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	<title>Entendendo o Mundo &#187; trabalho</title>
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	<description>Blog de Anderson Costa</description>
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		<title>Empreendedor no Brasil também tem Extreme Makeover</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2010/12/17/empreendedor-no-brasil-tambem-tem-extreme-makeover/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 20:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na última quarta-feira estive a convite do Itaú na Microsoft Brasil para acompanhar o final do Extreme Makeover empresarial que a revista Pequenas Empresas &#38; Grandes Negócios promove. As empresas assessoradas estavam lá &#8211; Joel Aleixo, Platô Buffet e DeliCake - contando suas experiências com o projeto. Desde lojas de cupcakes até buffets. Essas empresas ganharam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Agora os empresários ajudados no projeto se juntam ao Max no palco. De buffet a loja de florais. by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/5263639211/"><img src="http://farm6.static.flickr.com/5045/5263639211_ae238dd172.jpg" alt="Agora os empresários ajudados no projeto se juntam ao Max no palco. De buffet a loja de florais." width="500" height="374" /></a></p>
<p>Na última quarta-feira estive a convite do Itaú na Microsoft Brasil para acompanhar o final do <a href="http://colunas.pegn.globo.com/extrememakeover/" target="_blank">Extreme Makeover empresarial</a> que a revista Pequenas Empresas &amp; Grandes Negócios promove. As empresas assessoradas estavam lá &#8211; Joel Aleixo, Platô Buffet e DeliCake - contando suas experiências com o projeto. Desde lojas de cupcakes até buffets.</p>
<p>Essas empresas ganharam um &#8220;extreme makeover&#8221; de verdade. Maquinário de informática, assessoria financeira e até sites corporativos novos (feitos com <a href="http://www.silverlight.net/" target="_blank">Silverlight</a>, lógico). Por 6 meses há toda a adaptação a isso além de reuniões constantes com consultores do Itaú e da Microsoft, além de parceiros que ajudam desde a logística até o branding. Uma oportunidade e tanto para os empresários.</p>
<p>Também se falou bastante de soluções tecnológicas que foram implementadas. Por exemplo, no caso do buffet, que agora tem uma agenda compartilhada online com todos os eventos pendentes. Uma coisa que achamos simples, mas que eles ainda definiam no quadro branco da empresa, que nunca podia ser apagado.</p>
<p>O mais legal foi a descoberta. Eu não conhecia a iniciativa, mesmo ela já tendo 5 anos. Ou a revista PEGN está divulgando pouco suas ações, ou nós estamos trafegando em redes que não se cruzam com outras. Me senti descobrindo coisas novas mesmo já sabendo um monte sobre empreendedorismo. E isso é bom. Saudável, eu diria.</p>
<p>Quem apresentou foi o &#8220;caipira&#8221; Max Gheringer, que por pouco escapou de mim para um vídeo pro Movebla. Pena. Da próxima ele não escapa.</p>
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		<title>[coworking] dica 4: em casa tamb&#233;m se trabalha</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2010/02/01/coworking-dica-4-em-casa-tambm-se-trabalha/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 02:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[coworking]]></category>
		<category><![CDATA[home office]]></category>
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		<description><![CDATA[Espaços de coworking, apesar de poucos, já existem. Mas nem sempre todo mundo pode arcar com as despesas mensais de um espaço. Ainda mais quem está começando. Por isso muita gente monta seu home office. Aqui entre nós, do jeito que está caótico sair com qualquer meio de transporte em São Paulo, essa é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espaços de coworking, apesar de poucos, já existem. Mas nem sempre todo mundo pode arcar com as despesas mensais de um espaço. Ainda mais quem está começando. Por isso muita gente monta seu home office. Aqui entre nós, do jeito que está caótico sair com qualquer meio de transporte em São Paulo, essa é a melhor idéia possível. Não digo nada se daqui a uns 2 anos acontecer uma “migração” de trabalhadores para home offices. Reduz os custos de ambas as partes: empregadores e empregado.</p>
<p>Eu trabalho como autônomo e apesar de usar alguns espaços de coworking preferi estabelecer minha casa como quartel-general. Mas quando comecei a imaginar como seria, veio um problema: Vou me casar no fim do ano e ainda moro com meus pais. E enquanto procuramos uma casa, teria que me virar por aqui mesmo, mas sem fazer grandes reformas ou buracos nas paredes. Seria o menos intrusivo possível. E assim comecei a imaginar o meu “puxadinho”, como carinhosamente o chamo aqui. Vejam aí como ele está hoje, que depois da foto eu detalho.</p>
<p><a title="A mesa de trabalho | My home office by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276966870/"><img alt="A mesa de trabalho | My home office" src="http://farm5.static.flickr.com/4014/4276966870_2049aa7858.jpg" width="500" height="375" /></a></p>
<p>A primeira escolha óbvia foi NÃO trabalhar no quarto para evitar a sensação de que estou descansando ou de férias. E o quarto aqui em casa é um lugar muito quente, especialmente no verão. Então escolhi um lugar na sala, embaixo da escada (onde corre um vento bem agradável e não atrapalha a passagem), em frente a uma prateleira velha de madeira. Não chega a ser incômodo. Meus pais assistem TV, conversam, mas quando eu preciso focar no meu trabalho uso fones de ouvido. No quarto só ficou o roteador wireless, que agora trabalha como nunca.</p>
<p>Em seguida fui numa loja de móveis de escritório usados e comprei a mesa por R$ 150. Como ela é pequena, provavelmente vai com a gente na mudança. Ela ficou num tamanho bacana perto da prateleira, que serve como uma continuação de escrivaninha para mim, onde coloco livros, revistas e uns brinquedos. </p>
<p>Mas tinha ainda o problema da postura. Começou a ficar incômodo trabalhar com o notebook baixo e meu pescoço pra frente. Aquela corcunda que depois vira algo pior, sabe? Fiz mais algumas mudanças e o resultado é este:</p>
</p>
<p> <a title="A mesa, pronta | My home office by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276967750/"><img alt="A mesa, pronta | My home office" src="http://farm5.static.flickr.com/4062/4276967750_62d47acd3b.jpg" width="500" height="375" /></a>
<p>Decidi fixar meu velho laptop HP em terra-firme pois o peso do danado já incomodava minhas costas. Então comprei via Mercado Livre uma base <a href="http://h10025.www1.hp.com/ewfrf/wc/product?product=1845158&amp;lc=en&amp;cc=us&amp;dlc=en&amp;lang=en&amp;cc=us" target="_blank">XB3000</a>, própria para os notebooks da HP, que funciona como expansão do note. Ela tem mais 6 hubs USB, onde fixo a impressora, o HD externo e o fone de ouvido quando preciso. Fora o hub para o sensor do mouse e teclado sem fio, que já vieram com a base. Com isso, o notebook virou um micro de mesa, bem razoável. E para sair, agora eu levo um netbook LG XL-120 que dá conta do recado. Os arquivos entre as máquinas são sincronizados via <a href="https://www.dropbox.com/referrals/NTIwMTcxODU5" target="_blank">DropBox</a>.</p>
<p>Ainda <a href="http://www.samshiraishi.com/dicas-simples-e-rapidas-para-ativar-a-energia-da-vida-profissional/" target="_blank">aproveitei a dica da Sam</a> e deixei o porta-retrato do lado direito, para harmonizar com o Feng Shui. =D</p>
<p> <a title="Fios presos by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276971138/"><img alt="Fios presos" src="http://farm5.static.flickr.com/4057/4276971138_5562b293e5.jpg" width="500" height="375" /></a>
<p>Pra evitar furos na parede e também na mesa, comprei alguns ganchos adesivos da 3M, <a href="http://www.kalunga.com.br/product.asp?category%5Fdisplay%5Fname=&amp;category%5Fname=C7%7CEquipamentos+%26+M%F3veis&amp;catalog%5Fname=KommerceII&amp;product%5Fid=673230" target="_blank">que comprei na Kalunga</a>. Uns para pendurar as extensões e outros para juntar fios. Assim eu evito aquela macarronada de fios no chão e facilito a limpeza: é só mover a mesa que os fios vão junto. </p>
<blockquote><p><em>Um update rápido: Também comprei velcros para enrolar os fios, graças a uma dica da amiga Juliana </em><a href="http://twitter.com/garciasales" target="_blank"><em>Garcia Sales</em></a><em>.</em></p>
</blockquote>
<p>Lógico que essa é a solução que resolveu o MEU problema. Se você lê este post e procura algo para home office, creio que cada caso é um caso. Um bom lugar para você se inspirar é o grupo do blog Lifehacker no Flickr, o <a href="http://www.flickr.com/groups/lifehacker-workspace-showandtell/pool/" target="_blank">Workspace Show and Tell</a>. Pessoas do mundo inteiro postam fotos de seus home offices customizados e contam como fizeram tudo funcionar. Essas fotos estão lá também. Afinal, é compartilhando que se aprende.</p>
<p>E é isso. Agora trabalho em casa com um pouco mais de conforto. Mas nem tudo é lindo. Trabalhar em casa tem todos os infortúnios possíveis de uma casa: vizinhos, barulho de crianças em férias, vícios alimentares… Tem que ter muito autocontrole para não se deixar distrair. E um fone potente.</p>
<p>Um costume comum a quem trabalha em casa é perder a noção do tempo e do horário de trabalho. E aí o que era para ser feito de tarde só se conclui de madrugada, e por aí vai. Não fique na frente do computador o dia inteiro. Crie horários para ficar na frente da mesa, assim como teria se estivesse em uma empresa. </p>
<p>Lembrando que trabalhar em casa não é ficar em casa para sempre. Reuniões ainda existem. Networking ainda existe. Pratique.</p>
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		<title>Finalmente, um pouco de Campus Party</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 21:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2010/01/DSC05099.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-324" title="DSC05099" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2010/01/DSC05099-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Esse é o primeiro ano em que acompanho a Campus Party a trabalho. Além de cobrir para o ClaroBlog, estou trabalhando remotamente daqui em outros projetos. Fiz daqui um espacinho de coworking. Mas tá muito puxado. Vai cobrir palestra ali, termina um PPT aqui, sai pra reunião, volta pra outra palestra&#8230; Tanto que meu corpo já sentiu e escrevo esse post enquanto gozo de uma bela gripe que deixa meu corpo quase imóvel de vontade.</p>
<p>A Campus Party é um baita espaço pra reencontrar velhos amigos e refazer conexões que ficam muito digitais no dia a dia. Tive pouco tempo para isso, mas sempre cruzo com alguém conhecido. Amigos na assessoria de imprensa, em stands, no Campus Blog, na sala de imprensa&#8230;. E conheci gente nova também. Mas justamente o ruim de vir a trabalho é isso. Até algumas iniciativas eu acompanhei puramente por interesses profissionais. Sinto falta do blogueiro moleque aqui, deslumbrado com as coisas novas.</p>
<p>Agora que gripei e a labuta diminuiu um pouco, decidi escrever. Pra dar impressões gerais mesmo. Primeiramente, sobre a turma engajada em educação. Não sei se sou eu, mas onde estava esse povo em 2009? Poxa, como a discussão amadureceu, evoluiu. Principalmente nas iniciativas envolvendo redes sociais, engajamento&#8230; Fiquei bem feliz com isso. É o único trabalho onde copiar uma coisa do outro é algo mais que bem-vindo, porque é em prol de um bem que nosso país pouco oferece.</p>
<p>O Campus Blog se consagra definitivamente como a área que mais atrai gente pro evento. Acho que nas próximas edições eles &#8220;declaram independência&#8221;. E o nome também deve mudar. Blog é pouco pra taguear o monte de conteúdo gerado aqui. Claro, os blogueiros ainda são a maioria. Mas agora é mais diverso: flickeiros, twitteiros, especialistas, gente fazendo ação publicitária, etc. Faz sentido se você pensar na egotrip gigante que rola por aqui. É muita mídia misturada e muita autopromoção.</p>
<p>Por outro lado, houve uma diminuição sensível nas outras áreas. Fotografia se integrou com Design e Vídeo para uma área só. Se isso quer dizer algo, eu não sei. Mas a rotina aqui realmente é pesada, especialmente para quem vem de outro Estado. Mesmo assim, são mundos tão diferentes daqui dos blogueiros, que são beta testers eternos de mídias sociais novas. Lá eles ainda se reúnem naqueles fóruns old school, e funciona muito bem. A comunidade do casemodding que o diga.</p>
<p>O conteúdo das palestras é bom, mas inaudível em alguns casos. É mais jogo sentar nas bancadas e assistir por streaming do que chegar perto das cadeiras. Ah, pelo menos tem poltronas de verdade e pontos de rede em quase todo canto. Pena não ter uma rede wi-fi confiável para dar mais mobilidade pra galera. Falando nisso, meu netbook se adaptou bem. Leve, rápido e faz o que eu preciso. Não dá pra abusar, lógico. E tem muita gente aqui com um.</p>
<p>A mídia de massa também está mais presente. A TV Cultura tem uma área de cobertura exclusiva. A MTV gravou vários programas daqui, tanto para TV quanto para o portal. E fora outras redes e portais. A todo momento sai uma notinha do puxadinho da imprensa. Eu preferi não ficar lá pra não ter a visão limitada da casinha. Estou em todo o canto por aqui.</p>
<p>Mas por hoje, missão cumprida.</p>
<p>Ainda não acabou. Quero vir no sábado, mas só pra se divertir e conversar decentemente com todos. Afinal, essa é a verdadeira megaconexão da Campus Party:  a de pessoas.</p>
<p>PS: na outra conexão, eu baixei 200GB. Nuff&#8217; Said. =D</p>
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		<title>Como &#233; ser pessoa jur&#237;dica</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 17:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois que saí da TV1 em março, fiquei meio aflito para arranjar emprego. Aí um freela apareceu. E depois outro. E outro, e outro. E de trabalho em trabalho agora eu tenho uma empresa. Sério, com CNPJ e tudo. Tinha que dar vazão oficial tanto para meu controle quanto para o fisco. Abrir uma empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que saí da TV1 em março, fiquei meio aflito para arranjar emprego. Aí um freela apareceu. E depois outro. E outro, e outro. E de trabalho em trabalho agora eu tenho uma empresa. Sério, com CNPJ e tudo. Tinha que dar vazão oficial tanto para meu controle quanto para o fisco. </p>
<p>Abrir uma empresa no Brasil ainda é um tormento, mas pelo que entendi ficou mais fácil. Especialmente com a digitalização de alguns serviços. O tempo ainda é de 40 dias aproximadamente. Mas as etapas são menos tortuosas. Devo reconhecer que alguns pontos melhoraram e outros não tem muita explicação.</p>
<p>Algumas das partes boas. O serviço de contabilidade que contratei está me ajudando muito. Aliás, eles já estão na era digital: tudo é arquivado digitalmente também. Boletos, impostos, contratos… Eu controlo tudo via uma intranet que eles disponibilizam, e também espelho isso no meu PC e em algumas pastas virtuais, imprimindo os documentos em PDF.</p>
<p>Outra mão na roda é a emissão de nota fiscal. Em São Paulo, por exemplo, é toda digital. Você emite pelo site da Prefeitura e o sistema encaminha para o email da empresa. Simples assim. Nada de talões e papéis carbono. </p>
<p>Um entrave é o cadastramento em alguns serviços, como a conectividade na Caixa Econômica. Eles me fizeram voltar ao disquete de 3 1/4. Sério. E a falta de um cadastro único nesses serviços faz com que você tenha um número na prefeitura, outro na Receita, outro na Previdência Social… E a carga de impostos ainda é pesada. Só compensa se você tiver uma renda boa com seus projetos.</p>
<p>Alguns investimentos necessários além de toda a abertura da empresa: uma impressora multifuncional, para escanear documentos quando for preciso. Cartões de visita. E um certo cuidado com backups de trabalhos. Ainda não comprei um novo HD externo só para isso, mas estou seriamente tentado.</p>
<p>Antes de tudo, ser pessoa jurídica me fez mudar de postura. E isso é bom. Especialmente num ano bom profissionalmente como foi 2009.</p>
<p>Mas ter um CPNJ e uma separação jurídica da sua renda é só um suporte. Quando você abre uma empresa, tem dois caminhos distintos a seguir: ou a empresa é só algo que você vai usar para emitir notas, ou será a plataforma para a expansão de um negócio próprio. Eu gosto de pensar na segunda opção e é nela que estou investindo. Não se arranja negócios sentado na cadeira o dia inteiro. Quer dizer, até arranja, mas não o bastante para se manter como referência no que você faz. O bom e velho networking ainda ajuda, e muito.</p>
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		<title>A Casa das Sete Velhinhas</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 04:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como descrever esta casa? É sem dúvida uma casa de campo com um misto de casa de boneca, lembrando também a casa dos três (ou sete?) ursinhos, muito aconchegante, cheia de objetos, fotos e muita, mas muita história registrada em todos os detalhes. Foi visitando cada quarto, sala e cantinho que Mily e Jacy, as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Como descrever esta casa? É sem dúvida uma casa de campo com um misto de casa de boneca, lembrando também a casa dos três (ou sete?) ursinhos, muito aconchegante, cheia de objetos, fotos e muita, mas muita história registrada em todos os detalhes. Foi visitando cada quarto, sala e cantinho que Mily e Jacy, as duas que freqüentam os cursos do IG e que, portanto, eram minhas conhecidas, foram nos introduzindo a este mundo mágico de harmoniosa convivência de fim de semana, entre este grupo cuja idade média gira em torno de 78 anos.</p></blockquote>
<p>Como parte do meu trabalho em divulgar o concurso Talentos da Maturidade, vale ler este texto. É uma história de vida contada pela Paula Travassos, terapeuta ocupacional e consultora do concurso. Para ler,<a href="http://www.talentosdamaturidade.com.br/viva-melhor/noticia?id=1&amp;tit=2"> clique aqui.</a></p>
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		<title>[coworking] dica 1: cafeteria n&#227;o &#233; home office</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 00:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguns de vocês já sabem que estou trabalhando em casa agora, com diversos projetos. No começo fiquei um pouco assustado, mas hoje nem dá tempo de se assustar de tão ocupado que estou. Essa nova rotina me levou a mudar algumas coisas na maneira como eu uso o computador e até na maneira de me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pleasewait/2602947663/"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="2602947663_5992e54452" border="0" alt="2602947663_5992e54452" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/2602947663_5992e54452.jpg" width="495" height="331" /></a> </p>
<p>Alguns de vocês já sabem que estou trabalhando em casa agora, com diversos projetos. No começo fiquei um pouco assustado, mas hoje nem dá tempo de se assustar de tão ocupado que estou. Essa nova rotina me levou a mudar algumas coisas na maneira como eu uso o computador e até na maneira de me organizar para trabalhar de qualquer lugar. Até para melhorar a produtividade e alternar tranquilo entre um projeto e outro. É o que chamam por aí de <strong>coworking.</strong> Vou publicar no blog uma série de dicas sobre isso e espero que ajude alguém.</p>
<p>A primeira coisa que precisei fazer foi trabalhar remotamente de alguns locais fora de casa. Para isso, dependi de hotspots por muito tempo. Cafeterias, restaurantes e outros locais públicos com acesso Wi-Fi são ótimos para quem busca conexões esporádicas em trânsito. Em São Paulo há muitas opções e virou uma coisa normal chegar numa Starbucks, por exemplo, e avistar um mar de notebooks ligados, como se fosse uma lan house. </p>
<p>Mas para aproveitar melhor esses lugares precisei aprender alguns macetes. Tenho lido alguns blogs que falam bastante disso, como o <a href="http://lifehacker.com/" target="_blank">Lifehacker</a> e o <a href="http://www.efetividade.net/" target="_blank">Efetividade</a>. E tanto de lá quanto de experiência pessoal consegui aprender alguma coisa. Confere aí.</p>
<p><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/pery3k/294413042" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="294413042_60d0ed9e2a" border="0" alt="294413042_60d0ed9e2a" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/294413042_60d0ed9e2a.jpg" width="476" height="341" /></a> </strong></p>
<p><strong>Hotspot Free é melhor que pago:</strong> E não é só por causa do grátis, não. Por incrível que pareça, as redes Vex, que dominam boa parte dos hotspots de São Paulo tem uma qualidade sofrível. A conexão cai direto, não é rápida e o preço não é atrativo. Os locais com conexão grátis tem uma qualidade muito boa. Frequento pelo menos 4 lugares assim e nunca tive do que reclamar. Se você quiser, <a href="http://zappa.cc/cowork/" target="_blank">neste site tem uma lista</a> colaborativa dos hotspots free em São Paulo, com direito a localização em mapa.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/leecullivan/224407621" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="224407621_2b7f33e02f" border="0" alt="224407621_2b7f33e02f" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/224407621_2b7f33e02f.jpg" width="479" height="321" /></a> </p>
<p><strong>Não abuse do tempo:</strong> lugares públicos foram feitos para que você passe pouco tempo neles. Por isso não invente de passar um dia inteiro num Starbucks, por exemplo. Não há ergonomia nenhuma nas cadeiras e sofás de cafeterias, mesmo que elas passem essa impressão. O ideal é que você fique no máximo umas 2 horas trabalhando. Mais do que isso, as costas e os braços (se você tem tendinite) começam a incomodar porque a postura não existe. Outro ponto que não ajuda é a luz natural das cafeterias que é baixa. Se você fica muito tempo olhando para a tela do notebook em um ambiente escuro a vista começa a incomodar e lacrimejar demais.</p>
<p>Se você precisa trabalhar mais tempo fora, o que recomendo é alugar horas em locais próprios para o co-work, como o <a title="Espaço de trabalho colaborativo em São Paulo" href="http://www.the-hub.com.br/" target="_blank">Hub</a>.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/lincolnblues/3261373417" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="3261373417_abcf2e7cfa" border="0" alt="3261373417_abcf2e7cfa" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3261373417_abcf2e7cfa.jpg" width="476" height="321" /></a> </p>
<p><strong>Varie o cardápio:</strong> é normal tomarmos um cafezinho enquanto trabalhamos. Se você começa a ir muito nesses lugares para trabalhar, só o café já começa a enjoar. Varie os pedidos: um cappuccino, um chá gelado, bolinhos, pão de queijo, suco natural. Mas evite almoçar em cafeterias. Vá a um restaurante e coma com calma e tranqulidade, e depois sim o trabalho. Lembre-se: trabalhando fora, quem gerencia seu tempo é você.</p>
<p>&#160;<a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3686906938_92ec251cd3.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="3686906938_92ec251cd3" border="0" alt="3686906938_92ec251cd3" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3686906938_92ec251cd3_thumb.jpg" width="462" height="348" /></a> </p>
<p><strong>Seja discreto:</strong> muitos desses lugares tem ladrões por perto só de olho nos clientes e suas mochilas protuberantes. Eu mesmo já soube de três casos assim em um mês apenas. O ideal é você investir na mochila. Procure modelos mais discretos. Marcas como Targus e Samsonite já são muito visadas porque são modelos feitos para notebook e o ladrão já sabe o que vai encontrar lá. Prefira modelos com cores escuras e formatos intermediários. Para proteger o notebook lá dentro, vale usar uma capa de neoprene, que sai uns R$ 45 e protege o note em uma mala que não tenha o compartimento para tal. </p>
<p>Tá certo que a capa vai dentro da mochila, mas melhor isso do que dar bandeira e perder dias de trabalho num roubo. E os modelos intermediários também são mais baratos que as mochilhas próprias para notebook.</p>
<p>Ah, e procure entrar e sair sem dar muita bandeira com gadgets na mão. Use-os somente já dentro do estabelecimento.</p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3382234658_ef8af3d262.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="3382234658_ef8af3d262" border="0" alt="3382234658_ef8af3d262" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3382234658_ef8af3d262_thumb.jpg" width="444" height="336" /></a> </p>
<p><strong>Energia:</strong> prefira sempre as mesas com uma tomada por perto. Caso contrário, você já tem tempo certo para permanecer no lugar: o quanto durar a bateria. Se você só vai ver emails e sair, não precisa de tomada e pode ocupar qualquer lugar. </p>
<p>…</p>
</p>
<p>É isso, por enquanto. Vou falar de outras coisas aqui em breve, como o que levar em uma mochila e como organizar sua casa para o trabalho. Espero que essas dicas ajudem vocês.</p>
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		<title>Quem l&#234; tanta not&#237;cia?</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2009/06/05/quem-l-tanta-notcia/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 03:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[redação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[jornais]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, ao cobrir um evento corporativo fechado, ouvi uma informação interessante sobre o real motivo do cancelamento das assinaturas de jornais. Segundo o prof. Luis Lobão, da Fundação Dom Cabral, que conversou com pelo menos dois grandes grupos de mídia, não é a internet nem a falta de tempo o grande motivo. Bom, na verdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, ao cobrir um evento corporativo fechado, ouvi uma informação interessante sobre o real motivo do cancelamento das assinaturas de jornais. Segundo o prof. Luis Lobão, da Fundação Dom Cabral, que conversou com pelo menos dois grandes grupos de mídia, não é a internet nem a falta de tempo o grande motivo. </p>
<p>Bom, na verdade é e não é.</p>
<p>A real é: os assinantes estão morrendo. Sério. A base de assinantes dos jornais ainda está na casa dos 30 anos pra cima. E não há renovação etária, pois a nova geração não está assinando jornais. Esse povo com menos de 30 anos já nasceu do lado da tecnologia. </p>
<p>O que está causando a primeira grande mudança de paradigma: você não lê mais o jornal para se atualizar no momento, e sim para saber o que perdeu durante a semana. </p>
<p>Ou seja, o jornal caminha para ser leitura de nicho. Pelo menos se ninguém correr atrás e reinventar o negócio. No Brasil já foram dois jornais a falir. Mais recentemente, a Gazeta Mercantil nos deixou. Fica o alerta: as mudanças de comportamento do leitor estão ocorrendo bem mais rápido do que os avanços da mídia. </p>
<p>Dá o que pensar, né?</p>
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		<title>A vida com um notebook [em outubro]</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 23:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas dicas para alguém que , como eu, precisa usar um notebook no trabalho diário: não use a bateria conectada no notebook se ele passa boa parte do tempo na tomada. Se o note ficar na tomada por muito tempo, retire a bateria. Isso porque se bateria e tomada estão juntas, a energia recarrega constantemente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Note com Vision Skin by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/2739445005/"><img height="309" alt="Note com Vision Skin" src="http://farm4.static.flickr.com/3276/2739445005_2809ae03be.jpg" width="412"></a></p>
<p>Algumas dicas para alguém que , como eu, precisa usar um notebook no trabalho diário:</p>
<ul>
<li>não use a bateria conectada no notebook se ele passa boa parte do tempo na tomada. Se o note ficar na tomada por muito tempo, retire a bateria. Isso porque se bateria e tomada estão juntas, a energia recarrega constantemente a bateria, o que diminui a vida útil dela.
<li>se for usar a bateria somente, gaste-a até ela pedir água e aí sim recarregue. novamente, em prol da vida longa da bateria.
<li>depois de um tempo, os notebooks costumam esquentar demais. comprar uma base com cooler é um bom investimento, pois ele esfria o aparelho e evita superaquecimento. eu comprei um da CoolerMaster e pra mim funciona bem, mas não é algo móvel. É um acessório para deixar no lugar onde você mais usa o note parado.
<li>se você usa o Vista, vale economizar alguns recursos da máquina para melhor rendimento, como a Sidebar e a interface Aero. Isso é chato, reconheço, mas ajuda um bocado na performance. Outra ação é dar uma olhada <a title="Blog bem legal sobre Windows que descobri recentemente" href="http://www.winajuda.ig.com.br/2008/10/17/teched-2008-otimizando-o-windows-vista/" target="_blank">neste post do WinAjuda</a> e ver o que mais ainda dá pra fazer.
<li>o wi-fi é sensacional para mover o notebook pra cima e pra baixo, mas um ponto de rede também ajuda. Mas isso é somente se você usa ele muito tempo parado em um lugar: desligue o radio wi-fi e mantenha ele ligado por um cabo. Além da performance de rede aumentar, economiza energia.
<li>se for usar ele na sala ou no quarto, evite usá-lo no sofá ou na cama ou em alguma superfície macia, porque os panos podem evitar a saída de ar do notebook e acelerar o aquecimento da máquina, levando até a um curto-circuito.
<li>ao usar o note só com a bateria, evite as multitarefas. Abrir uma planilha de Excel e o Firefox enquanto você ouve MP3 no iTunes só vai acelerar o consumo de energia. Se possível, faça uma coisa de cada vez.
<li>ao sair para almoçar ou ir para uma reunião, em vez de desligar o note simplesmente use a opção &#8220;hibernar&#8221;. Ela é mais demorada para reiniciar, mas desliga a máquina com uma &#8220;foto&#8221;do sistema como estava, economizando recursos. </li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não sei se ajudei ou atrapalhei, mas são coisas que eu notei no meu uso diário e venho seguindo. Se vocês tiverem mais dicas, podemos compartilhar aqui.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um pouquinho vira um poucão</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2008/07/16/um-pouquinho-vira-um-poucao/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 12:50:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[casa ninho]]></category>
		<category><![CDATA[doações]]></category>
		<category><![CDATA[trampo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um post rápido pra divulgar uma ação bacana aqui da casa. A galera do nosso departamento comercial começou a arrecadar, no mês passado, doações para ajudar uma Casa de Apoio à Crianças Carentes com Câncer, a Casa Ninho. A Adriana, uma das gerentes da área, já contribui para a Casa há algum tempo. Em alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um post rápido pra divulgar uma ação bacana aqui da casa.</p>
<p>A galera do nosso departamento comercial começou a arrecadar, no mês passado, doações para ajudar uma Casa de Apoio à Crianças Carentes com Câncer, a <a href="http://www.casaninho.com.br" target="_blank">Casa Ninho</a>. A Adriana, uma das gerentes da área, já contribui para a Casa há algum tempo.</p>
<p>Em alguns dias eles anunciaram aqui na empresa e entre amigos que estavam arrecadando essas doações. Esperava-se um valor mínimo para ajudar o pessoal da Casa Ninho, mas as doações foram aumentando e em pouco tempo, entre alguns alimentos, roupas e sapatos, o valor arrecadado serviu para comprar mais de 1000 fraldas descartáveis dos tamanhos mais utilizados pelas crianças da Casa.</p>
<p>Infelizmente na hora da entrega eles não puderam tirar fotos, mas a visita foi muito legal.</p>
<p>Achei legal essa história de como se espera um pouquinho das pessoas e na verdade se tem um poucão. Fica aí a dica para você replicar esse tipo de ação na sua empresa, na sua casa, na sua comunidade. Você também pode se surpreender. E sinceramente, espero que isso aconteca como aconteceu aqui.</p>
]]></content:encoded>
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