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	<title>Entendendo o Mundo &#187; home</title>
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	<description>Blog de Anderson Costa</description>
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		<title>Como &#233; ser pessoa jur&#237;dica</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 17:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois que saí da TV1 em março, fiquei meio aflito para arranjar emprego. Aí um freela apareceu. E depois outro. E outro, e outro. E de trabalho em trabalho agora eu tenho uma empresa. Sério, com CNPJ e tudo. Tinha que dar vazão oficial tanto para meu controle quanto para o fisco. Abrir uma empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que saí da TV1 em março, fiquei meio aflito para arranjar emprego. Aí um freela apareceu. E depois outro. E outro, e outro. E de trabalho em trabalho agora eu tenho uma empresa. Sério, com CNPJ e tudo. Tinha que dar vazão oficial tanto para meu controle quanto para o fisco. </p>
<p>Abrir uma empresa no Brasil ainda é um tormento, mas pelo que entendi ficou mais fácil. Especialmente com a digitalização de alguns serviços. O tempo ainda é de 40 dias aproximadamente. Mas as etapas são menos tortuosas. Devo reconhecer que alguns pontos melhoraram e outros não tem muita explicação.</p>
<p>Algumas das partes boas. O serviço de contabilidade que contratei está me ajudando muito. Aliás, eles já estão na era digital: tudo é arquivado digitalmente também. Boletos, impostos, contratos… Eu controlo tudo via uma intranet que eles disponibilizam, e também espelho isso no meu PC e em algumas pastas virtuais, imprimindo os documentos em PDF.</p>
<p>Outra mão na roda é a emissão de nota fiscal. Em São Paulo, por exemplo, é toda digital. Você emite pelo site da Prefeitura e o sistema encaminha para o email da empresa. Simples assim. Nada de talões e papéis carbono. </p>
<p>Um entrave é o cadastramento em alguns serviços, como a conectividade na Caixa Econômica. Eles me fizeram voltar ao disquete de 3 1/4. Sério. E a falta de um cadastro único nesses serviços faz com que você tenha um número na prefeitura, outro na Receita, outro na Previdência Social… E a carga de impostos ainda é pesada. Só compensa se você tiver uma renda boa com seus projetos.</p>
<p>Alguns investimentos necessários além de toda a abertura da empresa: uma impressora multifuncional, para escanear documentos quando for preciso. Cartões de visita. E um certo cuidado com backups de trabalhos. Ainda não comprei um novo HD externo só para isso, mas estou seriamente tentado.</p>
<p>Antes de tudo, ser pessoa jurídica me fez mudar de postura. E isso é bom. Especialmente num ano bom profissionalmente como foi 2009.</p>
<p>Mas ter um CPNJ e uma separação jurídica da sua renda é só um suporte. Quando você abre uma empresa, tem dois caminhos distintos a seguir: ou a empresa é só algo que você vai usar para emitir notas, ou será a plataforma para a expansão de um negócio próprio. Eu gosto de pensar na segunda opção e é nela que estou investindo. Não se arranja negócios sentado na cadeira o dia inteiro. Quer dizer, até arranja, mas não o bastante para se manter como referência no que você faz. O bom e velho networking ainda ajuda, e muito.</p>
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		<title>Assista a filmes de gra&#231;a na web sem que voc&#234; seja preso &#8211; parte 1</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 22:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adoro filmes. Lembro com orgulho da minha primeira ida ao cinema pra assistir o Batman de Tim Burton, em 1989. Também foi a primeira fita VHS que aluguei quando meu pai comprou um videocassete. De lá pra cá tivemos a internet e os filmes “baixados”. Sou um fã do recurso e tenho gigas e gigas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adoro filmes. Lembro com orgulho da minha primeira ida ao cinema pra assistir o Batman de Tim Burton, em 1989. Também foi a primeira fita VHS que aluguei quando meu pai comprou um videocassete. De lá pra cá tivemos a internet e os filmes “baixados”. Sou um fã do recurso e tenho gigas e gigas de downloads em casa, mas também costumo ver filmes via streaming ou que tenham uma versão para download livre de copyrights.</p>
<p>Resolvi escrever sobre alguns filmes que estão online de modo oficial, disponibilizados pelos próprios criadores. Lógico, tem muita coisa no YouTube. Mas esses aqui foram feitos para serem disponibilizados na web de forma legal. Já fazem parte de uma nova cultura, que não busca o circuito de cinemas nem as premiéres. Eles pipocam na tela do seu computador e se espalham com o boca-a-boca. Baixe e assista sem culpa. </p>
<p><a href="http://www.ripremix.com" target="_blank"><strong>RIP: a Remix Manifesto</strong></a> é um filme de Brett Gaylor, fundador do Open Source Cinema, Gaylor criou o filme com diversas colaborações pela internet e o deixou disponível para download gratuito (apenas para quem está nos EUA, no esquema de pague-o-que-quiser pelo download) e <a href="http://www.opensourcecinema.org/project/rip-remix-manifesto" target="_blank">remixagem</a> – pelo menos foi o que eu entendi. O filme relata os problemas do copyright na era da informação, quando todas as barreiras entre produtores e espectadores foram quebradas. Tem depoimentos de Lawrence Lessig, Cory Doctorow e outros bambas do assunto. O mais divertido é saber que o filme pode ficar datado na hora que você assiste, pois alguém em qualquer lugar pode estar remixando o filme e inventando uma nova versão. Você pode assistir o filme online <a href="http://www3.nfb.ca/webextension/rip-a-remix-manifesto/" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p><strong><a href="http://www.usnowfilm.com" target="_blank">Us Now</a></strong> entra mais no terreno das redes colaborativas. O filme de Ivo Gormley mostra exemplos bem legais de organizações controladas por redes de colaboração ao redor do mundo. Desde um time de futebol até um banco! E também vê possíveis influências políticas no meio disso tudo (atenção pra entrevista com Don Tapscott, do Wikinomics.) Veja o filme online <a href="http://watch.usnowfilm.com/" target="_blank">no site oficial</a>. Dá pra baixar o torrent por lá também.</p>
<p><strong><a href="http://www.home-2009.com" target="_blank">Home</a></strong> saiu recentemente. Esse eu ainda não vi. Édo francês Yann Arthus-Bertrand. Foi filmado em 120 locais diferentes de 54 países com fotos em tomadas aéreas. Pretende sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária. Deve ser no estilio de “Uma Verdade Incoveniente”, mas estão falando muito bem do filme. Veja o filme online inteiro <a href="http://www.youtube.com/watch?v=tCVqx2b-c7U&amp;feature=featured" target="_blank">no YouTube</a> (eu fiquei besta que existem vídeos com mais de 10 minutos lá…).</p>
<p>Tem mais alguns. Falarei deles em outro post.</p>
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