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	<title>Entendendo o Mundo &#187; twitter</title>
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	<description>Blog de Anderson Costa</description>
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		<title>O boteco S&#227;o Bento e a reputa&#231;&#227;o via Google</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 17:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando vi o caso do Boteco São Bento via Twitter, lembrei logo de um caso que aconteceu comigo tempos atrás quando trabalhava numa revista. Em nosso site, tinha uma seção de reclame destinada ao consumidor que queria falar sobre um serviço/produto ruim que teve. As empresas eram convidadas a responder. Foi o que aconteceu com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/image.png"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/image_thumb.png" width="181" height="209" /></a> Quando vi <a href="http://resenhaem6.blogspot.com/2009/09/boteco-sao-bento-o-pior-bar-do-sistema.html" target="_blank">o caso do Boteco São Bento</a> via Twitter, lembrei logo de um caso que aconteceu comigo tempos atrás quando trabalhava numa revista. Em nosso site, tinha uma seção de reclame destinada ao consumidor que queria falar sobre um serviço/produto ruim que teve. As empresas eram convidadas a responder. Foi o que aconteceu com uma dessas empresas. Aconteceu uma reclamação e ela respondeu. Ficou lá arquivado durante meses. </p>
<p>Algum tempo depois a dona do estabelecimento me liga, dizendo que queria que o link com a reclamação fosse deletado. O motivo? Era o segundo link que a busca do Google dava como resultado ao buscar pelo nome de sua empresa. E isso, segundo ela, estava afastando clientes.</p>
<p>Complexa a história. O que me lembro de ter falado para a dona da empresa: seu site não está bem posicionado e nem sua repercussão boa, se é que ela existe. Reclamação se responde com bom atendimento e um convite para uma segunda chance. Quem pensa em satisfação do cliente sabe que alguém mal atendido é um potencializador de más recomendações para diversos futuros clientes. Inclusive a reclamação respondida mostra que a empresa está atenta ao que falam dela. Mesmo assim, ela queria o link fora do ar. Levei a questão para meus chefes. Infelizmente saí da empresa antes do desfecho do caso. Mas imagino que tenham deletado o link no final das contas para evitar dores de cabeça. </p>
<p>Sem querer dar uma de guru, mas se uma empresa, independente do tamanho, não olhar o que aparece no Google quando se busca pelo seu nome está dando uma bola fora inacreditável. Eu, como consumidor, uso o Google como uma das primeiras referências pra comprar algo, para ir a algum lugar, para saber sobre um serviço. Não é uma coisa restrita ao sites de recomendação. Está simplesmente no buscador mais usado no mundo. Taí um belo dilema para as assessorias, profissionais de relações públicas e de social media. </p>
<p>O coitado do Raphael, blogueiro responsável pelo post no Resenha em 6, vai ter muita dor de cabeça com esse processo, infelizmente. Mas nem de longe vai ser comparado ao número de clientes que o Boteco São Bento vai perder. A reputação dele já está manchada e ele jogou mais tinta na própria parede respondendo de forma grosseira. O caso já está se espalhando e <a href="http://botecosaobento.baywords.com/" target="_blank">postado em outros blogs</a>. O post da resenha já é <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla%3Aen-US%3Aofficial&amp;hs=WVM&amp;q=boteco+sao+bento&amp;btnG=Pesquisar&amp;meta=" target="_blank">o sexto resultado de busca pelo nome do bar</a> no Google. Não dá pra processar a internet inteira. </p>
<p>E um detalhe interessante: com certeza, ele buscou por “Boteco São Bento” no Google para chegar no post. Fez o certo. Praticou o errado.</p>
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		<title>twittess na mídia</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2009/06/14/twittess-na-midia/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 01:37:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[só pegando uma carona nesse texto: infelizmente, a twittess não é errada. ela só tá se aproveitando da fórmula da mídia. as coisas são assim desde que o mundo é mundo. repórter não tá interessado em relevância, discurso e tals. ele simplesmente lê o ranking e vê o que é a melhor pauta. feio, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2009/06/nrm' alt='' /></p>
<p><a href="http://www.umpassinhoafrente.com.br/2009/06/14/twittess-twittless-crnica-sobre-a-relevncia-nas-mdias-sociais/"></a></p>
<p>só pegando uma carona <a href="http://www.umpassinhoafrente.com.br/2009/06/14/twittess-twittless-crnica-sobre-a-relevncia-nas-mdias-sociais/">nesse texto</a>: infelizmente, a twittess não é errada.</p>
<p>ela só tá se aproveitando da fórmula da mídia. as coisas são assim desde que o mundo é mundo. repórter não tá interessado em relevância, discurso e tals. ele simplesmente lê o ranking e vê o que é a melhor pauta. feio, mas é real. ela é a pauta da vez até a próxima garota liderar o ranking com o script.</p>
<p>concordo que isso acaba com o ranking como indicador de relevância. mas isso importa somente pra quem vive imerso na internet. e como publicidade é número, vai mostrar pro cliente que um arroba com 200 seguidores é mais relevante que ela&#8230; os mestres de social media que se virem nos seus planejamentos agora. ou usem a twittess assim como usam a rede globo e garantam retorno certo, sem susto.</p>
<p>acho que, na verdade, ela tá institucionalizando o uso do script. depois dessa exposição toda, muita gente vai buscar o atalho mais fácil pra ser o primeiro no ranking.</p>
<p>eu acho que o migre.me é o melhor indicador, no momento, de quem realmente influencia em alguma coisa. é uma saída pra quem quer fugir de arrobas como a twittess.</p>
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		<title>A comunidade dos Sem-Twitter</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2008/06/01/a-comunidade-dos-sem-twitter/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 01:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesses últimos dias assistimos uma queda gradativa da estabilidade do Twitter, serviço de microblogs americano. Boa parte da comunidade brasileira que usa a ferramenta já começou a migração para o Jaiku,  concorrente do Twitter e mais uma aquisição do Google. A outra prefere ficar e ver o que acontece, bem no ritmo dos músicos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesses últimos dias assistimos uma queda gradativa da estabilidade do <a href="http://twitter.com" target="_blank">Twitter</a>, serviço de microblogs americano. Boa parte da comunidade brasileira que usa a ferramenta já começou a migração para o <a href="http://www.jaiku.com" target="_blank">Jaiku</a>,  concorrente do Twitter e mais uma aquisição do Google. A outra prefere ficar e ver o que acontece, bem no ritmo dos músicos do Titanic.</p>
<p>Lá fora a visão disso é como os donos do Twitter estão conduzindo essas quedas constantes. Robert Scoble, vídeo-repórter da FastCompany.TV, conseguiu falar com Evan Williams e Biz Stone, que durante esse tempo soltaram declarações culpando a escalabilidade da ferramenta pela baixa performance. Ou seja, os usuários vindo e aumentando a comunidade é prejudicial para a saúde do Twitter.</p>
<p>Na verdade não era bem isso, o que Scoble conseguiu<a href="http://scobleizer.com/2008/05/31/clearing-the-air-with-twitter/" target="_blank"> esclarecer com os caras</a> e serviu pra acalmar os ânimos do mercado e da comunidade de twitteiros.</p>
<p>Eu acho o minimalismo do Twitter o máximo. Reconheço que usar um serviço inconstante não é mole. Mas no Brasil o Twitter pegou forte entre a comunidade de desenvolvedores e o &#8216;povo da web&#8217;, mesmo com noves fora a ego trippin. Fica ruim quando uma comunidade se forma ao redor de algo e, de repente, ela não tem mais onde se reunir. Quer dizer, até tem, mas não com a simplicidade tão &#8216;roots&#8217; que o passarinho azul nos dá.</p>
<p>Se fosse mesmo para trocar, eu trocaria pelo Tumblr. Inclusive <a href="http://andersoncosta.tumblr.com" target="_blank">já configurei o meu</a> para virar um mini-lifestream, com alguns dos meus shareds por aí.</p>
<p>Mas eu prefiro esperar. Veremos os próximos rounds. O status da ferramenta pode ser acompanhado <a href="http://status.twitter.com/" target="_blank">neste blog</a>, ou neste link toscamente simples: <a href="http://www.istwitterdown.com/" target="_blank">www.istwitterdown.com</a>.</p>
<p>E torçamos pela saúde do Twitter.</p>
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		<title>No balanço de 2008</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jan 2008 16:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[fonte: Orli Yakuel Uma das minhas promessas nesta noite de ano novo foi ser mais blogueiro. Não pra me provar nerd nem nada disso, mas pra recuperar uma coisa que eu sempre gostei. Escrever, falar com gente, comunicar. Melhor começar logo antes que eu não consiga cumprir a promessa, né? Passei a noite da virada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2008/01/anonovoweb20.jpg" alt="Ano Novo estilo 2.0!" /></p>
<p><small>fonte: <a href="http://blog.go2web20.net/2007/09/happy-new-year-web-20-style.html" target="_blank">Orli Yakuel</a></small></p>
<p>Uma das minhas promessas nesta noite de ano novo foi ser mais blogueiro. Não pra me provar nerd nem nada disso, mas pra recuperar uma coisa que eu sempre gostei. Escrever, falar com gente, comunicar. Melhor começar logo antes que eu não consiga cumprir a promessa, né?</p>
<p>Passei a noite da virada aqui no Ipiranga, na casa da namorada. Deu pra ver a queima de fogos de cima da laje, como todo bom paulistano morador de sobrado. O churrascão do sogro deu e sobrou. Foi divertido!</p>
<p>Mais divertido ainda foi constatar que estamos viciados em <a href="http://www.elitebeatagents.com" title="Site oficial" target="_blank">Elite Beat Agents.</a> Lembra aqueles tapetes de dança dos videogames? É parecido, mas os passos são marcados com a caneta do DS. Várias músicas famosas, como &#8220;ABC&#8221;, &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=upDvZpoPDcQ" target="_blank">Let&#8217;s Dance</a>&#8220;, Jumpin Jack Flash&#8221;, &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=NXxk2eUA6sI" target="_blank">YMCA</a>&#8220;&#8230; é viciante. Dá pra entender porque Guitar Hero e outros jogos musicais fazem um puta sucesso.</p>
<p><img src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2008/01/eba-02.jpg" alt="Telas do jogo Elite Beat Agents" /></p>
<p>Bom, agora estamos arrumando as malas. Viajo pra <a href="http://www.ilhabela.com.br/index.html" target="_blank">Ilhabela</a> amanhã, e só volto na segunda. Na pousada tem wi-fi (pelo menos foi o que anunciaram), então o <a href="http://twitter.com/andersoncosta" target="_blank">twitter</a> vai ficar bem agitado. Falando nisso, alguém tem dicas boas sobre a ilha? Peguei bastante informação, mas dicas nunca são demais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Algumas constatações sobre o futuro do jornalismo</title>
		<link>http://www.andersoncosta.org/blog/2007/10/31/algumas-constatacoes-sobre-o-futuro-do-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 18:22:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uns dias atrás eu vi um artigo do Michael Wolff onde ele relata a dificuldade que tem em lidar com tecnólogos. E levanta a bola de qual a força real que vai medir a relevância das notícias para o grande público: os critérios jornalísticos ou os algoritmos de um sistema de publicação? Paul Bradshaw, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Uns dias atrás eu vi <a href="http://www.vanityfair.com/politics/features/2007/10/wolff200710" title="Na revista Vanity Fair" target="_blank">um artigo do Michael Wolff</a> onde ele relata a dificuldade que tem em lidar com tecnólogos. E levanta a bola de qual a força real que vai medir a relevância das notícias para o grande público: os critérios jornalísticos ou os algoritmos de um sistema de publicação?</li>
<li>Paul Bradshaw, do <a href="http://onlinejournalismblog.com/2007/09/17/a-model-for-the-21st-century-newsroom-pt1-the-news-diamond/" title="A model for the 21st century newsroom: pt1 - the news diamond" target="_blank">Online Journalism Blog</a>, está pensando num modelo que redefina o jornalismo para o século 21. E parte de vários raciocínios, incluindo este: baseado nos novos anseios dos leitores e requisitos tecnológicos, subverter a pirâmide invertida do jornalismo atual e convertê-la em um&#8230; <strong>diamante</strong>. Fiz uma livre tradução, conforme abaixo:</li>
</ul>
<p><img src="http://www.andersoncosta.org/blog/wp-content/uploads/2007/10/diamante_jornalismoonline.jpg" alt="O diagrama de Paul Bradshaw" /></p>
<ul>
<li>Como bem abordou o <a href="http://www.techbits.com.br/2007/10/29/twitter-ferramenta-de-flashmob/" title=" Twitter, ferramenta de flashmob" target="_blank">Alexandre Fugita</a>, a própria cobertura do InterCon 2007 mostrou como o jornalismo caminha para o mundo mobile. O Twitter foi o destaque principal, <a href="http://rails.pomoti.com/" title="Listão preparado pelo @dirs" target="_blank">centralizando os updates</a> e obrigando os bloggers a se virar nos 30 com os smartphones, notebooks e celulares. Haja conta de celular no fim do mês&#8230; mas no final dá muito certo.</li>
<li>Ainda sobre mundo mobile, a agência de notícias Reuters já tem seu <a href="http://reutersmojo.com" title="Reuters Mobile Journalism" target="_blank">braço de jornalismo móvel</a>, e <a href="http://reutersmojo.com/2007/10/22/the-mobile-journalism-toolkit-contents/" title="The Mobile Journalism Toolkit contents" target="_blank">com direito a kit especial</a> para o jornalista, incluindo um Nokia N95, carregador de baterias e teclado bluetooth.</li>
<li>Partindo pra modelo de negócio, a <a href="http://www.pastemagazine.com/" target="_blank">Paste Magazine</a> vai testar um <a href="http://blog.wired.com/music/2007/10/paste-magazine-.html" target="_blank">novo modelo de assinatura</a>, no estilo &#8220;quer pagar quanto?&#8221; <a href="http://blog.wired.com/music/2007/10/radioheads-in-r.html" target="_blank">adotado pelo Radiohead</a> na venda de seu novo álbum pela internet. Só não pode ser menos de 1 dólar.</li>
<li>A cobertura dos incêndios fora de controle na Califórnia (EUA) já está completamente online. <a href="http://www.pbs.org/mediashift/2007/10/the_listcalifornia_wildfire_co_1.html" title="California Wildfire Coverage by Local Media, Blogs, Twitter, Maps and More" target="_blank">No blog do Mark Glaser</a> estão alguns links interessantes de Twitters, Flickrs, blogs, vídeos e até mash-ups com Google Maps para mostrar as áreas atingidas. Tudo muito rápido.</li>
</ul>
<p>O que eu acho disso tudo?</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Não tenho uma opinião formada ainda, estou como vocês: observando o horizonte.</p>
<ul></ul>
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		</item>
		<item>
		<title>InterCon 2007: impressões rápidas</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 12:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não postei no blog antes porque não era a ferramenta ideal para fazer isso. Descobri que o Twitter, um microblog com portabilidade 100% era a melhor ferramenta para updates rápidos. E foi lá que cobri a palestra. E o Twitter foi a grande vedete do evento. Pessoas se falavam toda hora por ele, através de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2178/1784250220_54063e4313.jpg" alt="Eu e Babi no InterCon. Foto: Luiz Yassuda" height="375" width="500" /></p>
<p>Não postei no blog antes porque não era a ferramenta ideal para fazer isso. Descobri que o Twitter, um microblog com portabilidade 100% era a melhor ferramenta para updates rápidos. E <a href="http://twitter.com/andersoncosta" title="No meu Twitter">foi lá</a> que cobri a palestra.</p>
<p>E o <a href="http://www.twitter.com">Twitter</a> foi a grande vedete do evento.  Pessoas se falavam toda hora por ele, através de posts via notebook, smartphone ou celular. Serviu até para organizar o happy hour pós-evento <img src='http://www.andersoncosta.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Vou fazer um post mais detalhado sobre isso daqui a pouco.</p>
<p>Um dos compromissos fortes do evento foi com o meio ambiente. Logo na entrada se via que a maioria do material distribuído no evento era feito de papel reciclado. Inclusive as canetas e os blocos de anotações. Além disso, a cada inscrição feita os organizadores prometaram plantar uma nova árvore. Iniciativas bacanas.</p>
<p>A primeira ação &#8216;offline&#8217; da <a href="http://www.camiseteria.com">Camiseteria</a>, loja online de camisetas customizadas do grande Fábio Seixas, fez muito sucesso.</p>
<ul></ul>
<p>Outros blogueiros também cobriram o evento e demais palestras. Veja só alguns deles:</p>
<ul>
<li><a href="http://marcogomes.com/blog/2007/debate-entre-cris-dias-carlos-merigo-fabio-seixas-e-mauro-amaral-rabiscos-desordenados/">Debate entre Cris Dias, Carlos Merigo, Fábio Seixas e Mauro Amaral (rabiscos desordenados)</a> e <a href="http://marcogomes.com/blog/2007/raphael-vasconcellos-criacao-na-propaganda-interativa-intercon-2007-anotacoes/">Criação na Propaganda Interativa</a>, por Marco Gomes.</li>
<li><a href="http://tecnocracia.com.br/arquivos/intercon-2007-codigo-simples-vida-simples">Código Simples, Vida Simples</a>, por Manoel Netto.</li>
<li><a href="http://www.techbits.com.br/2007/10/26/intercon-2007-cobertura-descentralizada/">Cobertura descentralizada</a>, por Alexandre Fugita.</li>
<li><a href="http://www.ladybugbrazil.com/2007/10/29/imasters-intercon/">InterCon 2007</a>, por Lucia Freitas.</li>
</ul>
<p>E outras fotos do evento estão no Flickr. <a href="http://www.flickr.com/search/show/?q=intercon2007" title="Procurar por fotos do Intercon no Flickr">É só procurar</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Intercon 2007: Gustavo Fortes</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 12:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anderson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste fim-de-semana participei do InterCon 2007. O evento é um panorama sobre as principais tendências do mercado de internet e marketing digital. E levou pra lá muitas cabeças pensantes da web brasileira. Participei cobrindo a primeira palestra sobre Guerrilha e Viral nos tempos de Internet, com Gustavo Fortes, da agência Espalhe. Junto comigo estava outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://real.updateordie.com/files/2007/10/intercon_eventos2.jpg" alt="Intercon 2007" /></p>
<p>Neste fim-de-semana participei do <a href="http://www.imasters.com.br/intercon/2007/" title="Site oficial">InterCon 2007</a>. O evento é um panorama sobre as principais tendências do mercado de internet e marketing digital. E levou pra lá muitas cabeças pensantes da web brasileira.</p>
<p><a href="http://real.updateordie.com/files/2007/10/caneta_reciclado.jpg" title="A caneta distribuída no evento, feita de papel reciclado."><img src="http://real.updateordie.com/files/2007/10/caneta_reciclado.thumbnail.jpg" alt="A caneta distribuída no evento, feita de papel reciclado." align="left" hspace="6" /></a></p>
<p>Participei cobrindo a primeira palestra sobre <strong>Guerrilha e Viral nos tempos de Internet</strong>, com <a href="http://www.blogdeguerrilha.com.br" title="Principal blog sobre marketing de guerrilha no Brasil">Gustavo Fortes</a>, da agência <a href="http://www.espalhe.inf.br" title="Site da agência Espalhe">Espalhe</a>. Junto comigo estava outro blogueiro, o Getulio Marques, do <a href="http://www.vale9conto.com.br" title="Estagiários sobrevivendo com vale de 9 reais na Berrini">Vale9conto</a>.</p>
<p>Para quem não sabe, marketing de guerrilha é uma categoria do marketing que trabalha com outras mídias que não sejam as habituais. Na maioria das vezes tem um baixo orçamento à disposição e se espalha rapidamente com a viralização, o boca-a-boca e divulgação em redes sociais.</p>
<p>Gustavo começou falando de como o crowdsourcing e outsourcing revolucionaram o conteúdo criado pelo usuário. E apontou falhas no mercado publicitário em tardar a entender esse fenômeno. &#8220;O discurso da propaganda está falho. A propaganda diz que (o produto anunciado) é melhor, mas qual a referência? Esse discurso não funciona mais com a existência da internet&#8221;, declarou.</p>
<p>Gustavo também explicou melhor o conceito de marketing de guerrilha: &#8220;Eu acredito no conceito de guerrilha bélica: pequenos grupos com poucas armas mas um profundo conhecimento do campo de batalha. Trazendo isso pro marketing, a inovação e a criatividade vem junto.&#8221; Mas gerar barulho por barulho, somente? &#8220;Tem muito barulho sendo gerado, mas é melhor gerar um barulho diferente, que faça as pessoas prestar atenção. Nosso negócio é gerar esse boca-a-boca&#8221;.</p>
<p><a href="http://real.updateordie.com/files/2007/10/gustavo_espalhe.jpg" title="Gustavo Fortes"><img src="http://real.updateordie.com/files/2007/10/gustavo_espalhe.thumbnail.jpg" alt="Gustavo Fortes" align="left" hspace="6" /></a></p>
<p>Fortes explicou os dois tipos de boca-a-boca que permeiam hoje: o natural e o amplificado. &#8220;O natural é um conceito revolucionário. O <a href="http://www.skype.com">Skype</a> é um exemplo claro: lançado em agosto de 2003, nunca fez uma única propaganda e tem hoje 220 milhões de usuários ativos. E o amplificado é aquele gerado para se espalhar. Como a <a href="http://www.daspu.com.br/">Daspu</a>, por exemplo, que nasceu com uma divulgação de baixo custo e criação do nome vinculada à uma marca famosa, em plena época de SP Fashion Week&#8221;.</p>
<p>Vários cases da agência Espalhe foram apresentados. Entre eles o <a href="http://www.blogdeguerrilha.com.br/archives/2005/10/eu_sou_da_lapa.php">&#8220;Eu Sou da Lapa&#8221;</a> , a excursão da <a href="http://www.geladeiramagica.com.br/">geladeira mágica</a> (muito legal, alguém viu na TV?) e o blog <a href="http://www.ocio2007.com.br/">Ócio 2007</a>. Todos eles com baixos orçamentos e muita mídia espontânea.</p>
<p>Gustavo respondeu algumas perguntas: Como achar o diferencial num mercado com potencial tão grande quanto esse? &#8220;Você tem que pensar coisas novas que façam gerar o boca-a-boca, e não repetir viralzinho que já foi visto. A mensagem precisa ter relevância e verossimilhança.&#8221; E demanda, existe? &#8220;Sim, e como! Já tem uma demanda vindo de grandes empresas. Antigamente era muito difícil vender o conceito, hoje é mais fácil.&#8221;</p>
<p>Pode acontecer do buzz gerado sair do controle? &#8220;Pode, mas com relacionamento você resolve. Uma ferramenta para isso são os blogs corporativos e a moderação adequada de comunidades virtuais.&#8221; E com tanto marketing viral por aí, não pode acontecer das pessoas criarem &#8216;vacinas&#8217;, ou anticorpos para não se deixarem levar pela mensagem viral? &#8220;Por isso é preciso ser criativo e pensar em boas ações. Se a idéia for boa, eles falam. E tem que ser autêntico. As pessoas têm que gostar da sua mensagem para participar.&#8221;</p>
<p>(via <a href="http://real.updateordie.com/propaganda/2007/10/intercon-2007-guerrilha-e-viral-nos-tempos-de-internet/" target="_blank">meu post original</a> no Updaters)</p>
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