A comunidade dos Sem-Twitter

Nesses últimos dias assistimos uma queda gradativa da estabilidade do Twitter, serviço de microblogs americano. Boa parte da comunidade brasileira que usa a ferramenta já começou a migração para o Jaiku,  concorrente do Twitter e mais uma aquisição do Google. A outra prefere ficar e ver o que acontece, bem no ritmo dos músicos do Titanic.

Lá fora a visão disso é como os donos do Twitter estão conduzindo essas quedas constantes. Robert Scoble, vídeo-repórter da FastCompany.TV, conseguiu falar com Evan Williams e Biz Stone, que durante esse tempo soltaram declarações culpando a escalabilidade da ferramenta pela baixa performance. Ou seja, os usuários vindo e aumentando a comunidade é prejudicial para a saúde do Twitter.

Na verdade não era bem isso, o que Scoble conseguiu esclarecer com os caras e serviu pra acalmar os ânimos do mercado e da comunidade de twitteiros.

Eu acho o minimalismo do Twitter o máximo. Reconheço que usar um serviço inconstante não é mole. Mas no Brasil o Twitter pegou forte entre a comunidade de desenvolvedores e o ‘povo da web’, mesmo com noves fora a ego trippin. Fica ruim quando uma comunidade se forma ao redor de algo e, de repente, ela não tem mais onde se reunir. Quer dizer, até tem, mas não com a simplicidade tão ‘roots’ que o passarinho azul nos dá.

Se fosse mesmo para trocar, eu trocaria pelo Tumblr. Inclusive já configurei o meu para virar um mini-lifestream, com alguns dos meus shareds por aí.

Mas eu prefiro esperar. Veremos os próximos rounds. O status da ferramenta pode ser acompanhado neste blog, ou neste link toscamente simples: www.istwitterdown.com.

E torçamos pela saúde do Twitter.