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	<title>Entendendo o Mundo &#187; música</title>
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	<description>Blog de Anderson Costa</description>
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		<title>[The Blues] Acabei de assistir &#8220;Warming by the Devil&#8217;s Fire&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 00:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos àquela clássica explicação: reconheço, não blogo aqui faz tempo. Ensaiei voltar e não deu muito certo. A vida mudou de lá pra cá. Agora trabalho em casa e gerencio meu próprio tempo. Só nas últimas semanas consegui colocar as coisas mais em ordem. O que me deu um tempo para assistir um box de DVDs que há muito tinha comprado mas nem tinha saído do plástico: a coletânea de documentários <a title="Site oficial" href="http://www.pbs.org/theblues/" target="_blank">The Blues</a>, de Martin Scorsese.</p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image001.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image001" border="0" alt="image001" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image001_thumb.jpg" width="584" height="389" /></a> </p>
<p>Na verdade a série The Blues, que foi ao ar somente na rede americana PBS, não é obra somente de Scorsese. Ele apenas supervisionou a direção de seis dos filmes e dirigiu um deles. A idéia é cada um dos diretores dar a sua perspectiva sobre o blues, não importa o quanto documental ou ficcional seja e com seu próprio estilo. O fio que guia todos os filmes é entender como o blues se transformou em uma linguagem universal e influenciadora de tantas outras coisas a seguir. A série gerou tanta repercussão nos EUA que até um programa educacional foi criado para levar a história do blues para as escolas. Também pudera, o blues é o berço de praticamente toda a música americana do século 20.</p>
<p>A série saiu em DVD no Brasil pela Focus Filmes e reunida em dois tipos de boxes: <a title="disponível na Livraria Cultura" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/videos/resenha/resenha.asp?nitem=5076864&amp;sid=9781631771189735885086311&amp;k5=67E5086&amp;uid=" target="_blank">um de madeira, lançado recentemente</a>, e uma lata feita com exclusividade para venda na Livraria Cultura. É essa que eu tenho. Acho que agora só tem o box de madeira pra vender. Nem preciso dizer: recomendadíssimo.</p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/IMAG0363.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="Foto da minha lata aberta" border="0" alt="Foto da minha lata aberta" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/IMAG0363_thumb.jpg" width="385" height="294" /></a></p>
<p>Quando comecei a ver o primeiro filme, percebi que a lata ficou muito tempo fechada e eu devia ter assistido os filmes antes. É uma preciosidade. Por isso resolvi desenferrujar o meu blog para falar de cada um dos 7 filmes da lata. Eu gosto de blues, mas não conheço tão profundamente a história do ritmo. Por isso escrever também será um ato de aprendizado pós-filme. Pode ser até que no review do 7o. filme eu mude completamente de idéia. Vamos ver no que vai dar. Vou tentar assistir pelo menos um dos filmes por semana e contar aqui as minhas impressões de cada um.</p>
<p>O primeiro que tirei da lata foi &quot;<a href="http://www.pbs.org/theblues/aboutfilms/burnett.html" target="_blank">Warming by the Devil’s Fire</a>” (“Se aquecendo pelo fogo do diabo”), do cineasta Charles Burnett. É um misto de ficção com realidade: Durante a década de 50, um garoto se muda para o Mississipi para passar uns dias com seu tio, um fã ardoroso de Blues. Ele o leva para conhecer alguns de seus amigos e lhe apresenta os mais diversos blues antigos e suas histórias. O filme foca nas tensões de geração entre a raiz gospel do blues e as ligações diabólicas (como o pacto que Robert Johnson teria feito com o diabo para tocar melhor, por exemplo). Isso se mostra também quando o garoto, de origem católica, se confronta com o estilo de vida boêmio do tio. </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image020.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image020" border="0" alt="image020" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image020_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image005.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image005" border="0" alt="image005" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image005_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image006.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image006" border="0" alt="image006" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image006_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image007.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image007" border="0" alt="image007" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image007_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image008.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image008" border="0" alt="image008" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image008_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image009.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image009" border="0" alt="image009" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image009_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image011.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image011" border="0" alt="image011" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image011_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image012.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image012" border="0" alt="image012" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image012_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image014.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image014" border="0" alt="image014" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image014_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image015.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image015" border="0" alt="image015" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image015_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image016.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image016" border="0" alt="image016" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image016_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image018.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image018" border="0" alt="image018" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/08/image018_thumb.jpg" width="242" height="162" /></a> </p>
<blockquote><p><strong><em>“O Blues tem que vir da verdade. Se não for verdade, não é blues.”</em></strong></p>
<p><em>Son House</em></p>
</blockquote>
<p>O filme tem dezenas de cenas de arquivo que eu jamais pensei que existissem. Me chamaram a atenção em especial as de Son House, autor dessa peculiar frase acima, e a de Elizabeth Cotten, uma tiazinha que naquela época já tocava o violão numa espécie de posição “slide”. Conheci também a história de Mamie Smith, a primeira a gravar um blues vocal. E tem uma performance curta de John Lee Hooker cantando a clássica “Boom Boom”. </p>
<p>É legal conhecer os lados bons e maus do blues. No final das contas nos sentimos como o garoto, que na viagem conhece não só uma realidade completamente diferente, mas um ritmo e um estilo de vida que intrigam e atraem. A ligação com o demônio e a igreja é intensificada pela liga da história, quando o garoto vai entendendo e ligando os pontos do que acontece com o povo que sofre com o trabalho duro, mas quer se fazer entender pela música. </p>
<p>Charles Burnett, o diretor, <a title="entrevista com o diretor" href="http://www.pbs.org/theblues/aboutfilms/burnettinterview.html" target="_blank">explica que</a> não há nada de autobiográfico no filme, mas sim algumas experiências que viveu. Nas palavras do diretor:</p>
<blockquote><p>“O blues engloba todas as emoções: as pessoas escutam blues porque ele te conecta aos seus instintos básicos. E dialoga com as circunstâncias do povo negro naquela época. Quando você observa a atmosfera que cerca o blues – racismo, trabalho duro e pouco para mostrar: exploração, humilhação e a vida explodindo em fagulhas, onde tiros e lutas de faca eram comuns – você tem um retrato da sobrevivência e da vontade de viver e de se auto-destruir ao mesmo tempo.“</p>
</blockquote>
<p>Isso é legal em um documentário. Muita gente pode torcer o nariz pela ficção embutida, mas eu gosto. A história tem o papel de fio condutor e te guia mais facilmente pelos fatos todos do que um documentário corrido, onde se cospem datas a todo momento. </p>
<p>Bom, sobre o primeiro filme é isso. Ah, eu não vou assistir os filmes na sequência correta, pois acredito que não há necessidade. Quando eu ver o próximo, volto aqui.</p>
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		<title>O trailer de Beatles Rock Band</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2009/06/11/o-trailer-de-beatles-rock-band/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 03:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porque eu preciso jogar isso! E ganhar muito dinheiro pra comprar o jogo completo, com bateria do Ringo e tudo! =D]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IeeZKOmj4XQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IeeZKOmj4XQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p>Porque <strong>eu preciso</strong> jogar isso! E ganhar muito dinheiro pra comprar o jogo completo, com bateria do Ringo e tudo! =D</p>
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		<title>Assista a filmes de gra&#231;a na web sem que voc&#234; seja preso &#8211; parte 1</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2009/06/10/assista-a-filmes-de-graa-na-web-sem-que-voc-seja-preso-parte-1/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 22:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adoro filmes. Lembro com orgulho da minha primeira ida ao cinema pra assistir o Batman de Tim Burton, em 1989. Também foi a primeira fita VHS que aluguei quando meu pai comprou um videocassete. De lá pra cá tivemos a internet e os filmes “baixados”. Sou um fã do recurso e tenho gigas e gigas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adoro filmes. Lembro com orgulho da minha primeira ida ao cinema pra assistir o Batman de Tim Burton, em 1989. Também foi a primeira fita VHS que aluguei quando meu pai comprou um videocassete. De lá pra cá tivemos a internet e os filmes “baixados”. Sou um fã do recurso e tenho gigas e gigas de downloads em casa, mas também costumo ver filmes via streaming ou que tenham uma versão para download livre de copyrights.</p>
<p>Resolvi escrever sobre alguns filmes que estão online de modo oficial, disponibilizados pelos próprios criadores. Lógico, tem muita coisa no YouTube. Mas esses aqui foram feitos para serem disponibilizados na web de forma legal. Já fazem parte de uma nova cultura, que não busca o circuito de cinemas nem as premiéres. Eles pipocam na tela do seu computador e se espalham com o boca-a-boca. Baixe e assista sem culpa. </p>
<p><a href="http://www.ripremix.com" target="_blank"><strong>RIP: a Remix Manifesto</strong></a> é um filme de Brett Gaylor, fundador do Open Source Cinema, Gaylor criou o filme com diversas colaborações pela internet e o deixou disponível para download gratuito (apenas para quem está nos EUA, no esquema de pague-o-que-quiser pelo download) e <a href="http://www.opensourcecinema.org/project/rip-remix-manifesto" target="_blank">remixagem</a> – pelo menos foi o que eu entendi. O filme relata os problemas do copyright na era da informação, quando todas as barreiras entre produtores e espectadores foram quebradas. Tem depoimentos de Lawrence Lessig, Cory Doctorow e outros bambas do assunto. O mais divertido é saber que o filme pode ficar datado na hora que você assiste, pois alguém em qualquer lugar pode estar remixando o filme e inventando uma nova versão. Você pode assistir o filme online <a href="http://www3.nfb.ca/webextension/rip-a-remix-manifesto/" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p><strong><a href="http://www.usnowfilm.com" target="_blank">Us Now</a></strong> entra mais no terreno das redes colaborativas. O filme de Ivo Gormley mostra exemplos bem legais de organizações controladas por redes de colaboração ao redor do mundo. Desde um time de futebol até um banco! E também vê possíveis influências políticas no meio disso tudo (atenção pra entrevista com Don Tapscott, do Wikinomics.) Veja o filme online <a href="http://watch.usnowfilm.com/" target="_blank">no site oficial</a>. Dá pra baixar o torrent por lá também.</p>
<p><strong><a href="http://www.home-2009.com" target="_blank">Home</a></strong> saiu recentemente. Esse eu ainda não vi. Édo francês Yann Arthus-Bertrand. Foi filmado em 120 locais diferentes de 54 países com fotos em tomadas aéreas. Pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária. Deve ser no estilio de “Uma Verdade Incoveniente”, mas estão falando muito bem do filme. Veja o filme online inteiro <a href="http://www.youtube.com/watch?v=tCVqx2b-c7U&amp;feature=featured" target="_blank">no YouTube</a> (eu fiquei besta que existem vídeos com mais de 10 minutos lá…).</p>
<p>Tem mais alguns. Falarei deles em outro post.</p>
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		<title>A música do seu tempo</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 14:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pelo blog do amigo Luiz Yassuda fiquei sabendo da existência de supostas músicas de um volume 3 do Tim Maia Racional. Ouvi e achei bacana. E me dei conta de uma coisa: não fiquei esperando 3 meses até Tim Maia gravar, soltar alguns previews das músicas em shows, vazar um MP3 do single e xingar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo <a href="http://yassuda.org/blog/2008/02/27/tim-maia-racional-vol-3/" target="_blank">blog do amigo Luiz Yassuda</a> fiquei sabendo da existência de supostas músicas de um volume 3 do Tim Maia Racional. Ouvi e achei bacana. E me dei conta de uma coisa: não fiquei esperando 3 meses até Tim Maia gravar, soltar alguns previews das músicas em shows, vazar um MP3 do single e xingar a crítica especializada. Hoje o que fode é essa expectativa que se cria por algo novo no mainstream. E no underground também, que está deixando o lado &#8216;under&#8217; faz tempo. Foi lá, na hora, sem pressa. Como uma virgindade bem guardada.</p>
<p>Teve uma época em que eu era um rato de músicas novas. Caçava tudo, ia atrás de blogs e comunidades do Orkut atrás de novidades. Não me aquietava em não saber do novo hype depois de todo mundo. Cheguei a manter 60GB de músicas no meu HD.</p>
<p>Que cara agoniado eu era. Hoje penso diferente. Tanto é que meu MP3 player tem 70% de músicas que eu já conheço e não canso de ouvir.</p>
<p>Na verdade o conceito de &#8216;novo&#8217; mudou na minha cabeça. Pra mim, o novo não é mais o que será lançado amanhã, mas sim o que eu não conheço. Por exemplo, descobrir a obra completa dos Beatles depois de velho foi como descobrir uma banda nova a qual eu me apaixonei. E tem tantas outras coisas por aqui que eu não conheci ainda. Nossa produção musical é absurdamente grande.</p>
<p>Isso também me deixou mais humilde na minha rotina de conhecimento musical. Não adianta esperar com ansiedade uma música nova porque a chance de desilusão no primeiro momento é quase certa. Toda música tem o seu tempo de ser ouvida. O <a href="http://www.inrainbows.com/" target="_blank">In Rainbows</a>, do Radiohead, por exemplo, eu só comecei a escutar direito agora. Porque na época eu ouvi e achei chato. Verdade. Agora dei uma segunda chance ao álbum, e está descendo bem melhor.</p>
<p>Hoje sou mais desencanado com isso. Ainda não descuido das novidades musicais, mas moderei bastante a sede ao pote. Ultimamente uso o <a href="http://hypem.com" target="_blank">Hype Machine</a>, o <a href="http://www.last.fm" target="_blank">Last.fm</a> e o <a href="http://br.myspace.com" target="_blank">MySpace</a> para essas descobertas. Mas por conviver melhor com o conceito de &#8216;novo&#8217; minha expectativa diminuiu bastante, e agora consigo curtir melhor as coisas novas que descubro. Percebi que a música tem seu tempo, seu momento.</p>
<p>E sim, eu mandei os hypes pro inferno. Não adianta forçar, quando chegar no ouvido naturalmente vai ser bem mais gostoso.</p>
<p>****************</p>
<p>Ainda nessa linha de pensamento, acho que foi legal o revival dos anos 80 pelo qual passamos recentemente. Me lembro que naquela época as pessoas não estavam com muito saco para produzir trabalhos novos, e quando redescobriram a trasheira da década passada perceberam que aquelas músicas ainda guardavam muitas recordações boas, que mereciam ser revividas. Vimos muita tosqueira, é verdade, mas dançamos e cantamos como se fosse a novidade da vez. Vi comunidades virtuais se renderem aos anos 80 de forma tão latente que baladas surgiram só pra isso, como a <a href="http://www.trash80s.com.br/" target="_blank">Trash 80&#8242;s</a> e o <a href="http://www.dartajones.com.br/" target="_blank">Darta Jones</a>, em São Paulo.</p>
<p>Lógico, o movimento diminuiu, mas cumpriu seu papel: estimular a revisão do passado para pensar melhor o futuro (bonito isso, né?).</p>
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		<title>1968, 40 anos depois</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2008/01/07/1968-40-anos-depois/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 23:47:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tá rolando um baita burburinho nos meios de comunicação sobre 1968. Claro, em 2008 comemoram-se 40 anos daquela época que mudou pra sempre o conformismo e a capacidade de revolução do homem. E não, isto não é um manifesto esquerdista. Tenho uma simpatia pelo ano de 68. Não vivi aquela época, mas todo jornalista carrega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2008/01/ditadura_passeata.jpg" alt="Passeata dos 100 mil, em 1968" /></p>
<p>Tá rolando um baita burburinho nos meios de comunicação sobre 1968. Claro, em 2008 comemoram-se 40 anos daquela época que mudou pra sempre o conformismo e a capacidade de revolução do homem. E não, isto não é um manifesto esquerdista.</p>
<p>Tenho uma simpatia pelo ano de 68. Não vivi aquela época, mas todo jornalista carrega um pouco de ranço pela perseguição empregada à mídia que aprendemos na faculdade. Tanto é que<a href="http://www.lembrareresistir.kit.net" title="Lembrar é Resistir" target="_blank"> meu TCC</a> herdou bastante disso, mas conseguimos chegar até lá mais imparciais. Já fui mais esquerdista, hoje sou algo meio indefinido, perto do centro.</p>
<p>Por ter pesquisado a fundo 68 e os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anos_de_chumbo" title="Consulte na Wikipedia" target="_blank">Anos de Chumbo</a>, ainda acompanho o tema de perto. Nesta semana li <a href="http://revistaepoca.globo.com/EditoraGlobo/Artigo/exibir.ssp?artigoId=80894&amp;secaoId=5990&amp;edicao=503" title="1968: o ano das transformações" target="_blank">a matéria da Revista Época</a> e estou devorando <a href="http://compare.buscape.com.br/sgt-pepper-s-lonely-hearts-band-heylin-clinton-9788576162728.html?pos=1" title="Pesquise preços no BuscaPé" target="_blank">o livro sobre Sgt. Pepper&#8217;s Lonely Hearts Club Band</a>, a contribuição mais importante e sintetizada dos Beatles para a música pop. E desse livro tiro uma citação do prefácio, muito bacana, que traz uma reflexão sobre esse saudosismo todo dos anos 60:</p>
<blockquote><p>Em seu livro Revolution in the Head, o jornalista Ian MacDonald afirma sem rodeios: &#8220;Qualquer um que não tenha tido a sorte de ter entre 14 e 30 anos em 1966-67 jamais conhecerá a comoção vivida durante esses anos na cultura popular&#8221;. Como alguém que viveu essa mesma &#8220;comoção&#8221; mencionada por ele no auge do punk, considero a visão de MacDonald das mais arrogantes, pra não dizer egoísta (&#8220;Eu estava lá e você não estava&#8230; na na na na na-na&#8230;&#8221;). &#8220;Comoção&#8221; é algo muito subjetivo, e a nostalgia pela juventude seja a dos tempos hippies de MacDonald ou a das noites bêbadas de Legs Mcneil no Bowery, não nos diz nada sobre o ambiente, a não se que <em>eles</em> se divertiram. A criatividade que saiu em disparada quando a jaula do decoro se abriu é o que me interessa aqui (ali e em todo lugar). Socioólogos, saiam pela porta onde se lê a placa &#8220;Cães Ferozes&#8221;.</p></blockquote>
<p>Partindo desta citação, pensei comigo mesmo o quanto ainda estamos endeusando esta época e esquecendo de responder perguntas básicas sobre ela: qual sua real dimensão sobre a cultura? O quanto ela influenciou a política e a sociedade? Qualquer reposta será um chute próximo, mas não certeiro. Pra cada um os anos 60 tem uma importância diferente. Se para nós, jornalistas, o período foi de união e inteligência contra a censura, para outros foi a chance de pegar em armas por um motivo qualquer,  de ambos os lados.</p>
<p>Culturalmente, estamos nos aproximando de um entendimento mais sólido sobre 1968. Socialmente, ainda apanhamos por carregar ranços das brigas ideológicas que não nos deixam refletir sabiamente e deixar um registro digno para as gerações futuras. Tive essa noção desde a época do meu TCC, mas não consegui ampliar essa visão o quanto queria no resultado final. Tinha até a ambição de continuar um estudo futuro sobre isso, mas no momento não me vem a vontade.</p>
<p>Uma coisa eu sei: 1968 (e 67, também, vá lá) foi o decreto final para que a humanidade finalmente contestasse mais e aceitasse menos. Se hoje temos uma democracia nova, engatinhando se comparada aos 100 anos de república dos EUA, é porque houve um manifesto contra o que estava estabelecido.</p>
<p>A principal lição que fica: não gostou, reclame.</p>
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		<title>Banda Calypso e Madonna: algo em comum?</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2007/11/08/banda-calypso-e-madonna-algo-em-comum/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 10:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[calypso]]></category>
		<category><![CDATA[gravadoras]]></category>
		<category><![CDATA[madonna]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Você pode não gostar da Banda Calypso. Pode não ir com a cara do tecnobrega nem curtir nada do que toca fora do seu eixo musical. Mas precisamos dar a cara pra bater: os caras conseguiram redefinir o modelo de negócio da música antes mesmo de qualquer país. Pesquisa do Datafolha encomendada pela F/Nazca realizada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2007/11/banda-calypso.jpg" alt="Joelma e Chimbinha" /></p>
<p>Você pode não gostar da <a href="http://www.bandacalypso.com.br/" title="Site oficial da banda" target="_blank">Banda Calypso</a>. Pode não ir com a cara do tecnobrega nem curtir nada do que toca fora do seu eixo musical. Mas precisamos dar a cara pra bater: os caras conseguiram redefinir o modelo de negócio da música antes mesmo de qualquer país.</p>
<p>Pesquisa do Datafolha encomendada pela F/Nazca realizada em março de 2007 detalha quem são os artistas mais escutados no Brasil. Confira <a href="http://www.fnazca.com.br/_misc/o_que_se_ouve.zip" title="Arquivo PDF zipado da pesquisa" target="_blank">a pesquisa completa</a> ou veja o gráfico abaixo:</p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2007/11/pesquisa_calypso.jpg" title="Print da pesquisa publicada no Caderno Ilustrada, da Folha de S. Paulo."></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2007/11/pesquisa_calypso.jpg" title="Print da pesquisa publicada no Caderno Ilustrada, da Folha de S. Paulo."><img src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2007/11/pesquisa_calypso-150x150.jpg" alt="Print da pesquisa publicada no Caderno Ilustrada, da Folha de S. Paulo." /></a></p>
<p>A novidade aí é a seguinte: A Banda Calypso domina estes números sem nenhum contrato com grandes gravadoras.</p>
<p>Surpreendente, não? Não pra muita gente. É só viajar um pouco pelo país para se perceber como é forte a presença de bandas que não tocam nas grandes emissoras de rádio. Bandas como Calypso, Calcinha Preta e Aviões do Forró já disputam a preferência junto à medalhões como Zezé di Camargo e Luciano.</p>
<p>Tem uma variável bem interessante no meio disso tudo: a liberdade que a banda Calypso adquiriu fora das gravadoras. Agora eles mesmos são os empresários, os diretores de show, os donos da gravadora que montaram, os marketeiros&#8230; Coisas que as bandas antigamente não se preocupavam, afinal era só subir no palco e dar show que os managers cuidavam do resto.</p>
<p><img src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2007/11/tn-264029_madonna.jpg" alt="Madonna" /></p>
<p>Um modelo que a Madonna adotou recentemente quando abandonou sua gravadora da carreira inteira, a Warner Music. Agora <a href="http://musica.uol.com.br/ultnot/2007/10/16/ult89u8129.jhtm" title="Madonna abandona gravadora Warner para trabalhar com promotora de shows Live Nation" target="_blank">ela é sua própria empresária e promotora</a>. Não sei se ela se inspirou no modelo de Chimbinha e Joelma, mas quando uma figura importante da música internacional dá uma guinada dessas, é de se pensar o que será do futuro da indústria musical.</p>
<p>Aliás, muita gente acha que modelos como o de Madonna e o da Banda Calypso são um desvio no que está pra acontecer. Eu acho o contrário. Cada vez mais o que conta é o dinheiro do show, e não o das vendas de CD. Mesmo em uma época onde nunca se consumiu música como antes. Então, cabe ao artista gerenciar de perto o que pode acontecer e ficar perto dos seus fãs, garantindo sempre uma boa experiência musical.</p>
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		<title>Cover do dia: Foo Fighters, &#8220;Band on the Run&#8221;</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2007/10/11/cover-do-dia-foo-fighters-band-on-the-run/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Oct 2007 17:34:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[cover do dia]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[A maioria não deve ter notado, mas eu exterminei o Som no Blog. Já deu, sabe? Adorei ficar 3 anos falando sobre música e fazendo os podcasts, mas agora tenho tantos interesses diversos que focar um blog só pra música acabou se tornando penoso. E quando o hobby vira obrigação, não dá mais pra continuar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2007/10/cover_dodia_post.jpg" alt="Cover do Dia" /></p>
<p>A maioria não deve ter notado, mas eu exterminei o <a href="http://www.somnoblog.com" title="Meu blog sobre música" target="_blank">Som no Blog</a>.</p>
<p>Já deu, sabe? Adorei ficar 3 anos  falando sobre música e fazendo os podcasts, mas agora tenho tantos interesses diversos que focar um blog só pra música acabou se tornando penoso. E quando o hobby vira obrigação, não dá mais pra continuar.</p>
<p>O que não quer dizer o fim do assunto música para mim. Aqui no Labs eu ainda vou abordar bastante o tema. E até criar coisas novas, como a categoria <strong>Cover do Dia</strong>.</p>
<p>Por quê? Adoro covers. Na real, elas dão mais frescor à música depois que ela já está desgastada nos nossos ouvidos. Pensei em abrir um blog só pra isso, mas pra quê, se tem um aqui, prontinho&#8230;</p>
<p>A de hoje é servida pelo <strong>Foo Fighters</strong>, banda fodona de Dave Grohl. Eles atacam de <strong>&#8220;Band on the Run&#8221;</strong>. Lembra dessa? Uma das mais cantaroláveis músicas de <strong>Sir Paul McCartney</strong> e sua banda antiga, The Wings.</p>
<p><embed src="http://odeo.com/flash/audio_player_black.swf" quality="high" width="322" height="54" name="odeo_player_black" align="middle" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars="type=audio&#038;id=17102793" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /></embed><br /><a style="font-size: 9px; padding-left: 110px; color: #f39; letter-spacing: -1px; text-decoration: none" href="http://odeo.com/audio/17102793/view">powered by <strong>ODEO</strong></a></p>
<p>Vale a audição. A cover ficou bem fiel, mas com um peso a mais ideal para os padrões Foo Fighters de guitarra. A cover saiu numa coletânea da <a href="http://www.bbc.co.uk/radio1/" title="Rádio inglesa da BBC" target="_blank">Radio 1</a>, em comemoração aos seus 40 anos.</p>
<p>Ah, se você quiser ouvir só as covers que eu vou postar no blog, pode assinar apenas o RSS dessa categoria, que vai se chamar &#8216;covers do dia&#8217;. Está cadastrado no <a href="http://odeo.com/channel/586373/view" title="Link do canal de música Labs - Cover do Dia no Odeo" target="_blank">Odeo</a> também, e disponível no bannerzinho ao lado.</p>
<p>Fonte da cover: <a href="http://burrosyperros.blogspot.com/2007/10/radio-1-covers.html" target="_blank">Burros y Perros</a></p>
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		<title>Bob Dylan anuncia&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 19:45:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[(você pode fazer isso com qualquer mensagem. a dica é do Rafael Ziggy)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="450" height="341"><param name="movie" value="http://www.dylanmessaging.com/mediaplayer/assets/flash/message-embedded.swf"></param><param name="bgcolor" value="#AD1A22"></param><param name="flashvars" value="messageID=XPB8-OQ29-6YXS-RBDK-P1Q4&#038;embedID=664&#038;"></param><embed src="http://www.dylanmessaging.com/assets/flash/message-embedded.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="450" height="341" bgcolor="#AD1A22" flashvars="messageID=XPB8-OQ29-6YXS-RBDK-P1Q4&#038;embedID=664&#038;"></embed></object></p>
<p>(você pode fazer isso com qualquer mensagem. a dica é do <a href="http://www.simviral.com/2007/09/bob-dylan-uma-acao-moderna-para-um-cd.html">Rafael Ziggy</a>)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Programa novo no Som no Blog</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2007/08/27/programa-novo-no-som-no-blog/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 03:22:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Podcast atualizado hoje, sobre documentários de revivals musicais. Passa lá e ouça, tá bacana. Editar o programa me consumiu o tempo do domingo, por isso amanhã falo sobre o dia 2 do Blogcamp. Enquanto isso, algumas fotos minhas já estão no Flickr. E da galera também.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Podcast atualizado hoje, sobre <strong>documentários de revivals musicais</strong>. <a href="http://www.somnoblog.com/2007/08/27/revivals-musicais/" target="_blank">Passa lá e ouça</a>, tá bacana.</p>
<p>Editar o programa me consumiu o tempo do domingo, por isso amanhã falo sobre o dia 2 do Blogcamp. Enquanto isso, <a href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/tags/blogcampsp/" target="_blank">algumas fotos minhas</a> já estão no Flickr.  <a href="http://www.flickr.com/search/?w=all&amp;q=blogcamp&amp;m=tags" target="_blank">E da galera também</a>.</p>
]]></content:encoded>
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