenimento e políticos – quem tiver uma idéia interessante pra contar terá seus 20 minutos no palco e será transmitido via internet para o mundo inteiro. Eu adoro as palestras do TED, e acompanho sempre que posso pelo site. Algumas das mais legais que vi recentemente: J.J. Abrams, um dos criadores do seriado Lost, falando sobre o encanto do mistério. E Barry Schwartz, autor do livro The Paradox of Choice, falando sobre a nossa “perda de sabedoria”.
Um dos poucos defeitos do evento era ser localizado somente nos EUA, e isso além de limitar as possibilidades de platéia, restringia também os participantes, cuja maioria tinha que falar em língua inglesa. Bom, era. Agora isso não é mais uma barreira. Chris Anderson (não é o da Wired), organizador do evento, criou uma bandeira chamada TEDx. E “descentralizou” o evento, da forma mais inteligente possível. Agora qualquer país do mundo pode organizar seu próprio TED. O x na sigla seria pra diferenciá-lo de um TED normal, pois seria organizado independentemente sobre a bandeira TED, mas em qualquer lugar do mundo, dando foco a personalidades locais.
Aqui no Brasil a organização já está de vento e popa, com data e local: 10 de outubro, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. Segundo Helder Araújo, uma dos envolvidas na organização, em breve o evento terá um site para inscrições (que eu não sei como funcionarão, já que ouvi dizer que as palestras do TED são somente para palestrantes). E os palestrantes não estão definidos ainda. Mas você pode participar da discussão no grupo do TEDx São Paulo no Facebook. Toda opinião será bem-vinda.
Na minha humilde opinião, eu chamaria as seguintes pessoas (já tinha té escolhido no grupo, mas mudei de idéia esses dias):
Falando em ajuda: outra notícia importante é a tradução das palestras do TED para várias línguas, inclusive o português. O trabalho que antes se restringia a alguns vídeos esporádicos no YouTube agora é oficial, colaborativo e envolve diversas pessoas. Nas traduções para o português uma das pessoas que se envolveu foi a sempre engajada Lu Freitas (Kudos for you, ladie!).
E recentemente mais uma bandeira nova foi criada, o TED Fellows, para estimular a participação da comunidade inovadora global no TED e expor suas idéias.
É bom ver uma idéia crescendo. E se espalhando de forma inteligente.


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