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	<title>Entendendo o Mundo &#187; trabalho</title>
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	<description>Blog de Anderson Costa</description>
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		<title>[coworking] dica 4: em casa tamb&#233;m se trabalha</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 02:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Espaços de coworking, apesar de poucos, já existem. Mas nem sempre todo mundo pode arcar com as despesas mensais de um espaço. Ainda mais quem está começando. Por isso muita gente monta seu home office. Aqui entre nós, do jeito que está caótico sair com qualquer meio de transporte em São Paulo, essa é a melhor idéia possível. Não digo nada se daqui a uns 2 anos acontecer uma “migração” de trabalhadores para home offices. Reduz os custos de ambas as partes: empregadores e empregado.</p>
<p>Eu trabalho como autônomo e apesar de usar alguns espaços de coworking preferi estabelecer minha casa como quartel-general. Mas quando comecei a imaginar como seria, veio um problema: Vou me casar no fim do ano e ainda moro com meus pais. E enquanto procuramos uma casa, teria que me virar por aqui mesmo, mas sem fazer grandes reformas ou buracos nas paredes. Seria o menos intrusivo possível. E assim comecei a imaginar o meu “puxadinho”, como carinhosamente o chamo aqui. Vejam aí como ele está hoje, que depois da foto eu detalho.</p>
<p><a title="A mesa de trabalho | My home office by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276966870/"><img alt="A mesa de trabalho | My home office" src="http://farm5.static.flickr.com/4014/4276966870_2049aa7858.jpg" width="500" height="375" /></a></p>
<p>A primeira escolha óbvia foi NÃO trabalhar no quarto para evitar a sensação de que estou descansando ou de férias. E o quarto aqui em casa é um lugar muito quente, especialmente no verão. Então escolhi um lugar na sala, embaixo da escada (onde corre um vento bem agradável e não atrapalha a passagem), em frente a uma prateleira velha de madeira. Não chega a ser incômodo. Meus pais assistem TV, conversam, mas quando eu preciso focar no meu trabalho uso fones de ouvido. No quarto só ficou o roteador wireless, que agora trabalha como nunca.</p>
<p>Em seguida fui numa loja de móveis de escritório usados e comprei a mesa por R$ 150. Como ela é pequena, provavelmente vai com a gente na mudança. Ela ficou num tamanho bacana perto da prateleira, que serve como uma continuação de escrivaninha para mim, onde coloco livros, revistas e uns brinquedos. </p>
<p>Mas tinha ainda o problema da postura. Começou a ficar incômodo trabalhar com o notebook baixo e meu pescoço pra frente. Aquela corcunda que depois vira algo pior, sabe? Fiz mais algumas mudanças e o resultado é este:</p>
</p>
<p> <a title="A mesa, pronta | My home office by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276967750/"><img alt="A mesa, pronta | My home office" src="http://farm5.static.flickr.com/4062/4276967750_62d47acd3b.jpg" width="500" height="375" /></a>
<p>Decidi fixar meu velho laptop HP em terra-firme pois o peso do danado já incomodava minhas costas. Então comprei via Mercado Livre uma base <a href="http://h10025.www1.hp.com/ewfrf/wc/product?product=1845158&amp;lc=en&amp;cc=us&amp;dlc=en&amp;lang=en&amp;cc=us" target="_blank">XB3000</a>, própria para os notebooks da HP, que funciona como expansão do note. Ela tem mais 6 hubs USB, onde fixo a impressora, o HD externo e o fone de ouvido quando preciso. Fora o hub para o sensor do mouse e teclado sem fio, que já vieram com a base. Com isso, o notebook virou um micro de mesa, bem razoável. E para sair, agora eu levo um netbook LG XL-120 que dá conta do recado. Os arquivos entre as máquinas são sincronizados via <a href="https://www.dropbox.com/referrals/NTIwMTcxODU5" target="_blank">DropBox</a>.</p>
<p>Ainda <a href="http://www.samshiraishi.com/dicas-simples-e-rapidas-para-ativar-a-energia-da-vida-profissional/" target="_blank">aproveitei a dica da Sam</a> e deixei o porta-retrato do lado direito, para harmonizar com o Feng Shui. =D</p>
<p> <a title="Fios presos by Anderson Costa, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/zauriel0906/4276971138/"><img alt="Fios presos" src="http://farm5.static.flickr.com/4057/4276971138_5562b293e5.jpg" width="500" height="375" /></a>
<p>Pra evitar furos na parede e também na mesa, comprei alguns ganchos adesivos da 3M, <a href="http://www.kalunga.com.br/product.asp?category%5Fdisplay%5Fname=&amp;category%5Fname=C7%7CEquipamentos+%26+M%F3veis&amp;catalog%5Fname=KommerceII&amp;product%5Fid=673230" target="_blank">que comprei na Kalunga</a>. Uns para pendurar as extensões e outros para juntar fios. Assim eu evito aquela macarronada de fios no chão e facilito a limpeza: é só mover a mesa que os fios vão junto. </p>
<blockquote><p><em>Um update rápido: Também comprei velcros para enrolar os fios, graças a uma dica da amiga Juliana </em><a href="http://twitter.com/garciasales" target="_blank"><em>Garcia Sales</em></a><em>.</em></p>
</blockquote>
<p>Lógico que essa é a solução que resolveu o MEU problema. Se você lê este post e procura algo para home office, creio que cada caso é um caso. Um bom lugar para você se inspirar é o grupo do blog Lifehacker no Flickr, o <a href="http://www.flickr.com/groups/lifehacker-workspace-showandtell/pool/" target="_blank">Workspace Show and Tell</a>. Pessoas do mundo inteiro postam fotos de seus home offices customizados e contam como fizeram tudo funcionar. Essas fotos estão lá também. Afinal, é compartilhando que se aprende.</p>
<p>E é isso. Agora trabalho em casa com um pouco mais de conforto. Mas nem tudo é lindo. Trabalhar em casa tem todos os infortúnios possíveis de uma casa: vizinhos, barulho de crianças em férias, vícios alimentares… Tem que ter muito autocontrole para não se deixar distrair. E um fone potente.</p>
<p>Um costume comum a quem trabalha em casa é perder a noção do tempo e do horário de trabalho. E aí o que era para ser feito de tarde só se conclui de madrugada, e por aí vai. Não fique na frente do computador o dia inteiro. Crie horários para ficar na frente da mesa, assim como teria se estivesse em uma empresa. </p>
<p>Lembrando que trabalhar em casa não é ficar em casa para sempre. Reuniões ainda existem. Networking ainda existe. Pratique.</p>
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		<title>Finalmente, um pouco de Campus Party</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2010/01/29/finalmente-um-pouco-de-campus-party/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 21:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse é o primeiro ano em que acompanho a Campus Party a trabalho. Além de cobrir para o ClaroBlog, estou trabalhando remotamente daqui em outros projetos. Fiz daqui um espacinho de coworking. Mas tá muito puxado. Vai cobrir palestra ali, termina um PPT aqui, sai pra reunião, volta pra outra palestra&#8230; Tanto que meu corpo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2010/01/DSC05099.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-324" title="DSC05099" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2010/01/DSC05099-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Esse é o primeiro ano em que acompanho a Campus Party a trabalho. Além de cobrir para o ClaroBlog, estou trabalhando remotamente daqui em outros projetos. Fiz daqui um espacinho de coworking. Mas tá muito puxado. Vai cobrir palestra ali, termina um PPT aqui, sai pra reunião, volta pra outra palestra&#8230; Tanto que meu corpo já sentiu e escrevo esse post enquanto gozo de uma bela gripe que deixa meu corpo quase imóvel de vontade.</p>
<p>A Campus Party é um baita espaço pra reencontrar velhos amigos e refazer conexões que ficam muito digitais no dia a dia. Tive pouco tempo para isso, mas sempre cruzo com alguém conhecido. Amigos na assessoria de imprensa, em stands, no Campus Blog, na sala de imprensa&#8230;. E conheci gente nova também. Mas justamente o ruim de vir a trabalho é isso. Até algumas iniciativas eu acompanhei puramente por interesses profissionais. Sinto falta do blogueiro moleque aqui, deslumbrado com as coisas novas.</p>
<p>Agora que gripei e a labuta diminuiu um pouco, decidi escrever. Pra dar impressões gerais mesmo. Primeiramente, sobre a turma engajada em educação. Não sei se sou eu, mas onde estava esse povo em 2009? Poxa, como a discussão amadureceu, evoluiu. Principalmente nas iniciativas envolvendo redes sociais, engajamento&#8230; Fiquei bem feliz com isso. É o único trabalho onde copiar uma coisa do outro é algo mais que bem-vindo, porque é em prol de um bem que nosso país pouco oferece.</p>
<p>O Campus Blog se consagra definitivamente como a área que mais atrai gente pro evento. Acho que nas próximas edições eles &#8220;declaram independência&#8221;. E o nome também deve mudar. Blog é pouco pra taguear o monte de conteúdo gerado aqui. Claro, os blogueiros ainda são a maioria. Mas agora é mais diverso: flickeiros, twitteiros, especialistas, gente fazendo ação publicitária, etc. Faz sentido se você pensar na egotrip gigante que rola por aqui. É muita mídia misturada e muita autopromoção.</p>
<p>Por outro lado, houve uma diminuição sensível nas outras áreas. Fotografia se integrou com Design e Vídeo para uma área só. Se isso quer dizer algo, eu não sei. Mas a rotina aqui realmente é pesada, especialmente para quem vem de outro Estado. Mesmo assim, são mundos tão diferentes daqui dos blogueiros, que são beta testers eternos de mídias sociais novas. Lá eles ainda se reúnem naqueles fóruns old school, e funciona muito bem. A comunidade do casemodding que o diga.</p>
<p>O conteúdo das palestras é bom, mas inaudível em alguns casos. É mais jogo sentar nas bancadas e assistir por streaming do que chegar perto das cadeiras. Ah, pelo menos tem poltronas de verdade e pontos de rede em quase todo canto. Pena não ter uma rede wi-fi confiável para dar mais mobilidade pra galera. Falando nisso, meu netbook se adaptou bem. Leve, rápido e faz o que eu preciso. Não dá pra abusar, lógico. E tem muita gente aqui com um.</p>
<p>A mídia de massa também está mais presente. A TV Cultura tem uma área de cobertura exclusiva. A MTV gravou vários programas daqui, tanto para TV quanto para o portal. E fora outras redes e portais. A todo momento sai uma notinha do puxadinho da imprensa. Eu preferi não ficar lá pra não ter a visão limitada da casinha. Estou em todo o canto por aqui.</p>
<p>Mas por hoje, missão cumprida.</p>
<p>Ainda não acabou. Quero vir no sábado, mas só pra se divertir e conversar decentemente com todos. Afinal, essa é a verdadeira megaconexão da Campus Party:  a de pessoas.</p>
<p>PS: na outra conexão, eu baixei 200GB. Nuff&#8217; Said. =D</p>
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		<title>[coworking] dica 3: o celular &#233; seu amigo e 3G n&#227;o lhe faltar&#225;</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 15:24:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O telefone celular é o canivete suíço dos novos tempos. Com ele você lê e-mails, navega na internet, ouve música, assiste vídeos, edita documentos&#8230; E ainda por cima dá pra telefonar! Um bom coworker não pode ter um celular simples. Nossos tipos de necessidades demandam recursos a mais que somente ligações. Por isso vou dedicar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/top5smartphones_1q2009.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="top5smartphones_1q2009" border="0" alt="top5smartphones_1q2009" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/top5smartphones_1q2009_thumb.jpg" width="515" height="386" /></a> </p>
<p>O telefone celular é o canivete suíço dos novos tempos. Com ele você lê e-mails, navega na internet, ouve música, assiste vídeos, edita documentos&#8230; E ainda por cima dá pra telefonar! <img src='http://www.andersoncosta.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Um bom coworker não pode ter um celular simples. Nossos tipos de necessidades demandam recursos a mais que somente ligações. Por isso vou dedicar um post somente sobre minha odisséia com o aparelho que uso hoje. </p>
<p>Longe de mim ser o especialista. Tem gente que pode dar uma aula do que fazer com tecnologia móvel. Como a incrível <a href="http://www.garotasemfio.com.br" target="_blank">Bia Kunze</a>, por exemplo. Inclusive os dois aparelhos que tive foram recomendações dela. Por isso se tiver algum detalhe técnico errado ou faltando, é só buzinar aí nos comentários. </p>
<p>Minha história com smartphones começa em março do ano passado, quando meu Motorola V3i teve, digamos, um &#8216;acidente aquático&#8217;. Como o conserto ia ficar mais caro que um aparelho novo, decidi testar um smartphone. </p>
<p><strong>Quanto você produz? </strong>Comecei com o <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CAwQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.htc.com%2Fpt%2Fproduct%2Ftouch%2Foverview.html&amp;ei=aEHwSq_XJcaWtgeIzs3xBw&amp;usg=AFQjCNFhmbtETGeyCsZCWPaT4GC7DfknZA&amp;sig2=1ZYYFNM1rxjayf71WKQ5SA" target="_blank">HTC Touch</a>. Um aparelho de belo design e desempenho modesto, movido a Windows Mobile 6.0. Que eu descobri ser muito útil combinado com alguns softwares que eu já usava, como Outlook e OneNote. As versões mobile desses programas são ótimas. </p>
<p>Mas o Touch se revelaria depois um comilão de bateria. E ainda não era um celular 3G. Uma necessidade que vim a ter depois que comecei a trabalhar por conta. É muito frustrante chegar em algum lugar e não ter uma conexão de internet. O pior é depender de hotspots caros e que não são garantia de estabilidade. </p>
<p>Sendo assim, aposentei o Touch e migrei para o <a href="http://www.nokia.com.br/produtos/celulares/nokia-e71" target="_blank">Nokia E71</a>. Você pode perguntar: &quot;cara, você trocou um celular touchscreen por um com teclado QWERTY?&quot; Poizé. E foi a melhor coisa que fiz pensando em uma coisa: <strong>produtividade.</strong> </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04537.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="DSC04537" border="0" alt="DSC04537" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04537_thumb.jpg" width="536" height="403" /></a></p>
<p>Essa é a pal avra chave pro coworker que quer fazer um uso profissional do celular. Ele tem que ser seu grande parceiro de trabalho. Acessar seus e-mails, fazer o papel de modem 3G pro seu notebook, ter um bom rendimento de bateria, sincronizar calendário e contatos&#8230; Diversão também pode estar no pacote (hoje muitos aparelhos associam bem as duas necessidades), mas a prioridade de quem trabalha com o celular é pensar o quanto produtivo ele pode se tornar com o aparelho. </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04538.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="DSC04538" border="0" alt="DSC04538" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04538_thumb.jpg" width="282" height="212" /></a><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04539.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="DSC04539" border="0" alt="DSC04539" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/DSC04539_thumb.jpg" width="280" height="211" /></a> </p>
<p>E nisso o E71 me atende muito bem. Além de ser um smartphone muito bonito e ter um gerenciamento bacana para multimídia. É incrível como digitar num teclado físico faz diferença. A sensibilidade tátil e o teclado em ordem QWERTY são ágeis. Dá pra digitar até textos de uma lauda sem se cansar. Grande parte deste post escrevi no E71 entre uma reunião e outra. Quem não depende de aplicativos muito específicos pode trabalhar com o E71 numa boa. Ele tem editor de arquivos Word, Excel e Powerpoint, e visualizador de PDFs. Para editar um documento recebido por e-mail e reenviá-lo é tranquilo. </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0008.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0008" border="0" alt="Screenshot0008" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0008_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p>Outro ponto a favor: é um aparelho fino e discreto. Pode-se levar no bolso sem perigo. E eu expandi a memória dele via MicroSD para 8GB, o que tá de bom tamanho.</p>
<p><strong>Conecte-se: </strong>A grande sacada do E71 é funcionar como modem 3G. Não pense em um smartphone sem essa conexão. Hoje a internet é parte de qualquer trabalho e tê-la no seu celular não é mais um artefato de luxo. Eu, por exemplo, tenho um plano de dados de 250MB na Claro. Para mim, está ótimo. Nunca chego a usar toda a cota. Lógico que você não vai baixar os episódios de Lost com ela. Eu uso a conexão no meu notebook só para ler e-mails e usar mensagens instantâneas. Se você precisa dessa conexão para baixar grandes arquivos, recomendo verificar com sua operadora quanto custa o plano com o modem USB.</p>
<p>Eu conecto o aparelho via USB, uso o PC Suite e pronto. Existe a possibilidade de fazer o tethering via wi-fi com o aplicativo <a href="http://www.joikuspot.com/home.php" target="_blank">JoikuSpot</a>, mas além do gasto de bateria ser absurdo, o celular esquenta demais. Eu só recomendo o JoikuSpot para emergências e um tempo de uso bem curto. O ideal é andar com o cabo USB na mochila, por mais retrógado que pareça. </p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0010.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0010" border="0" alt="Screenshot0010" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0010_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0009.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0009" border="0" alt="Screenshot0009" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0009_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p>Para o e-mail, duas alternativas. Ou você usa o sistema nativo dele ou instala o novo <a href="http://email.nokia.com" target="_blank">Messaging</a>. Nas duas possibilidades você administra os emails de forma tranquila. Abre anexos, sincroniza via push&#8230; inclusive contas de Gmail por IMAP. Eu tenho usado tanto o Messaging quanto o aplicativo dedicado ao Gmail, que eu só uso pra responder e enviar mensagens. Pra mim isso funciona porque não preciso abrir anexos o tempo inteiro. </p>
<p>E se você precisa saber toda hora se tem email novo, prepare-se para um plano de dados parrudo. O push consome muito do plano de dados e da conexão 3G. Se você não precisa checar email a todo momento, o ideal é sincronizar manualmente e deixar o aparelho configurado para isso.</p>
<p><strong>Redes sociais:</strong> Para o Nokia E71, eu recomendo o <a href="http://mobileways.de/products/gravity/gravity/" target="_blank">Gravity</a>, cliente que se integra a Twitter e Facebook. Dá pra postar fotos via Twitpic, salvar links para ler depois no Instapaper e cadastrar termos de busca no Twitter. É pago, mas vale o quanto custa. Se você faz um uso moderado do Twitter, pode usar a <a href="http://m.twitter.com" target="_blank">versão mobile</a> via browser. Tudo depende de quanto seu plano de dados aguenta. O E71 também vem com um aplicativo para atualização de Facebook. E nativamente já tem um recurso para enviar fotos diretamente pra sua conta no Flickr. Basta ativá-lo na primeira vez que for usar.</p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0012.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Screenshot0012" border="0" alt="Screenshot0012" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/Screenshot0012_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
</p>
</p>
</p>
<p>Enfim, o E71 é apenas a minha escolha. Você pode ter um Blackberry, um iPhone… o importante é saber o quanto seu telefone pode te ajudar no trabalho.</p>
<p>Se tiver alguma dica bacana pra produtividade no E71 ou tem uma experiência boa de trabalho com outro smartphone, comente neste post. Trocar experiências ajuda um bocado.</p>
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		<title>[coworking] dica 1: cafeteria n&#227;o &#233; home office</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 00:38:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alguns de vocês já sabem que estou trabalhando em casa agora, com diversos projetos. No começo fiquei um pouco assustado, mas hoje nem dá tempo de se assustar de tão ocupado que estou. Essa nova rotina me levou a mudar algumas coisas na maneira como eu uso o computador e até na maneira de me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pleasewait/2602947663/"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="2602947663_5992e54452" border="0" alt="2602947663_5992e54452" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/2602947663_5992e54452.jpg" width="495" height="331" /></a> </p>
<p>Alguns de vocês já sabem que estou trabalhando em casa agora, com diversos projetos. No começo fiquei um pouco assustado, mas hoje nem dá tempo de se assustar de tão ocupado que estou. Essa nova rotina me levou a mudar algumas coisas na maneira como eu uso o computador e até na maneira de me organizar para trabalhar de qualquer lugar. Até para melhorar a produtividade e alternar tranquilo entre um projeto e outro. É o que chamam por aí de <strong>coworking.</strong> Vou publicar no blog uma série de dicas sobre isso e espero que ajude alguém.</p>
<p>A primeira coisa que precisei fazer foi trabalhar remotamente de alguns locais fora de casa. Para isso, dependi de hotspots por muito tempo. Cafeterias, restaurantes e outros locais públicos com acesso Wi-Fi são ótimos para quem busca conexões esporádicas em trânsito. Em São Paulo há muitas opções e virou uma coisa normal chegar numa Starbucks, por exemplo, e avistar um mar de notebooks ligados, como se fosse uma lan house. </p>
<p>Mas para aproveitar melhor esses lugares precisei aprender alguns macetes. Tenho lido alguns blogs que falam bastante disso, como o <a href="http://lifehacker.com/" target="_blank">Lifehacker</a> e o <a href="http://www.efetividade.net/" target="_blank">Efetividade</a>. E tanto de lá quanto de experiência pessoal consegui aprender alguma coisa. Confere aí.</p>
<p><strong><a href="http://www.flickr.com/photos/pery3k/294413042" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="294413042_60d0ed9e2a" border="0" alt="294413042_60d0ed9e2a" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/294413042_60d0ed9e2a.jpg" width="476" height="341" /></a> </strong></p>
<p><strong>Hotspot Free é melhor que pago:</strong> E não é só por causa do grátis, não. Por incrível que pareça, as redes Vex, que dominam boa parte dos hotspots de São Paulo tem uma qualidade sofrível. A conexão cai direto, não é rápida e o preço não é atrativo. Os locais com conexão grátis tem uma qualidade muito boa. Frequento pelo menos 4 lugares assim e nunca tive do que reclamar. Se você quiser, <a href="http://zappa.cc/cowork/" target="_blank">neste site tem uma lista</a> colaborativa dos hotspots free em São Paulo, com direito a localização em mapa.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/leecullivan/224407621" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="224407621_2b7f33e02f" border="0" alt="224407621_2b7f33e02f" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/224407621_2b7f33e02f.jpg" width="479" height="321" /></a> </p>
<p><strong>Não abuse do tempo:</strong> lugares públicos foram feitos para que você passe pouco tempo neles. Por isso não invente de passar um dia inteiro num Starbucks, por exemplo. Não há ergonomia nenhuma nas cadeiras e sofás de cafeterias, mesmo que elas passem essa impressão. O ideal é que você fique no máximo umas 2 horas trabalhando. Mais do que isso, as costas e os braços (se você tem tendinite) começam a incomodar porque a postura não existe. Outro ponto que não ajuda é a luz natural das cafeterias que é baixa. Se você fica muito tempo olhando para a tela do notebook em um ambiente escuro a vista começa a incomodar e lacrimejar demais.</p>
<p>Se você precisa trabalhar mais tempo fora, o que recomendo é alugar horas em locais próprios para o co-work, como o <a title="Espaço de trabalho colaborativo em São Paulo" href="http://www.the-hub.com.br/" target="_blank">Hub</a>.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/lincolnblues/3261373417" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="3261373417_abcf2e7cfa" border="0" alt="3261373417_abcf2e7cfa" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3261373417_abcf2e7cfa.jpg" width="476" height="321" /></a> </p>
<p><strong>Varie o cardápio:</strong> é normal tomarmos um cafezinho enquanto trabalhamos. Se você começa a ir muito nesses lugares para trabalhar, só o café já começa a enjoar. Varie os pedidos: um cappuccino, um chá gelado, bolinhos, pão de queijo, suco natural. Mas evite almoçar em cafeterias. Vá a um restaurante e coma com calma e tranqulidade, e depois sim o trabalho. Lembre-se: trabalhando fora, quem gerencia seu tempo é você.</p>
<p>&#160;<a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3686906938_92ec251cd3.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="3686906938_92ec251cd3" border="0" alt="3686906938_92ec251cd3" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3686906938_92ec251cd3_thumb.jpg" width="462" height="348" /></a> </p>
<p><strong>Seja discreto:</strong> muitos desses lugares tem ladrões por perto só de olho nos clientes e suas mochilas protuberantes. Eu mesmo já soube de três casos assim em um mês apenas. O ideal é você investir na mochila. Procure modelos mais discretos. Marcas como Targus e Samsonite já são muito visadas porque são modelos feitos para notebook e o ladrão já sabe o que vai encontrar lá. Prefira modelos com cores escuras e formatos intermediários. Para proteger o notebook lá dentro, vale usar uma capa de neoprene, que sai uns R$ 45 e protege o note em uma mala que não tenha o compartimento para tal. </p>
<p>Tá certo que a capa vai dentro da mochila, mas melhor isso do que dar bandeira e perder dias de trabalho num roubo. E os modelos intermediários também são mais baratos que as mochilhas próprias para notebook.</p>
<p>Ah, e procure entrar e sair sem dar muita bandeira com gadgets na mão. Use-os somente já dentro do estabelecimento.</p>
<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3382234658_ef8af3d262.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="3382234658_ef8af3d262" border="0" alt="3382234658_ef8af3d262" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/3382234658_ef8af3d262_thumb.jpg" width="444" height="336" /></a> </p>
<p><strong>Energia:</strong> prefira sempre as mesas com uma tomada por perto. Caso contrário, você já tem tempo certo para permanecer no lugar: o quanto durar a bateria. Se você só vai ver emails e sair, não precisa de tomada e pode ocupar qualquer lugar. </p>
<p>…</p>
</p>
<p>É isso, por enquanto. Vou falar de outras coisas aqui em breve, como o que levar em uma mochila e como organizar sua casa para o trabalho. Espero que essas dicas ajudem vocês.</p>
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		<title>Meus 2 cents sobre o Caso Isabella</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2008 02:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz tempo que não escrevo. Eu sei, vergonha alheia. O trabalho novo é muuuito mais corrido do que eu pensava. Mas sabe o que é pior? Eu tô gostando! Fiquei um tanto apático com o caso Isabella. Creio que a divulgação excessiva da mídia tirou o senso de justiça do assunto e o transformou em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz tempo que não escrevo. Eu sei, vergonha alheia. O trabalho novo é muuuito mais corrido do que eu pensava. Mas sabe o que é pior? Eu tô gostando!</p>
<p>Fiquei um tanto apático com o caso Isabella. Creio que a divulgação excessiva da mídia tirou o senso de justiça do assunto e o transformou em senso de justiceiro. Claro que é um crime gravíssimo, como há tempo não víamos&#8230; na TV, pois nas comunidades carentes e de baixa renda a mortalidade continua alta, com casos cada vez mais alarmantes.</p>
<p>Poizé:  pra mim o caso só ganhou a exposição que teve por que a pequena Isabella é uma menina de classe média,  bonita, bem tratada. E isso não foi um julgamento do público, mas sim da mídia, que desceu lenha abaixo a questão querendo o sangue dos pais, até agora únicos suspeitos do crime e já detidos.</p>
<p>Isso reforça uma teoria que eu tenho: não mexa com a classe média. Toda vez que alguém tentou isso aqui no Brasil se ferrou muito. Vejam o caso da ditadura dos anos 60/70. Na minha opinião, a coisa só ganhou apoio da opinião pública quando os corpos dos filhos dos senhores de classe média começaram a sumir nos necrotérios.</p>
<p>Polêmico, eu sei. Também fiquei meio assim pra continuar o texto&#8230;</p>
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		<title>De trabalho novo, missão nova</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 17:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
				<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[padrão]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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		<description><![CDATA[Períodos conturbados e uma certa falta de assunto me deixaram longe do blog. Mas volto pra falar da bronca nova que assumi. Saí do Banco Real e agora estou no Grupo Padrão, uma editora de Sampa. Eles fazem a B2B Magazine e a Consumidor Moderno, além do Guia do SAC. Minha missão aqui é renovar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-46 alignleft" style="float: left;" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2008/05/thumb_cm124.jpg" alt="" width="110" height="146" /> <img class="alignnone size-full wp-image-45 alignleft" style="float: left;" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2008/05/thumb_b2b85.jpg" alt="" width="110" height="147" />Períodos conturbados e uma certa falta de assunto me deixaram longe do blog. Mas volto pra falar da bronca nova que assumi.</p>
<p>Saí do Banco Real e agora estou no <a href="http://www.padraoeditorial.com.br/" target="_blank">Grupo Padrão</a>, uma editora de Sampa. Eles fazem a <a href="http://www.b2bmagazine.com.br" target="_blank">B2B Magazine</a> e a <a href="http://www.consumidormoderno.com.br" target="_blank">Consumidor Moderno</a>, além do <a href="http://www.guiadosac.com.br" target="_blank">Guia do SAC</a>. Minha missão aqui é renovar a estratégia deles para online: pensar novos caminhos, reformular os sites, dar uma direção para criar uma comunidade forte desses leitores na web. Vai ser um &#8216;banho de loja web 2.0&#8242; com um pouco de estratégia e conteúdo na veia.</p>
<p>É uma mega bronca, mas estou bem animado e disposto a resolver esse pepino.</p>
<p>Aliás, vocês já leram essas revistas que eu mencionei? Se sim, o que acharam dos sites? Se tiverem alguma sugestão, fiquem à vontade para comentar. No momento idéias são mais do que bem-vindas.</p>
]]></content:encoded>
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