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	<title>Entendendo o Mundo &#187; radiohead</title>
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	<description>Blog de Anderson Costa</description>
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		<title>A música do seu tempo</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 14:19:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Pelo blog do amigo Luiz Yassuda fiquei sabendo da existência de supostas músicas de um volume 3 do Tim Maia Racional. Ouvi e achei bacana. E me dei conta de uma coisa: não fiquei esperando 3 meses até Tim Maia gravar, soltar alguns previews das músicas em shows, vazar um MP3 do single e xingar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo <a href="http://yassuda.org/blog/2008/02/27/tim-maia-racional-vol-3/" target="_blank">blog do amigo Luiz Yassuda</a> fiquei sabendo da existência de supostas músicas de um volume 3 do Tim Maia Racional. Ouvi e achei bacana. E me dei conta de uma coisa: não fiquei esperando 3 meses até Tim Maia gravar, soltar alguns previews das músicas em shows, vazar um MP3 do single e xingar a crítica especializada. Hoje o que fode é essa expectativa que se cria por algo novo no mainstream. E no underground também, que está deixando o lado &#8216;under&#8217; faz tempo. Foi lá, na hora, sem pressa. Como uma virgindade bem guardada.</p>
<p>Teve uma época em que eu era um rato de músicas novas. Caçava tudo, ia atrás de blogs e comunidades do Orkut atrás de novidades. Não me aquietava em não saber do novo hype depois de todo mundo. Cheguei a manter 60GB de músicas no meu HD.</p>
<p>Que cara agoniado eu era. Hoje penso diferente. Tanto é que meu MP3 player tem 70% de músicas que eu já conheço e não canso de ouvir.</p>
<p>Na verdade o conceito de &#8216;novo&#8217; mudou na minha cabeça. Pra mim, o novo não é mais o que será lançado amanhã, mas sim o que eu não conheço. Por exemplo, descobrir a obra completa dos Beatles depois de velho foi como descobrir uma banda nova a qual eu me apaixonei. E tem tantas outras coisas por aqui que eu não conheci ainda. Nossa produção musical é absurdamente grande.</p>
<p>Isso também me deixou mais humilde na minha rotina de conhecimento musical. Não adianta esperar com ansiedade uma música nova porque a chance de desilusão no primeiro momento é quase certa. Toda música tem o seu tempo de ser ouvida. O <a href="http://www.inrainbows.com/" target="_blank">In Rainbows</a>, do Radiohead, por exemplo, eu só comecei a escutar direito agora. Porque na época eu ouvi e achei chato. Verdade. Agora dei uma segunda chance ao álbum, e está descendo bem melhor.</p>
<p>Hoje sou mais desencanado com isso. Ainda não descuido das novidades musicais, mas moderei bastante a sede ao pote. Ultimamente uso o <a href="http://hypem.com" target="_blank">Hype Machine</a>, o <a href="http://www.last.fm" target="_blank">Last.fm</a> e o <a href="http://br.myspace.com" target="_blank">MySpace</a> para essas descobertas. Mas por conviver melhor com o conceito de &#8216;novo&#8217; minha expectativa diminuiu bastante, e agora consigo curtir melhor as coisas novas que descubro. Percebi que a música tem seu tempo, seu momento.</p>
<p>E sim, eu mandei os hypes pro inferno. Não adianta forçar, quando chegar no ouvido naturalmente vai ser bem mais gostoso.</p>
<p>****************</p>
<p>Ainda nessa linha de pensamento, acho que foi legal o revival dos anos 80 pelo qual passamos recentemente. Me lembro que naquela época as pessoas não estavam com muito saco para produzir trabalhos novos, e quando redescobriram a trasheira da década passada perceberam que aquelas músicas ainda guardavam muitas recordações boas, que mereciam ser revividas. Vimos muita tosqueira, é verdade, mas dançamos e cantamos como se fosse a novidade da vez. Vi comunidades virtuais se renderem aos anos 80 de forma tão latente que baladas surgiram só pra isso, como a <a href="http://www.trash80s.com.br/" target="_blank">Trash 80&#8242;s</a> e o <a href="http://www.dartajones.com.br/" target="_blank">Darta Jones</a>, em São Paulo.</p>
<p>Lógico, o movimento diminuiu, mas cumpriu seu papel: estimular a revisão do passado para pensar melhor o futuro (bonito isso, né?).</p>
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		<title>Algumas constatações sobre o futuro do jornalismo</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 18:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[jornais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Uns dias atrás eu vi um artigo do Michael Wolff onde ele relata a dificuldade que tem em lidar com tecnólogos. E levanta a bola de qual a força real que vai medir a relevância das notícias para o grande público: os critérios jornalísticos ou os algoritmos de um sistema de publicação? Paul Bradshaw, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Uns dias atrás eu vi <a href="http://www.vanityfair.com/politics/features/2007/10/wolff200710" title="Na revista Vanity Fair" target="_blank">um artigo do Michael Wolff</a> onde ele relata a dificuldade que tem em lidar com tecnólogos. E levanta a bola de qual a força real que vai medir a relevância das notícias para o grande público: os critérios jornalísticos ou os algoritmos de um sistema de publicação?</li>
<li>Paul Bradshaw, do <a href="http://onlinejournalismblog.com/2007/09/17/a-model-for-the-21st-century-newsroom-pt1-the-news-diamond/" title="A model for the 21st century newsroom: pt1 - the news diamond" target="_blank">Online Journalism Blog</a>, está pensando num modelo que redefina o jornalismo para o século 21. E parte de vários raciocínios, incluindo este: baseado nos novos anseios dos leitores e requisitos tecnológicos, subverter a pirâmide invertida do jornalismo atual e convertê-la em um&#8230; <strong>diamante</strong>. Fiz uma livre tradução, conforme abaixo:</li>
</ul>
<p><img src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2007/10/diamante_jornalismoonline.jpg" alt="O diagrama de Paul Bradshaw" /></p>
<ul>
<li>Como bem abordou o <a href="http://www.techbits.com.br/2007/10/29/twitter-ferramenta-de-flashmob/" title=" Twitter, ferramenta de flashmob" target="_blank">Alexandre Fugita</a>, a própria cobertura do InterCon 2007 mostrou como o jornalismo caminha para o mundo mobile. O Twitter foi o destaque principal, <a href="http://rails.pomoti.com/" title="Listão preparado pelo @dirs" target="_blank">centralizando os updates</a> e obrigando os bloggers a se virar nos 30 com os smartphones, notebooks e celulares. Haja conta de celular no fim do mês&#8230; mas no final dá muito certo.</li>
<li>Ainda sobre mundo mobile, a agência de notícias Reuters já tem seu <a href="http://reutersmojo.com" title="Reuters Mobile Journalism" target="_blank">braço de jornalismo móvel</a>, e <a href="http://reutersmojo.com/2007/10/22/the-mobile-journalism-toolkit-contents/" title="The Mobile Journalism Toolkit contents" target="_blank">com direito a kit especial</a> para o jornalista, incluindo um Nokia N95, carregador de baterias e teclado bluetooth.</li>
<li>Partindo pra modelo de negócio, a <a href="http://www.pastemagazine.com/" target="_blank">Paste Magazine</a> vai testar um <a href="http://blog.wired.com/music/2007/10/paste-magazine-.html" target="_blank">novo modelo de assinatura</a>, no estilo &#8220;quer pagar quanto?&#8221; <a href="http://blog.wired.com/music/2007/10/radioheads-in-r.html" target="_blank">adotado pelo Radiohead</a> na venda de seu novo álbum pela internet. Só não pode ser menos de 1 dólar.</li>
<li>A cobertura dos incêndios fora de controle na Califórnia (EUA) já está completamente online. <a href="http://www.pbs.org/mediashift/2007/10/the_listcalifornia_wildfire_co_1.html" title="California Wildfire Coverage by Local Media, Blogs, Twitter, Maps and More" target="_blank">No blog do Mark Glaser</a> estão alguns links interessantes de Twitters, Flickrs, blogs, vídeos e até mash-ups com Google Maps para mostrar as áreas atingidas. Tudo muito rápido.</li>
</ul>
<p>O que eu acho disso tudo?</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Não tenho uma opinião formada ainda, estou como vocês: observando o horizonte.</p>
<ul></ul>
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