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	<title>Entendendo o Mundo</title>
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	<description>Blog de Anderson Costa</description>
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		<title>[coworking] dica 4: em casa tamb&#233;m se trabalha</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 02:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[home office]]></category>
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		<description><![CDATA[Espaços de coworking, apesar de poucos, já existem. Mas nem sempre todo mundo pode arcar com as despesas mensais de um espaço. Ainda mais quem está começando. Por isso muita gente monta seu home office. Aqui entre nós, do jeito que está caótico sair com qualquer meio de transporte em São Paulo, essa é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Espaços de coworking, apesar de poucos, já existem. Mas nem sempre todo mundo pode arcar com as despesas mensais de um espaço. Ainda mais quem está começando. Por isso muita gente monta seu home office. Aqui entre nós, do jeito que está caótico sair com qualquer meio de transporte em São Paulo, essa é a melhor idéia possível. Não digo nada se daqui a uns 2 anos acontecer uma “migração” de trabalhadores para home offices. Reduz os custos de ambas as partes: empregadores e empregado.</p>
<p>Eu trabalho como autônomo e apesar de usar alguns espaços de coworking preferi estabelecer minha casa como quartel-general. Mas quando comecei a imaginar como seria, veio um problema: Vou me casar no fim do ano e ainda moro com meus pais. E enquanto procuramos uma casa, teria que me virar por aqui mesmo, mas sem fazer grandes reformas ou buracos nas paredes. Seria o menos intrusivo possível. E assim comecei a imaginar o meu “puxadinho”, como carinhosamente o chamo aqui. Vejam aí como ele está hoje, que depois da foto eu detalho.</p>
<p><a title="A mesa de trabalho | My home office by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276966870/"><img alt="A mesa de trabalho | My home office" src="http://farm5.static.flickr.com/4014/4276966870_2049aa7858.jpg" width="500" height="375" /></a></p>
<p>A primeira escolha óbvia foi NÃO trabalhar no quarto para evitar a sensação de que estou descansando ou de férias. E o quarto aqui em casa é um lugar muito quente, especialmente no verão. Então escolhi um lugar na sala, embaixo da escada (onde corre um vento bem agradável e não atrapalha a passagem), em frente a uma prateleira velha de madeira. Não chega a ser incômodo. Meus pais assistem TV, conversam, mas quando eu preciso focar no meu trabalho uso fones de ouvido. No quarto só ficou o roteador wireless, que agora trabalha como nunca.</p>
<p>Em seguida fui numa loja de móveis de escritório usados e comprei a mesa por R$ 150. Como ela é pequena, provavelmente vai com a gente na mudança. Ela ficou num tamanho bacana perto da prateleira, que serve como uma continuação de escrivaninha para mim, onde coloco livros, revistas e uns brinquedos. </p>
<p>Mas tinha ainda o problema da postura. Começou a ficar incômodo trabalhar com o notebook baixo e meu pescoço pra frente. Aquela corcunda que depois vira algo pior, sabe? Fiz mais algumas mudanças e o resultado é este:</p>
</p>
<p> <a title="A mesa, pronta | My home office by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276967750/"><img alt="A mesa, pronta | My home office" src="http://farm5.static.flickr.com/4062/4276967750_62d47acd3b.jpg" width="500" height="375" /></a>
<p>Decidi fixar meu velho laptop HP em terra-firme pois o peso do danado já incomodava minhas costas. Então comprei via Mercado Livre uma base <a href="http://h10025.www1.hp.com/ewfrf/wc/product?product=1845158&amp;lc=en&amp;cc=us&amp;dlc=en&amp;lang=en&amp;cc=us" target="_blank">XB3000</a>, própria para os notebooks da HP, que funciona como expansão do note. Ela tem mais 6 hubs USB, onde fixo a impressora, o HD externo e o fone de ouvido quando preciso. Fora o hub para o sensor do mouse e teclado sem fio, que já vieram com a base. Com isso, o notebook virou um micro de mesa, bem razoável. E para sair, agora eu levo um netbook LG XL-120 que dá conta do recado. Os arquivos entre as máquinas são sincronizados via <a href="https://www.dropbox.com/referrals/NTIwMTcxODU5" target="_blank">DropBox</a>.</p>
<p>Ainda <a href="http://www.samshiraishi.com/dicas-simples-e-rapidas-para-ativar-a-energia-da-vida-profissional/" target="_blank">aproveitei a dica da Sam</a> e deixei o porta-retrato do lado direito, para harmonizar com o Feng Shui. =D</p>
<p> <a title="Fios presos by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276971138/"><img alt="Fios presos" src="http://farm5.static.flickr.com/4057/4276971138_5562b293e5.jpg" width="500" height="375" /></a>
<p>Pra evitar furos na parede e também na mesa, comprei alguns ganchos adesivos da 3M, <a href="http://www.kalunga.com.br/product.asp?category%5Fdisplay%5Fname=&amp;category%5Fname=C7%7CEquipamentos+%26+M%F3veis&amp;catalog%5Fname=KommerceII&amp;product%5Fid=673230" target="_blank">que comprei na Kalunga</a>. Uns para pendurar as extensões e outros para juntar fios. Assim eu evito aquela macarronada de fios no chão e facilito a limpeza: é só mover a mesa que os fios vão junto. </p>
<blockquote><p><em>Um update rápido: Também comprei velcros para enrolar os fios, graças a uma dica da amiga Juliana </em><a href="http://twitter.com/garciasales" target="_blank"><em>Garcia Sales</em></a><em>.</em></p>
</blockquote>
<p>Lógico que essa é a solução que resolveu o MEU problema. Se você lê este post e procura algo para home office, creio que cada caso é um caso. Um bom lugar para você se inspirar é o grupo do blog Lifehacker no Flickr, o <a href="http://www.flickr.com/groups/lifehacker-workspace-showandtell/pool/" target="_blank">Workspace Show and Tell</a>. Pessoas do mundo inteiro postam fotos de seus home offices customizados e contam como fizeram tudo funcionar. Essas fotos estão lá também. Afinal, é compartilhando que se aprende.</p>
<p>E é isso. Agora trabalho em casa com um pouco mais de conforto. Mas nem tudo é lindo. Trabalhar em casa tem todos os infortúnios possíveis de uma casa: vizinhos, barulho de crianças em férias, vícios alimentares… Tem que ter muito autocontrole para não se deixar distrair. E um fone potente.</p>
<p>Um costume comum a quem trabalha em casa é perder a noção do tempo e do horário de trabalho. E aí o que era para ser feito de tarde só se conclui de madrugada, e por aí vai. Não fique na frente do computador o dia inteiro. Crie horários para ficar na frente da mesa, assim como teria se estivesse em uma empresa. </p>
<p>Lembrando que trabalhar em casa não é ficar em casa para sempre. Reuniões ainda existem. Networking ainda existe. Pratique.</p>
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		<title>Finalmente, um pouco de Campus Party</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 21:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[
Esse é o primeiro ano em que acompanho a Campus Party a trabalho. Além de cobrir para o ClaroBlog, estou trabalhando remotamente daqui em outros projetos. Fiz daqui um espacinho de coworking. Mas tá muito puxado. Vai cobrir palestra ali, termina um PPT aqui, sai pra reunião, volta pra outra palestra&#8230; Tanto que meu corpo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2010/01/DSC05099.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-324" title="DSC05099" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2010/01/DSC05099-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Esse é o primeiro ano em que acompanho a Campus Party a trabalho. Além de cobrir para o ClaroBlog, estou trabalhando remotamente daqui em outros projetos. Fiz daqui um espacinho de coworking. Mas tá muito puxado. Vai cobrir palestra ali, termina um PPT aqui, sai pra reunião, volta pra outra palestra&#8230; Tanto que meu corpo já sentiu e escrevo esse post enquanto gozo de uma bela gripe que deixa meu corpo quase imóvel de vontade.</p>
<p>A Campus Party é um baita espaço pra reencontrar velhos amigos e refazer conexões que ficam muito digitais no dia a dia. Tive pouco tempo para isso, mas sempre cruzo com alguém conhecido. Amigos na assessoria de imprensa, em stands, no Campus Blog, na sala de imprensa&#8230;. E conheci gente nova também. Mas justamente o ruim de vir a trabalho é isso. Até algumas iniciativas eu acompanhei puramente por interesses profissionais. Sinto falta do blogueiro moleque aqui, deslumbrado com as coisas novas.</p>
<p>Agora que gripei e a labuta diminuiu um pouco, decidi escrever. Pra dar impressões gerais mesmo. Primeiramente, sobre a turma engajada em educação. Não sei se sou eu, mas onde estava esse povo em 2009? Poxa, como a discussão amadureceu, evoluiu. Principalmente nas iniciativas envolvendo redes sociais, engajamento&#8230; Fiquei bem feliz com isso. É o único trabalho onde copiar uma coisa do outro é algo mais que bem-vindo, porque é em prol de um bem que nosso país pouco oferece.</p>
<p>O Campus Blog se consagra definitivamente como a área que mais atrai gente pro evento. Acho que nas próximas edições eles &#8220;declaram independência&#8221;. E o nome também deve mudar. Blog é pouco pra taguear o monte de conteúdo gerado aqui. Claro, os blogueiros ainda são a maioria. Mas agora é mais diverso: flickeiros, twitteiros, especialistas, gente fazendo ação publicitária, etc. Faz sentido se você pensar na egotrip gigante que rola por aqui. É muita mídia misturada e muita autopromoção.</p>
<p>Por outro lado, houve uma diminuição sensível nas outras áreas. Fotografia se integrou com Design e Vídeo para uma área só. Se isso quer dizer algo, eu não sei. Mas a rotina aqui realmente é pesada, especialmente para quem vem de outro Estado. Mesmo assim, são mundos tão diferentes daqui dos blogueiros, que são beta testers eternos de mídias sociais novas. Lá eles ainda se reúnem naqueles fóruns old school, e funciona muito bem. A comunidade do casemodding que o diga.</p>
<p>O conteúdo das palestras é bom, mas inaudível em alguns casos. É mais jogo sentar nas bancadas e assistir por streaming do que chegar perto das cadeiras. Ah, pelo menos tem poltronas de verdade e pontos de rede em quase todo canto. Pena não ter uma rede wi-fi confiável para dar mais mobilidade pra galera. Falando nisso, meu netbook se adaptou bem. Leve, rápido e faz o que eu preciso. Não dá pra abusar, lógico. E tem muita gente aqui com um.</p>
<p>A mídia de massa também está mais presente. A TV Cultura tem uma área de cobertura exclusiva. A MTV gravou vários programas daqui, tanto para TV quanto para o portal. E fora outras redes e portais. A todo momento sai uma notinha do puxadinho da imprensa. Eu preferi não ficar lá pra não ter a visão limitada da casinha. Estou em todo o canto por aqui.</p>
<p>Mas por hoje, missão cumprida.</p>
<p>Ainda não acabou. Quero vir no sábado, mas só pra se divertir e conversar decentemente com todos. Afinal, essa é a verdadeira megaconexão da Campus Party:  a de pessoas.</p>
<p>PS: na outra conexão, eu baixei 200GB. Nuff&#8217; Said. =D</p>
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		<title>A despedida do velho coronel e sua pistola</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 11:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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Essa é a única foto decente que tenho do coronel Erasmo Dias. É da época que fizemos um documentário de rádio para o nosso TCC, em 2003. Me lembro como se fosse hoje. Nós, já com algum histórico sobre ditadura militar na cabeça, fomos entrevistar o homem para nosso programa. Jamais pensei que ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2010/01/image.png" width="154" height="101" /> </p>
<p>Essa é a única foto decente que tenho do coronel Erasmo Dias. É da época que fizemos um <a href="http://www.lembrareresistir.kit.net/" target="_blank">documentário de rádio</a> para o nosso TCC, em 2003. Me lembro como se fosse hoje. Nós, já com algum histórico sobre ditadura militar na cabeça, fomos entrevistar o homem para nosso programa. Jamais pensei que ele fosse aceitar. O pessoal do meu grupo me chamou de louco, mas quando eu confirmei a data e o horário todos ficaram loucos. Pena que não deu pra ir todo mundo… mas pensando bem, foi melhor assim.</p>
<p>Entrevistamos o então vereador Erasmo Dias em seu gabinete na Câmara Municipal de São Paulo. Ao lado dele sua secretária na máquina de escrever redigindo algumas cartas a jornais e um capanga que ia fazer os jogos de loteria dele todo dia. Era uma mania dele fazer a fezinha toda santa manhã.</p>
<p>Não podemos dizer que fomos mal tratados. Ele não se negou a responder as perguntas, mas as respostas foram meio evasivas em alguns momentos. A inexperiência de um foca agora me arrepende, pois a gravação do áudio não ficou uma maravilha. O gravador (um daqueles de fita cassete, portátil) ficou em cima da mesa dele. Só que durante a entrevista ele batia muito com a mão na mesa para enfatizar o que dizia. Bem como a foto mostra.</p>
<p>Um dos momentos mais “perigosos” da entrevista, creio eu, foi quando ele contou uma história de protesto quando ele era deputado estadual na década de 80. Alguns estudantes vieram à porta de seu gabinete com flores e um mini caixão, para fazer um “enterro simbólico” de sua pessoa. Ele os deixou entrar. Ouviu o que cada um tinha a dizer. Então sacou uma arma, descarregou-a e deu uma bala para cada um deles. E esbravejou: “Isso aqui é para vocês chuparem, pois nem a morte por uma bala dessas é algo digno para vocês”. E tocou eles para fora do gabinete. Só que ele contou isso tudo do jeito mais real possível: puxando a arma na nossa frente. De verdade. Pensei que era minha última entrevista. </p>
<p>Só não deu uma bala pra cada um. Eu teria guardado isso comigo.</p>
<p>Outro momento muito denso da entrevista foi o depoimento do coronel sobre seu mais fiel soldado, Sérgio Paranhos Fleury. “Meu mais fiel escudeiro. Exemplar, um grande homem”. Nessa hora a sala ao meu redor perdeu o som da rua e tudo ficou num tom cinza. Eu tinha vontade de retrucar e dizer que aquilo era um absurdo, pois Fleury foi um dos policiais mais linha dura do regime. Mas outro aprendizado: ouvir. Ficar quieto e deixar o homem dar sua versão dos fatos. Mesmo que você não concorde. Isso enriqueceu muito a mim, meus colegas e a nosso TCC.</p>
<p>Saímos daquele gabinete tremendo da cabeça aos pés. Mas com muita história pra contar no documentário.</p>
<p>Conversar com o coronel responsável pela invasão da PUC nos anos 70 e por muitas outras coisas cruéis na época da ditatura militar mudou minha visão sobre certo e errado daquela época. Ainda acho muito errado a morte como instrumento de regência de um poder, seja qual for. Mas naquele dia eu vi nos olhos do coronel o quanto ele achava que estava certo. Cada um tem sua própria certeza no mundo. E o coronel tinha a certeza de que, pela vida inteira, lutava pela justiça. Pode até ser algo cego. Mas é a razão de vida de uma pessoa. Com isso a gente não brinca. Discute.</p>
<p>Hoje, 5 de janeiro de 2010, o coronel se foi. Deve ter levado sua pistola para bradar seu senso de justiça no céu. Ou onde quer que esteja.</p>
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		<title>Meus 2 centavos sobre &#8220;Avatar&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 22:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Depois de esperar uma semana, consegui. Acabei de ver Avatar em IMAX.
Cara&#8230; ainda estou boquiaberto. 
Assim. A história é algo passável. Não é mesmo algo memorável. É divertido e tal, uma história bacana, com mensagens de sustentabilidade&#8230; mas nada que você vai levar pra sua vida no futuro: &#34;Cara, você não viu Avatar???&#34; Realmente não&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cRdxXPV9GNQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/cRdxXPV9GNQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p>Depois de esperar uma semana, consegui. Acabei de ver <a href="http://www.avatarmovie.com/" target="_blank">Avatar</a> em IMAX.</p>
<p>Cara&#8230; ainda estou boquiaberto. </p>
<p>Assim. A história é algo passável. Não é mesmo algo memorável. É divertido e tal, uma história bacana, com mensagens de sustentabilidade&#8230; mas nada que você vai levar pra sua vida no futuro: &quot;Cara, você não viu Avatar???&quot; Realmente não&#8230; Eu esperava bem mais de James Cameron. Nem o grande romance (marca registrade dele) corresponde bem (se bem que depois de Titanic, nada mais é comparável&#8230;).</p>
<p>Agora, a experiência de assistir no IMAX em 3D é AVASSALADORA. Juro. É uma imersão tão absurda que em alguns momentos me senti quase com vertigem em algumas cenas aéreas. Não é aquele 3D que você percebe. Como a projeção é gigante, não tem respiro de tela. Então você praticamente entra no filme. Eu queria pegar os arbustos das árvores. Dá pra ver o cuidado que os caras tiveram. Eles pensaram no 3D desde o começo. Tem sequências no filme que foram imaginadas pra isso.</p>
<p>Acho que é a primeira experiência com 3D que realmente me tocou. E se alguém disser para você &quot;Cara, você não viu Avatar???&quot; daqui a uns 10 anos, é por causa disso: a experiência. A primeira catarse do tipo. </p>
<p>Pena que a história não é lá isso tudo. Fico imaginando se fosse realmente algo memorável. No dia em que Hollywood usar essa tecnologia a favor da história, será uma nova era. Mas por enquanto eu acho que ainda não é isso que salvará a indústria do cinema. É muita grana investida.</p>
<p>PS: NÃO VEJAM Avatar sem ser em 3D. De verdade.</p>
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		<title>Como &#233; ser pessoa jur&#237;dica</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 17:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[cnpj]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois que saí da TV1 em março, fiquei meio aflito para arranjar emprego. Aí um freela apareceu. E depois outro. E outro, e outro. E de trabalho em trabalho agora eu tenho uma empresa. Sério, com CNPJ e tudo. Tinha que dar vazão oficial tanto para meu controle quanto para o fisco. 
Abrir uma empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que saí da TV1 em março, fiquei meio aflito para arranjar emprego. Aí um freela apareceu. E depois outro. E outro, e outro. E de trabalho em trabalho agora eu tenho uma empresa. Sério, com CNPJ e tudo. Tinha que dar vazão oficial tanto para meu controle quanto para o fisco. </p>
<p>Abrir uma empresa no Brasil ainda é um tormento, mas pelo que entendi ficou mais fácil. Especialmente com a digitalização de alguns serviços. O tempo ainda é de 40 dias aproximadamente. Mas as etapas são menos tortuosas. Devo reconhecer que alguns pontos melhoraram e outros não tem muita explicação.</p>
<p>Algumas das partes boas. O serviço de contabilidade que contratei está me ajudando muito. Aliás, eles já estão na era digital: tudo é arquivado digitalmente também. Boletos, impostos, contratos… Eu controlo tudo via uma intranet que eles disponibilizam, e também espelho isso no meu PC e em algumas pastas virtuais, imprimindo os documentos em PDF.</p>
<p>Outra mão na roda é a emissão de nota fiscal. Em São Paulo, por exemplo, é toda digital. Você emite pelo site da Prefeitura e o sistema encaminha para o email da empresa. Simples assim. Nada de talões e papéis carbono. </p>
<p>Um entrave é o cadastramento em alguns serviços, como a conectividade na Caixa Econômica. Eles me fizeram voltar ao disquete de 3 1/4. Sério. E a falta de um cadastro único nesses serviços faz com que você tenha um número na prefeitura, outro na Receita, outro na Previdência Social… E a carga de impostos ainda é pesada. Só compensa se você tiver uma renda boa com seus projetos.</p>
<p>Alguns investimentos necessários além de toda a abertura da empresa: uma impressora multifuncional, para escanear documentos quando for preciso. Cartões de visita. E um certo cuidado com backups de trabalhos. Ainda não comprei um novo HD externo só para isso, mas estou seriamente tentado.</p>
<p>Antes de tudo, ser pessoa jurídica me fez mudar de postura. E isso é bom. Especialmente num ano bom profissionalmente como foi 2009.</p>
<p>Mas ter um CPNJ e uma separação jurídica da sua renda é só um suporte. Quando você abre uma empresa, tem dois caminhos distintos a seguir: ou a empresa é só algo que você vai usar para emitir notas, ou será a plataforma para a expansão de um negócio próprio. Eu gosto de pensar na segunda opção e é nela que estou investindo. Não se arranja negócios sentado na cadeira o dia inteiro. Quer dizer, até arranja, mas não o bastante para se manter como referência no que você faz. O bom e velho networking ainda ajuda, e muito.</p>
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		<title>Quem conhece, compartilha</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 16:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheci as palestras do TED há um ano. O que me atraiu foi quando J.J. Abrams fez sua apresentação sobre a caixa misteriosa. Cheguei como fã de Lost e saí como fã do TED. E quando soube das licenças TEDx, fiquei empolgado com a possibilidade do evento vir para o Brasil. Não tardou muito e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conheci as palestras do TED há um ano. O que me atraiu foi quando J.J. Abrams <u><a href="http://www.ted.com/talks/j_j_abrams_mystery_box.html" target="_blank">fez sua apresentação sobre a caixa misteriosa</a></u>. Cheguei como fã de Lost e saí como fã do TED. E quando soube das licenças TEDx, fiquei empolgado com a possibilidade do evento vir para o Brasil. Não tardou muito e aqui estamos, a poucos dias do <a href="http://www.tedxsaopaulo.com.br" target="_blank">TEDx São Paulo</a>. Espero que seja o primeiro de muitos.</p>
<p>Quando eu soube o tema do evento, pensei que mais apropriado não poderia ser. Afinal, o que o Brasil tem a oferecer ao mundo agora? Parece presunçoso. Nós, um país em desenvolvimento, e ainda um player pequeno no desenvolvimento global. Mas analisemos isso por outro ângulo. Pensemos que agora estamos em uma sociedade diferente de anos atrás. É uma sociedade de menos foco na indústria e mais foco na sabedoria. Claro, isso do ponto de vista estratégico. Antigamente, bastava uma fábrica bem localizada para ter domínio de uma área. Hoje, além da estrutura, é preciso <strong>conhecimento</strong>. Aí o diferencial da sociedade de hoje.</p>
<p>Conhecimento implica em várias coisas: entender uma matéria de faculdade, dominar o uso de uma ferramenta, ou mesmo conhecer a sua comunidade. Isso pode ser algo gerido como expertise para uma empresa gerenciar seus ativos, ou algo que passa de pai para filho quando é preciso passar o comando das ovelhas de um pasto. </p>
<p>E de uma coisa eu tenho certeza: o Brasil tem muito conhecimento. Sua diversidade cultural cria uma sabedoria que é necessária até no mais importante projeto. Implantar uma empresa numa cidade sem conhecer os fatores desfavoráveis a seu negócio? Impensável. </p>
<p>Agora vejamos de modo macro. Conhecimento é algo que o brasileiro tem muito a passar. Eu, pelo menos, no meu trabalho, sei que o diferencial é conhecer profundamente o ambiente em que atuo. Sem esse conhecimento, jamais conseguiria me manter. É a mesma coisa com o Brasil. Quanto temos a ensinar com práticas sustentáveis em diversas áreas? Com experimentos tecnológicos que viram tema de tese em universidades internacionais renomadas? Com iniciativas sociais que ajudam comunidades inteiras?</p>
<p>É justamente isso que os palestrantes brasileiros do TEDx São Paulo nos passarão: conhecimento.É o maior ativo que eles, como brasileiros e experts em diversas áreas, tem a compartilhar com o mundo. Histórias, casos, experiências que nos ajudaram a entender melhor a sociedade em que vivemos e até a entender melhor nós mesmos. E quando o conhecimento é compartilhado, todo mundo ganha. Lembra-se da palestra de J.J. Abrams? É o caso típico. Ele compartilhou conosco a sua história de vida e sua ligação com os mistérios. Isso nos ajudou a compreender como o ser humano lida com o inesperado. Ele cedeu um pouco de seu conhecimento para ajudar a melhorar um aspecto da sociedade. Essa é a grande sacada do TED. Ideias que geram valor. Um valor que se espalha e é transformado em conhecimento passado adiante. Que gera mais conhecimento. </p>
<p>O Brasil tem muito a aprender. Mas muito mais a ensinar. E a compartilhar com o mundo.</p>
<p><em>[Esse texto foi feito para o blog do TEDx São Paulo. Como eu não sei quando eles vão publicar, adianto o mesmo por aqui. Abaixo, você pode ver a primeira palestra já no ar, do Guti Fraga, uma das mais emocionantes do evento. As demais serão exibidas no site do <a href="http://www.tedxsaopaulo.com.br" target="_blank">TEDx São Paulo</a>, uma a cada semana.]</em></p>
<p> <object width="600" height="338"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7694113&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=f0000c&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7694113&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=f0000c&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="600" height="338"></embed></object></p>
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		<title>Eu, voc&#234;, todos pela educa&#231;&#227;o e quem mais quiser</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 20:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Um pouco de blogagem atrasada. Mas por boas causas. Nos últimos dias fui convidado pela Samantha Shiraishi (a mãe mais online que existe no mundo, quiçá no universo) a doar um pouco do meu tempo numa consultoria filantrópica ao projeto Todos pela Educação. Fomos lá falar com a Carol, que nos recebeu muito bem. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="logo-campanha-eu-vc-e-todos-pela-educacao" border="0" alt="logo-campanha-eu-vc-e-todos-pela-educacao" align="left" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/logocampanhaeuvcetodospelaeducacao.jpg" width="145" height="168" /> Um pouco de blogagem atrasada. Mas por boas causas. Nos últimos dias fui convidado pela <a href="http://www.samshiraishi.com/" target="_blank">Samantha Shiraishi</a> (a mãe mais online que existe no mundo, quiçá no universo) a doar um pouco do meu tempo numa consultoria filantrópica ao projeto <a href="http://www.todospelaeducacao.org.br" target="_blank">Todos pela Educação</a>. Fomos lá falar com a Carol, que nos recebeu muito bem. Falamos bastante sobre podcast e como eles poderiam entrar nesse universo. Na verdade eu sozinho não – <a href="http://www.monalisadepijamas.com.br/" target="_blank">Raquel</a>, <a href="http://mellancia.com.br" target="_blank">Mafê</a> e <a href="http://www.bebendo.com.br/" target="_blank">Drika</a>, que falaram até com mais propriedade do que este jovem mancebo.</p>
<p>Enfim, acertado isso, ficamos encumbidos de falar um pouco do projeto. Eu fico meio assim de falar dessas iniciativas alardeadas a torto e a direito, mas eu gosto do que o Todos pela Educação faz principalmente porque defende uma bandeira na qual eu acredito muito: a educação como formadora do ser humano. Eles colocaram metas a serem cumpridas por todos nós para que em alguns anos todos tenhamos acesso a educação de qualidade. Não estamos ganhando um puto por isso, e nem seria o caso. </p>
<p>Ainda vou falar melhor dessa causa em outros posts. Inclusive vem aí um <a href="http://www.somnoblog.com" target="_blank">Som no Blog</a> especial sobre esse tema. Mas por enquanto convido vocês a conhecer o site da instituição e participarem em seus blogs, comentando sobre o assunto e refletindo sobre o que vocês mesmos fazem em casa para melhorar a educação de seus filhotes. Abaixo, o vídeo da campanha.</p>
<p> <object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bk80SntuVzA&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/bk80SntuVzA&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>[coworking] dica 3: o celular &#233; seu amigo e 3G n&#227;o lhe faltar&#225;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:24:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[coworking]]></category>
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		<description><![CDATA[ 
O telefone celular é o canivete suíço dos novos tempos. Com ele você lê e-mails, navega na internet, ouve música, assiste vídeos, edita documentos&#8230; E ainda por cima dá pra telefonar!   
Um bom coworker não pode ter um celular simples. Nossos tipos de necessidades demandam recursos a mais que somente ligações. Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/top5smartphones_1q2009.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="top5smartphones_1q2009" border="0" alt="top5smartphones_1q2009" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/top5smartphones_1q2009_thumb.jpg" width="515" height="386" /></a> </p>
<p>O telefone celular é o canivete suíço dos novos tempos. Com ele você lê e-mails, navega na internet, ouve música, assiste vídeos, edita documentos&#8230; E ainda por cima dá pra telefonar! <img src='http://www.andersoncosta.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Um bom coworker não pode ter um celular simples. Nossos tipos de necessidades demandam recursos a mais que somente ligações. Por isso vou dedicar um post somente sobre minha odisséia com o aparelho que uso hoje. </p>
<p>Longe de mim ser o especialista. Tem gente que pode dar uma aula do que fazer com tecnologia móvel. Como a incrível <a href="http://www.garotasemfio.com.br" target="_blank">Bia Kunze</a>, por exemplo. Inclusive os dois aparelhos que tive foram recomendações dela. Por isso se tiver algum detalhe técnico errado ou faltando, é só buzinar aí nos comentários. </p>
<p>Minha história com smartphones começa em março do ano passado, quando meu Motorola V3i teve, digamos, um &#8216;acidente aquático&#8217;. Como o conserto ia ficar mais caro que um aparelho novo, decidi testar um smartphone. </p>
<p><strong>Quanto você produz? </strong>Comecei com o <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CAwQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.htc.com%2Fpt%2Fproduct%2Ftouch%2Foverview.html&amp;ei=aEHwSq_XJcaWtgeIzs3xBw&amp;usg=AFQjCNFhmbtETGeyCsZCWPaT4GC7DfknZA&amp;sig2=1ZYYFNM1rxjayf71WKQ5SA" target="_blank">HTC Touch</a>. Um aparelho de belo design e desempenho modesto, movido a Windows Mobile 6.0. Que eu descobri ser muito útil combinado com alguns softwares que eu já usava, como Outlook e OneNote. As versões mobile desses programas são ótimas. </p>
<p>Mas o Touch se revelaria depois um comilão de bateria. E ainda não era um celular 3G. Uma necessidade que vim a ter depois que comecei a trabalhar por conta. É muito frustrante chegar em algum lugar e não ter uma conexão de internet. O pior é depender de hotspots caros e que não são garantia de estabilidade. </p>
<p>Sendo assim, aposentei o Touch e migrei para o <a href="http://www.nokia.com.br/produtos/celulares/nokia-e71" target="_blank">Nokia E71</a>. Você pode perguntar: &quot;cara, você trocou um celular touchscreen por um com teclado QWERTY?&quot; Poizé. E foi a melhor coisa que fiz pensando em uma coisa: <strong>produtividade.</strong> </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04537.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="DSC04537" border="0" alt="DSC04537" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04537_thumb.jpg" width="536" height="403" /></a></p>
<p>Essa é a pal avra chave pro coworker que quer fazer um uso profissional do celular. Ele tem que ser seu grande parceiro de trabalho. Acessar seus e-mails, fazer o papel de modem 3G pro seu notebook, ter um bom rendimento de bateria, sincronizar calendário e contatos&#8230; Diversão também pode estar no pacote (hoje muitos aparelhos associam bem as duas necessidades), mas a prioridade de quem trabalha com o celular é pensar o quanto produtivo ele pode se tornar com o aparelho. </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04538.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="DSC04538" border="0" alt="DSC04538" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04538_thumb.jpg" width="282" height="212" /></a><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04539.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="DSC04539" border="0" alt="DSC04539" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04539_thumb.jpg" width="280" height="211" /></a> </p>
<p>E nisso o E71 me atende muito bem. Além de ser um smartphone muito bonito e ter um gerenciamento bacana para multimídia. É incrível como digitar num teclado físico faz diferença. A sensibilidade tátil e o teclado em ordem QWERTY são ágeis. Dá pra digitar até textos de uma lauda sem se cansar. Grande parte deste post escrevi no E71 entre uma reunião e outra. Quem não depende de aplicativos muito específicos pode trabalhar com o E71 numa boa. Ele tem editor de arquivos Word, Excel e Powerpoint, e visualizador de PDFs. Para editar um documento recebido por e-mail e reenviá-lo é tranquilo. </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0008.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0008" border="0" alt="Screenshot0008" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0008_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p>Outro ponto a favor: é um aparelho fino e discreto. Pode-se levar no bolso sem perigo. E eu expandi a memória dele via MicroSD para 8GB, o que tá de bom tamanho.</p>
<p><strong>Conecte-se: </strong>A grande sacada do E71 é funcionar como modem 3G. Não pense em um smartphone sem essa conexão. Hoje a internet é parte de qualquer trabalho e tê-la no seu celular não é mais um artefato de luxo. Eu, por exemplo, tenho um plano de dados de 250MB na Claro. Para mim, está ótimo. Nunca chego a usar toda a cota. Lógico que você não vai baixar os episódios de Lost com ela. Eu uso a conexão no meu notebook só para ler e-mails e usar mensagens instantâneas. Se você precisa dessa conexão para baixar grandes arquivos, recomendo verificar com sua operadora quanto custa o plano com o modem USB.</p>
<p>Eu conecto o aparelho via USB, uso o PC Suite e pronto. Existe a possibilidade de fazer o tethering via wi-fi com o aplicativo <a href="http://www.joikuspot.com/home.php" target="_blank">JoikuSpot</a>, mas além do gasto de bateria ser absurdo, o celular esquenta demais. Eu só recomendo o JoikuSpot para emergências e um tempo de uso bem curto. O ideal é andar com o cabo USB na mochila, por mais retrógado que pareça. </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0010.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0010" border="0" alt="Screenshot0010" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0010_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0009.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0009" border="0" alt="Screenshot0009" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0009_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p>Para o e-mail, duas alternativas. Ou você usa o sistema nativo dele ou instala o novo <a href="http://email.nokia.com" target="_blank">Messaging</a>. Nas duas possibilidades você administra os emails de forma tranquila. Abre anexos, sincroniza via push&#8230; inclusive contas de Gmail por IMAP. Eu tenho usado tanto o Messaging quanto o aplicativo dedicado ao Gmail, que eu só uso pra responder e enviar mensagens. Pra mim isso funciona porque não preciso abrir anexos o tempo inteiro. </p>
<p>E se você precisa saber toda hora se tem email novo, prepare-se para um plano de dados parrudo. O push consome muito do plano de dados e da conexão 3G. Se você não precisa checar email a todo momento, o ideal é sincronizar manualmente e deixar o aparelho configurado para isso.</p>
<p><strong>Redes sociais:</strong> Para o Nokia E71, eu recomendo o <a href="http://mobileways.de/products/gravity/gravity/" target="_blank">Gravity</a>, cliente que se integra a Twitter e Facebook. Dá pra postar fotos via Twitpic, salvar links para ler depois no Instapaper e cadastrar termos de busca no Twitter. É pago, mas vale o quanto custa. Se você faz um uso moderado do Twitter, pode usar a <a href="http://m.twitter.com" target="_blank">versão mobile</a> via browser. Tudo depende de quanto seu plano de dados aguenta. O E71 também vem com um aplicativo para atualização de Facebook. E nativamente já tem um recurso para enviar fotos diretamente pra sua conta no Flickr. Basta ativá-lo na primeira vez que for usar.</p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0012.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0012" border="0" alt="Screenshot0012" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0012_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
</p>
</p>
</p>
<p>Enfim, o E71 é apenas a minha escolha. Você pode ter um Blackberry, um iPhone… o importante é saber o quanto seu telefone pode te ajudar no trabalho.</p>
<p>Se tiver alguma dica bacana pra produtividade no E71 ou tem uma experiência boa de trabalho com outro smartphone, comente neste post. Trocar experiências ajuda um bocado.</p>
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		<title>Nokia Camp 2009 &gt; Eu fui (demorei, mas postei)</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2009/10/28/nokia-camp-2009-eu-fui-demorei-mas-postei/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 21:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[Demorei pra falar do Nokia Camp 2009 porque minha vida está beeem atribulada. Além do post que já coloquei lá no Claro Blog, preciso compartilhar algumas impressões que tive no evento enquanto circulava. 
&#160; 
Primeiro, a coluna social. Eu cheguei na parte da tarde, logo depois do almoço e bati um papo bacana sobre mobilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demorei pra falar do <a href="http://www.nokia.com.br/nokiacamp" target="_blank">Nokia Camp 2009</a> porque minha vida está beeem atribulada. Além <a href="http://www.claroblog.com.br/conteudo.asp?post_id=349" target="_blank">do post que já coloquei lá no Claro Blog</a>, preciso compartilhar algumas impressões que tive no evento enquanto circulava. </p>
<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="24102009249" border="0" alt="24102009249" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/10/24102009249.jpg" width="503" height="377" />&#160; </p>
<p>Primeiro, a coluna social. Eu cheguei na parte da tarde, logo depois do almoço e bati um papo bacana sobre mobilidade com os “Rafaéis” <a href="http://derepente.com.br/" target="_blank">Sbarai</a> e <a href="http://colunistas.ig.com.br/tecnologia/" target="_blank">Rigues</a>. E conheci o Pedro Burgos, do <a href="http://gizmodo.com.br/" target="_blank">Gizmodo</a>. Tutto genti boa! Também conheci, finalmente, duas pessoas que admiro: o <a href="http://zumo.uol.com.br/" target="_blank">Henrique Martin</a> e o <a href="http://techboogie.blogspot.com/" target="_blank">Gilberto Pavoni</a>. O Giba anda meio mala no Twitter, mas é uma figuraça =D E o Henrique também assiste Brazil’s Next Top Model. High Five! Também conheci pessoalmente os simpáticos <a href="http://www.rodrigostoledo.com/" target="_blank">Rodrigo Toledo</a> e <a href="http://geekchic.com.br/" target="_blank">Veridiana Serpa</a>. Além de reencontrar muita gente bacana do mundo online.</p>
<p>Agora vamos ao evento em si. Era um camp de fato: várias discussões ao mesmo tempo, com gente indo de um lado pra outro. O barulho começou a incomodar porque os microfones eram mais do que os palestrantes precisavam e algumas palestras interferiam nas outras. E às vezes tinha mais gente no oba-oba do que prestando atenção em algo. Mas é normal, como todo bom Camp. </p>
<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="24102009264" border="0" alt="24102009264" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/10/24102009264.jpg" width="508" height="381" /> </p>
<p>E foi um festival de N97 pra todos os lados. Apesar de ser um baita aparelho, a impressão geral era “putz, mas é Symbian…”. Realmente a plataforma mobile da Nokia está em seus últimos dias. Vamos ver se a <a href="http://maemo.nokia.com/" target="_blank">Maemo</a>, plataforma Linux do N900 corrige isso. A Nokia pode ter um excelente hardware, mas se não tomar cuidado seu sistema pode repetir a mesma inércia que o Windos Mobile teve perante as inovações do mercado.</p>
<p>Mas eu achei tudo muito bom. Gosto da idéia da Nokia de juntar seus “fãs” para angariar idéias. Se tem uma empresa que sabe um pouco da resposta para o futuro da mobilidade é ela. Principalmente por não ter medo de arriscar e fazer isso até com certa qualidade. E a idéia de ser uma empresa mais focada em entretenimento faz todo sentido. É serviço, no fim das contas. Isso foi algo que constatei depois que adquiri um telefone 3G. Eu me importo mais agora se um Twitter ou um Google Agenda está funcionando do que se o telefone é lento em alguma tarefa. Acho que teremos mais foco em serviços e menos em hardware no futuro. Isso, claro, se a banda (larga) cantar alto.</p>
<p>Agradeço de novo à Nokia e a agência Riot pelo convite.</p>
]]></content:encoded>
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