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	<title>Entendendo o Mundo &#187; coworking</title>
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	<description>Blog de Anderson Costa</description>
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		<title>Está no ar o Movebla!</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 01:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se eu já blogo quase nunca aqui, agoraque vai demorar para vocês me lerem mesmo. Na verdade, vão me ler bastante, mas em outro espaço. Eu e minha amiga Debora Batello lançamos o Movebla. O site/blog vai falar sobre trabalho móvel no Brasil. Quem é o cara que trabalha num canto e noutro com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-333" title="Olhaí o danado." src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2010/08/moveblablog.png" alt="" width="500" height="593" /></p>
<p>Se eu já blogo quase nunca aqui, agoraque vai demorar para vocês me lerem mesmo. Na verdade, vão me ler bastante, mas em outro espaço. Eu e minha amiga Debora Batello lançamos o <a href="http://www.movebla.com" target="_blank">Movebla</a>. O site/blog vai falar sobre trabalho móvel no Brasil. Quem é o cara que trabalha num canto e noutro com o escritório nas costas? Ele usa home office ou espaços de coworking? O que ele carrega na mochila? São várias perguntas que vamos responder por lá. E no meio do caminho achar mais perguntas. Daremos também dicas de aplicativos, utilidades e gadgets.</p>
<p>Nestas primeiras semanas já fizemos bastante. <a href="http://www.movebla.com/movebla-visita-the-hub-sao-paulo/" target="_blank">Visitamos o Hub São Paulo</a>, falamos sobre <a href="http://www.movebla.com/um-papo-sobre-home-office-e-legislacao/" target="_blank">home office e legislação</a>, comemoramos os <a href="http://www.movebla.com/coworkingday-5-anos-de-coworking/" target="_blank">5 anos do coworking</a>, investigamos<a href="http://www.movebla.com/e-possivel-trabalhar-com-um-ipad/" target="_blank"> se dá pra trabalhar com um iPad</a>&#8230; enfim, assunto não vai faltar. Segundo a Sobratt (Sociedade Brasileria do Teletrabalho) já são mais de 1 milhão de pessoas trabalhando remotamente, fora os que estão em informalidade ou com seus próprios negócios.</p>
<p>Espero que prestigiem o site e ajudem com dicas, críticas, comentários. Vamos ver até onde isso vai.</p>
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		<title>[coworking] dica 4: em casa tamb&#233;m se trabalha</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2010/02/01/coworking-dica-4-em-casa-tambm-se-trabalha/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 02:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Espaços de coworking, apesar de poucos, já existem. Mas nem sempre todo mundo pode arcar com as despesas mensais de um espaço. Ainda mais quem está começando. Por isso muita gente monta seu home office. Aqui entre nós, do jeito que está caótico sair com qualquer meio de transporte em São Paulo, essa é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espaços de coworking, apesar de poucos, já existem. Mas nem sempre todo mundo pode arcar com as despesas mensais de um espaço. Ainda mais quem está começando. Por isso muita gente monta seu home office. Aqui entre nós, do jeito que está caótico sair com qualquer meio de transporte em São Paulo, essa é a melhor idéia possível. Não digo nada se daqui a uns 2 anos acontecer uma “migração” de trabalhadores para home offices. Reduz os custos de ambas as partes: empregadores e empregado.</p>
<p>Eu trabalho como autônomo e apesar de usar alguns espaços de coworking preferi estabelecer minha casa como quartel-general. Mas quando comecei a imaginar como seria, veio um problema: Vou me casar no fim do ano e ainda moro com meus pais. E enquanto procuramos uma casa, teria que me virar por aqui mesmo, mas sem fazer grandes reformas ou buracos nas paredes. Seria o menos intrusivo possível. E assim comecei a imaginar o meu “puxadinho”, como carinhosamente o chamo aqui. Vejam aí como ele está hoje, que depois da foto eu detalho.</p>
<p><a title="A mesa de trabalho | My home office by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276966870/"><img alt="A mesa de trabalho | My home office" src="http://farm5.static.flickr.com/4014/4276966870_2049aa7858.jpg" width="500" height="375" /></a></p>
<p>A primeira escolha óbvia foi NÃO trabalhar no quarto para evitar a sensação de que estou descansando ou de férias. E o quarto aqui em casa é um lugar muito quente, especialmente no verão. Então escolhi um lugar na sala, embaixo da escada (onde corre um vento bem agradável e não atrapalha a passagem), em frente a uma prateleira velha de madeira. Não chega a ser incômodo. Meus pais assistem TV, conversam, mas quando eu preciso focar no meu trabalho uso fones de ouvido. No quarto só ficou o roteador wireless, que agora trabalha como nunca.</p>
<p>Em seguida fui numa loja de móveis de escritório usados e comprei a mesa por R$ 150. Como ela é pequena, provavelmente vai com a gente na mudança. Ela ficou num tamanho bacana perto da prateleira, que serve como uma continuação de escrivaninha para mim, onde coloco livros, revistas e uns brinquedos. </p>
<p>Mas tinha ainda o problema da postura. Começou a ficar incômodo trabalhar com o notebook baixo e meu pescoço pra frente. Aquela corcunda que depois vira algo pior, sabe? Fiz mais algumas mudanças e o resultado é este:</p>
</p>
<p> <a title="A mesa, pronta | My home office by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276967750/"><img alt="A mesa, pronta | My home office" src="http://farm5.static.flickr.com/4062/4276967750_62d47acd3b.jpg" width="500" height="375" /></a>
<p>Decidi fixar meu velho laptop HP em terra-firme pois o peso do danado já incomodava minhas costas. Então comprei via Mercado Livre uma base <a href="http://h10025.www1.hp.com/ewfrf/wc/product?product=1845158&amp;lc=en&amp;cc=us&amp;dlc=en&amp;lang=en&amp;cc=us" target="_blank">XB3000</a>, própria para os notebooks da HP, que funciona como expansão do note. Ela tem mais 6 hubs USB, onde fixo a impressora, o HD externo e o fone de ouvido quando preciso. Fora o hub para o sensor do mouse e teclado sem fio, que já vieram com a base. Com isso, o notebook virou um micro de mesa, bem razoável. E para sair, agora eu levo um netbook LG XL-120 que dá conta do recado. Os arquivos entre as máquinas são sincronizados via <a href="https://www.dropbox.com/referrals/NTIwMTcxODU5" target="_blank">DropBox</a>.</p>
<p>Ainda <a href="http://www.samshiraishi.com/dicas-simples-e-rapidas-para-ativar-a-energia-da-vida-profissional/" target="_blank">aproveitei a dica da Sam</a> e deixei o porta-retrato do lado direito, para harmonizar com o Feng Shui. =D</p>
<p> <a title="Fios presos by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276971138/"><img alt="Fios presos" src="http://farm5.static.flickr.com/4057/4276971138_5562b293e5.jpg" width="500" height="375" /></a>
<p>Pra evitar furos na parede e também na mesa, comprei alguns ganchos adesivos da 3M, <a href="http://www.kalunga.com.br/product.asp?category%5Fdisplay%5Fname=&amp;category%5Fname=C7%7CEquipamentos+%26+M%F3veis&amp;catalog%5Fname=KommerceII&amp;product%5Fid=673230" target="_blank">que comprei na Kalunga</a>. Uns para pendurar as extensões e outros para juntar fios. Assim eu evito aquela macarronada de fios no chão e facilito a limpeza: é só mover a mesa que os fios vão junto. </p>
<blockquote><p><em>Um update rápido: Também comprei velcros para enrolar os fios, graças a uma dica da amiga Juliana </em><a href="http://twitter.com/garciasales" target="_blank"><em>Garcia Sales</em></a><em>.</em></p>
</blockquote>
<p>Lógico que essa é a solução que resolveu o MEU problema. Se você lê este post e procura algo para home office, creio que cada caso é um caso. Um bom lugar para você se inspirar é o grupo do blog Lifehacker no Flickr, o <a href="http://www.flickr.com/groups/lifehacker-workspace-showandtell/pool/" target="_blank">Workspace Show and Tell</a>. Pessoas do mundo inteiro postam fotos de seus home offices customizados e contam como fizeram tudo funcionar. Essas fotos estão lá também. Afinal, é compartilhando que se aprende.</p>
<p>E é isso. Agora trabalho em casa com um pouco mais de conforto. Mas nem tudo é lindo. Trabalhar em casa tem todos os infortúnios possíveis de uma casa: vizinhos, barulho de crianças em férias, vícios alimentares… Tem que ter muito autocontrole para não se deixar distrair. E um fone potente.</p>
<p>Um costume comum a quem trabalha em casa é perder a noção do tempo e do horário de trabalho. E aí o que era para ser feito de tarde só se conclui de madrugada, e por aí vai. Não fique na frente do computador o dia inteiro. Crie horários para ficar na frente da mesa, assim como teria se estivesse em uma empresa. </p>
<p>Lembrando que trabalhar em casa não é ficar em casa para sempre. Reuniões ainda existem. Networking ainda existe. Pratique.</p>
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		<title>[coworking] dica 3: o celular &#233; seu amigo e 3G n&#227;o lhe faltar&#225;</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2009/11/03/coworking-dica-3-o-celular-seu-amigo-e-3g-no-lhe-faltar/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:24:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O telefone celular é o canivete suíço dos novos tempos. Com ele você lê e-mails, navega na internet, ouve música, assiste vídeos, edita documentos&#8230; E ainda por cima dá pra telefonar! Um bom coworker não pode ter um celular simples. Nossos tipos de necessidades demandam recursos a mais que somente ligações. Por isso vou dedicar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/top5smartphones_1q2009.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="top5smartphones_1q2009" border="0" alt="top5smartphones_1q2009" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/top5smartphones_1q2009_thumb.jpg" width="515" height="386" /></a> </p>
<p>O telefone celular é o canivete suíço dos novos tempos. Com ele você lê e-mails, navega na internet, ouve música, assiste vídeos, edita documentos&#8230; E ainda por cima dá pra telefonar! <img src='http://www.andersoncosta.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Um bom coworker não pode ter um celular simples. Nossos tipos de necessidades demandam recursos a mais que somente ligações. Por isso vou dedicar um post somente sobre minha odisséia com o aparelho que uso hoje. </p>
<p>Longe de mim ser o especialista. Tem gente que pode dar uma aula do que fazer com tecnologia móvel. Como a incrível <a href="http://www.garotasemfio.com.br" target="_blank">Bia Kunze</a>, por exemplo. Inclusive os dois aparelhos que tive foram recomendações dela. Por isso se tiver algum detalhe técnico errado ou faltando, é só buzinar aí nos comentários. </p>
<p>Minha história com smartphones começa em março do ano passado, quando meu Motorola V3i teve, digamos, um &#8216;acidente aquático&#8217;. Como o conserto ia ficar mais caro que um aparelho novo, decidi testar um smartphone. </p>
<p><strong>Quanto você produz? </strong>Comecei com o <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CAwQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.htc.com%2Fpt%2Fproduct%2Ftouch%2Foverview.html&amp;ei=aEHwSq_XJcaWtgeIzs3xBw&amp;usg=AFQjCNFhmbtETGeyCsZCWPaT4GC7DfknZA&amp;sig2=1ZYYFNM1rxjayf71WKQ5SA" target="_blank">HTC Touch</a>. Um aparelho de belo design e desempenho modesto, movido a Windows Mobile 6.0. Que eu descobri ser muito útil combinado com alguns softwares que eu já usava, como Outlook e OneNote. As versões mobile desses programas são ótimas. </p>
<p>Mas o Touch se revelaria depois um comilão de bateria. E ainda não era um celular 3G. Uma necessidade que vim a ter depois que comecei a trabalhar por conta. É muito frustrante chegar em algum lugar e não ter uma conexão de internet. O pior é depender de hotspots caros e que não são garantia de estabilidade. </p>
<p>Sendo assim, aposentei o Touch e migrei para o <a href="http://www.nokia.com.br/produtos/celulares/nokia-e71" target="_blank">Nokia E71</a>. Você pode perguntar: &quot;cara, você trocou um celular touchscreen por um com teclado QWERTY?&quot; Poizé. E foi a melhor coisa que fiz pensando em uma coisa: <strong>produtividade.</strong> </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04537.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="DSC04537" border="0" alt="DSC04537" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04537_thumb.jpg" width="536" height="403" /></a></p>
<p>Essa é a pal avra chave pro coworker que quer fazer um uso profissional do celular. Ele tem que ser seu grande parceiro de trabalho. Acessar seus e-mails, fazer o papel de modem 3G pro seu notebook, ter um bom rendimento de bateria, sincronizar calendário e contatos&#8230; Diversão também pode estar no pacote (hoje muitos aparelhos associam bem as duas necessidades), mas a prioridade de quem trabalha com o celular é pensar o quanto produtivo ele pode se tornar com o aparelho. </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04538.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="DSC04538" border="0" alt="DSC04538" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04538_thumb.jpg" width="282" height="212" /></a><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04539.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="DSC04539" border="0" alt="DSC04539" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04539_thumb.jpg" width="280" height="211" /></a> </p>
<p>E nisso o E71 me atende muito bem. Além de ser um smartphone muito bonito e ter um gerenciamento bacana para multimídia. É incrível como digitar num teclado físico faz diferença. A sensibilidade tátil e o teclado em ordem QWERTY são ágeis. Dá pra digitar até textos de uma lauda sem se cansar. Grande parte deste post escrevi no E71 entre uma reunião e outra. Quem não depende de aplicativos muito específicos pode trabalhar com o E71 numa boa. Ele tem editor de arquivos Word, Excel e Powerpoint, e visualizador de PDFs. Para editar um documento recebido por e-mail e reenviá-lo é tranquilo. </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0008.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0008" border="0" alt="Screenshot0008" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0008_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p>Outro ponto a favor: é um aparelho fino e discreto. Pode-se levar no bolso sem perigo. E eu expandi a memória dele via MicroSD para 8GB, o que tá de bom tamanho.</p>
<p><strong>Conecte-se: </strong>A grande sacada do E71 é funcionar como modem 3G. Não pense em um smartphone sem essa conexão. Hoje a internet é parte de qualquer trabalho e tê-la no seu celular não é mais um artefato de luxo. Eu, por exemplo, tenho um plano de dados de 250MB na Claro. Para mim, está ótimo. Nunca chego a usar toda a cota. Lógico que você não vai baixar os episódios de Lost com ela. Eu uso a conexão no meu notebook só para ler e-mails e usar mensagens instantâneas. Se você precisa dessa conexão para baixar grandes arquivos, recomendo verificar com sua operadora quanto custa o plano com o modem USB.</p>
<p>Eu conecto o aparelho via USB, uso o PC Suite e pronto. Existe a possibilidade de fazer o tethering via wi-fi com o aplicativo <a href="http://www.joikuspot.com/home.php" target="_blank">JoikuSpot</a>, mas além do gasto de bateria ser absurdo, o celular esquenta demais. Eu só recomendo o JoikuSpot para emergências e um tempo de uso bem curto. O ideal é andar com o cabo USB na mochila, por mais retrógado que pareça. </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0010.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0010" border="0" alt="Screenshot0010" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0010_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0009.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0009" border="0" alt="Screenshot0009" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0009_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p>Para o e-mail, duas alternativas. Ou você usa o sistema nativo dele ou instala o novo <a href="http://email.nokia.com" target="_blank">Messaging</a>. Nas duas possibilidades você administra os emails de forma tranquila. Abre anexos, sincroniza via push&#8230; inclusive contas de Gmail por IMAP. Eu tenho usado tanto o Messaging quanto o aplicativo dedicado ao Gmail, que eu só uso pra responder e enviar mensagens. Pra mim isso funciona porque não preciso abrir anexos o tempo inteiro. </p>
<p>E se você precisa saber toda hora se tem email novo, prepare-se para um plano de dados parrudo. O push consome muito do plano de dados e da conexão 3G. Se você não precisa checar email a todo momento, o ideal é sincronizar manualmente e deixar o aparelho configurado para isso.</p>
<p><strong>Redes sociais:</strong> Para o Nokia E71, eu recomendo o <a href="http://mobileways.de/products/gravity/gravity/" target="_blank">Gravity</a>, cliente que se integra a Twitter e Facebook. Dá pra postar fotos via Twitpic, salvar links para ler depois no Instapaper e cadastrar termos de busca no Twitter. É pago, mas vale o quanto custa. Se você faz um uso moderado do Twitter, pode usar a <a href="http://m.twitter.com" target="_blank">versão mobile</a> via browser. Tudo depende de quanto seu plano de dados aguenta. O E71 também vem com um aplicativo para atualização de Facebook. E nativamente já tem um recurso para enviar fotos diretamente pra sua conta no Flickr. Basta ativá-lo na primeira vez que for usar.</p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0012.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0012" border="0" alt="Screenshot0012" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0012_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
</p>
</p>
</p>
<p>Enfim, o E71 é apenas a minha escolha. Você pode ter um Blackberry, um iPhone… o importante é saber o quanto seu telefone pode te ajudar no trabalho.</p>
<p>Se tiver alguma dica bacana pra produtividade no E71 ou tem uma experiência boa de trabalho com outro smartphone, comente neste post. Trocar experiências ajuda um bocado.</p>
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		<title>[coworking] dica 2: fa&#231;a da mochila um casco &#250;til para as costas</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2009/09/24/coworking-dica-2-faa-da-mochila-um-casco-til-para-as-costas/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 04:21:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As mochilas fazem parte da vida de quem trabalha em vários lugares. É nela que guardamos tudo que vamos usar: computador, gadgets, cabos, livros… Uma coisa que descobri como coworker é ter não só uma mochila leve, mas equilibrada em “conteúdo”. Ou seja: tentei descobrir a real utilidade de tudo que eu levava na minha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/midnightglory/2295697899/" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="2295697899_c6686ea962_b" border="0" alt="2295697899_c6686ea962_b" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/2295697899_c6686ea962_b.jpg" width="593" height="445" /></a> </p>
<p>As mochilas fazem parte da vida de quem trabalha em vários lugares. É nela que guardamos tudo que vamos usar: computador, gadgets, cabos, livros… Uma coisa que descobri como coworker é ter não só uma mochila leve, mas equilibrada em “conteúdo”. Ou seja: tentei descobrir a real utilidade de tudo que eu levava na minha mala. </p>
<p>A 2a. parte das dicas de coworking tem como inspirações <a href="http://macmais.terra.com.br/materias/escritorio-na-mochila/" target="_blank">o post do Sérgio Miranda</a> e o <a href="http://www.efetividade.net/2006/11/18/leve-o-escritorio-nas-costas-com-a-mochila-ideal-para-seu-notebook/" target="_blank">post do Augusto Campos</a>. Eles já deram suas impressões de um escritório volante. Agora eu dou as minhas.</p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/24092009069.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Nike Core simples" border="0" alt="Nike Core simples" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/24092009069_thumb.jpg" width="584" height="438" /></a> </p>
<p><strong>Saiba escolher um modelo:</strong> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/2009/09/16/coworking-dica-1-cafeteria-no-home-office" target="_blank">No post anterior</a> já falei um pouco sobre modelos de mochila, mas tem mais coisas para falar. A minha é uma <a title="O iLounge fala um pouco melhor sobre ela" href="http://www.ilounge.com/index.php/news/comments/nike-offers-customizable-backpack-with-ipod-controls/9046" target="_blank">Nike Core</a> simples, sem aqueles controles de áudio lindos para serem usados com um iPod (uma pena…). Mas vale o quanto pesa. Paguei R$ 110 no Outlet da Nike em Itupeva, São Paulo. Ela tem boas divisórias e um espaço bacana para guardar tudo, além de um compartimento traseiro para o MP3 Player. Só me incomoda um pouco o efeito “casco de tartaruga” que ela assume quando está bem cheia. Mas isso é pífio perto do custo-benefício. </p>
<p>Ela é boa para viagens curtas de ônibus e metrô, pois as correias são bem resistentes. E com cores discretas, que afastam ladrões. Como a Nike é uma marca mais esportiva, os gatunos não associam que pode haver um notebook lá dentro. Que está bem seguro, graças aos forros alcochoados internos e ao case de neoprene que o envolve.</p>
<p>Importante: procure deixá-la sempre limpa, tanto por fora quanto por dentro. Além de causar boas impressões, aquelas migalhas de biscoito devem estar no lixo, e não na sua mochila. </p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/khai_lomo/3387290734/" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Pesada, né?" border="0" alt="Pesada, né?" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3387290734_079231eb49_b.jpg" width="589" height="476" /></a> </p>
<p><strong>Um fardo na vida:</strong> Com certeza você leva o notebook na mochila (ou bolsa, no caso das mulheres). Seu notebook é dos modelos convencionais? Então já deve causar um certo peso pra carregar. O impacto não é grande se você usa carro. Mas se depende de transporte público, uma mochila pesada nas costas vai te incomodar muito. Pode ser a hora de investir em um netbook, modelo mais leve. Por ele ter menos recursos é bom pesar o que você precisa: uma máquina pesada e com bom desempenho (ideal para fotógrafos e videomakers) ou uma mais leve e de desempenho médio (para acessar a internet e editar alguns documentos)? </p>
<p>Lembre-se daquele ensinamento da infância antes de você ir para a escola. Muito peso nas costas pode causar sequelas graves de postura. O correto, <a href="http://www.saosebastiao.sp.gov.br/educacao/docs/dicas_saude/uso_mochila.htm" target="_blank">segundo especialistas</a>, é que carreguemos apenas 10% do nosso peso nas costas. Como a gente sabe que isso é difícil de seguir, procure não passear muito com uma mochila pesada. No começo você não sente, mas depois de um tempo você está mais cansado do que o costume. </p>
<p><strong><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/24092009076.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Acessórios" border="0" alt="Acessórios" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/24092009076_thumb.jpg" width="580" height="435" /></a></strong></p>
<p><strong>Arme-se com as armas corretas:</strong> pra não ficar desprevinido muita gente carrega a vida na mochila. Notebook, câmera fotográfica, caderno, cabos, pen drive, revistas, livros&#8230; E dá-lhe peso nas costas e mochila abarrotada. Uma mochila cheia de compartimentos não quer dizer que você precisa enchê-los.</p>
<p>Hoje já existem muitos gadgets que executam várias funções: tiram fotos, filmam, editam arquivos do Office, etc. Por isso escolha equipamentos de acordo com seu perfil. Se você é jornalista, por exemplo, não precisa carregar aquela Canon SRL pra todo lugar. Até um smartphone com uma boa câmera resolve. O segredo é esse: carregue o que você realmente precisa e que vai realmente usar. </p>
<p> Na minha mochila eu carrego:</p>
<ul>
<li>o notebook</li>
<li>cabo USB de sincronização</li>
<li>fonte do notebook</li>
<li>carregador do smartphone</li>
<li>caderninho</li>
<li>2 canetas</li>
<li>mouse sem fio</li>
<li>fone de ouvido e bolsa para guardá-lo</li>
<li>adaptador SD para o cartão de memória do smartphone</li>
<li>pen drive de 4 GB </li>
<li>flanela para limpar gadgets (dica do <a title="do Autozine" href="http://www.autozine.com.br" target="_blank">Danilo</a>)</li>
<li>guarda-chuva (nunca se sabe…)</li>
</ul>
<p>&#160;</p>
<p>Para mim isso basta pois trabalho essencialmente com documentos do office. Se eu fosse fotógrafo já seria diferente, talvez teria um HD externo portátil para carregar as fotos. E eu prefiro não levar livros, apenas se eu realmente precisar ler para trabalho. Em viagens longas ou metrô prefiro revistas e jornais. </p>
<p>O fone de ouvido é para trabalhar em lugares públicos sem interferências. Eu só tenho o cuidado de não deixar o som muito alto porque o mundo ao redor some e isso é perigoso. Ah, eu não levo MP3 Player porque o smartphone já me resolve esse problema. Falarei de smartphones em um próximo post.</p>
<p>Outra dica: com o guarda-chuva, deixe também uma sacolinha de plástico (dessas de supermercado) junto. Se você chegar a usar o guarda-chuva, pode guardá-lo na mala, dentro da sacolinha. Assim você desocupa as mãos enquanto anda e não inunda os gadgets.</p>
<p><strong>Opcionais:</strong> em alguns casos, vale levar também um filtro de linha extra, caso precise ligar outro equipamento junto com o notebook. Ou uma bateria extra, caso o uso do notebook fora da tomada seja intenso. </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/24092009070.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Mochila aberta" border="0" alt="Mochila aberta" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/24092009070_thumb.jpg" width="593" height="445" /></a> </p>
<p><strong>Organize-se:</strong> mochilas com divisórias internas ajudam bastante a organizar o conteúdo. Dê a César o que é de César: a divisória de notebook é para notebook, a divisória de canetas é para canetas e assim em diante. Se a sua não tiver essas divisórias, dá pra resolver com cases de neoprene, sacolas ou até mesmo estojos velhos de óculos pra guardar os cabos e gadgets menores. </p>
<p>O importante é não misturar tudo e depois, na hora de tirar os cabos da mochila, não fazer feio com o emaranhado que fica. Spaghetti de fios ninguém merece.</p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/24092009074.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Fonte com a correia de velcro" border="0" alt="Fonte com a correia de velcro" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/24092009074_thumb.jpg" width="592" height="444" /></a> </p>
<p>Uma outra coisa que parece uma frescura mas ajuda um bocado são os cabos que têm correias de velcro para enrolar os fios. Evita que os cabos fiquem emaranhados na mochila. Alô, fabricantes! Isso devia vir de fábrica em todos os cabos! Só vi isso numa fonte que comprei e no carregador do meu celular. Não sei se tem para comprar avulso (dicas, alguém?).</p>
<p>É isso, por enquanto. No próximo post, falarei sobre smartphone e a minha opção de aparelho. Onde, aliás, escrevi 70% deste post. =D</p>
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		<title>[coworking] dica 1: cafeteria n&#227;o &#233; home office</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 00:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguns de vocês já sabem que estou trabalhando em casa agora, com diversos projetos. No começo fiquei um pouco assustado, mas hoje nem dá tempo de se assustar de tão ocupado que estou. Essa nova rotina me levou a mudar algumas coisas na maneira como eu uso o computador e até na maneira de me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pleasewait/2602947663/"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="2602947663_5992e54452" border="0" alt="2602947663_5992e54452" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/2602947663_5992e54452.jpg" width="495" height="331" /></a> </p>
<p>Alguns de vocês já sabem que estou trabalhando em casa agora, com diversos projetos. No começo fiquei um pouco assustado, mas hoje nem dá tempo de se assustar de tão ocupado que estou. Essa nova rotina me levou a mudar algumas coisas na maneira como eu uso o computador e até na maneira de me organizar para trabalhar de qualquer lugar. Até para melhorar a produtividade e alternar tranquilo entre um projeto e outro. É o que chamam por aí de <strong>coworking.</strong> Vou publicar no blog uma série de dicas sobre isso e espero que ajude alguém.</p>
<p>A primeira coisa que precisei fazer foi trabalhar remotamente de alguns locais fora de casa. Para isso, dependi de hotspots por muito tempo. Cafeterias, restaurantes e outros locais públicos com acesso Wi-Fi são ótimos para quem busca conexões esporádicas em trânsito. Em São Paulo há muitas opções e virou uma coisa normal chegar numa Starbucks, por exemplo, e avistar um mar de notebooks ligados, como se fosse uma lan house. </p>
<p>Mas para aproveitar melhor esses lugares precisei aprender alguns macetes. Tenho lido alguns blogs que falam bastante disso, como o <a href="http://lifehacker.com/" target="_blank">Lifehacker</a> e o <a href="http://www.efetividade.net/" target="_blank">Efetividade</a>. E tanto de lá quanto de experiência pessoal consegui aprender alguma coisa. Confere aí.</p>
<p><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/pery3k/294413042" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="294413042_60d0ed9e2a" border="0" alt="294413042_60d0ed9e2a" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/294413042_60d0ed9e2a.jpg" width="476" height="341" /></a> </strong></p>
<p><strong>Hotspot Free é melhor que pago:</strong> E não é só por causa do grátis, não. Por incrível que pareça, as redes Vex, que dominam boa parte dos hotspots de São Paulo tem uma qualidade sofrível. A conexão cai direto, não é rápida e o preço não é atrativo. Os locais com conexão grátis tem uma qualidade muito boa. Frequento pelo menos 4 lugares assim e nunca tive do que reclamar. Se você quiser, <a href="http://zappa.cc/cowork/" target="_blank">neste site tem uma lista</a> colaborativa dos hotspots free em São Paulo, com direito a localização em mapa.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/leecullivan/224407621" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="224407621_2b7f33e02f" border="0" alt="224407621_2b7f33e02f" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/224407621_2b7f33e02f.jpg" width="479" height="321" /></a> </p>
<p><strong>Não abuse do tempo:</strong> lugares públicos foram feitos para que você passe pouco tempo neles. Por isso não invente de passar um dia inteiro num Starbucks, por exemplo. Não há ergonomia nenhuma nas cadeiras e sofás de cafeterias, mesmo que elas passem essa impressão. O ideal é que você fique no máximo umas 2 horas trabalhando. Mais do que isso, as costas e os braços (se você tem tendinite) começam a incomodar porque a postura não existe. Outro ponto que não ajuda é a luz natural das cafeterias que é baixa. Se você fica muito tempo olhando para a tela do notebook em um ambiente escuro a vista começa a incomodar e lacrimejar demais.</p>
<p>Se você precisa trabalhar mais tempo fora, o que recomendo é alugar horas em locais próprios para o co-work, como o <a title="Espaço de trabalho colaborativo em São Paulo" href="http://www.the-hub.com.br/" target="_blank">Hub</a>.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/lincolnblues/3261373417" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="3261373417_abcf2e7cfa" border="0" alt="3261373417_abcf2e7cfa" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3261373417_abcf2e7cfa.jpg" width="476" height="321" /></a> </p>
<p><strong>Varie o cardápio:</strong> é normal tomarmos um cafezinho enquanto trabalhamos. Se você começa a ir muito nesses lugares para trabalhar, só o café já começa a enjoar. Varie os pedidos: um cappuccino, um chá gelado, bolinhos, pão de queijo, suco natural. Mas evite almoçar em cafeterias. Vá a um restaurante e coma com calma e tranqulidade, e depois sim o trabalho. Lembre-se: trabalhando fora, quem gerencia seu tempo é você.</p>
<p>&#160;<a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3686906938_92ec251cd3.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="3686906938_92ec251cd3" border="0" alt="3686906938_92ec251cd3" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3686906938_92ec251cd3_thumb.jpg" width="462" height="348" /></a> </p>
<p><strong>Seja discreto:</strong> muitos desses lugares tem ladrões por perto só de olho nos clientes e suas mochilas protuberantes. Eu mesmo já soube de três casos assim em um mês apenas. O ideal é você investir na mochila. Procure modelos mais discretos. Marcas como Targus e Samsonite já são muito visadas porque são modelos feitos para notebook e o ladrão já sabe o que vai encontrar lá. Prefira modelos com cores escuras e formatos intermediários. Para proteger o notebook lá dentro, vale usar uma capa de neoprene, que sai uns R$ 45 e protege o note em uma mala que não tenha o compartimento para tal. </p>
<p>Tá certo que a capa vai dentro da mochila, mas melhor isso do que dar bandeira e perder dias de trabalho num roubo. E os modelos intermediários também são mais baratos que as mochilhas próprias para notebook.</p>
<p>Ah, e procure entrar e sair sem dar muita bandeira com gadgets na mão. Use-os somente já dentro do estabelecimento.</p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3382234658_ef8af3d262.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="3382234658_ef8af3d262" border="0" alt="3382234658_ef8af3d262" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3382234658_ef8af3d262_thumb.jpg" width="444" height="336" /></a> </p>
<p><strong>Energia:</strong> prefira sempre as mesas com uma tomada por perto. Caso contrário, você já tem tempo certo para permanecer no lugar: o quanto durar a bateria. Se você só vai ver emails e sair, não precisa de tomada e pode ocupar qualquer lugar. </p>
<p>…</p>
</p>
<p>É isso, por enquanto. Vou falar de outras coisas aqui em breve, como o que levar em uma mochila e como organizar sua casa para o trabalho. Espero que essas dicas ajudem vocês.</p>
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