É o quê?

Sou eu!Ah, é história longa…

Quer resumo? Tomaê.

O sujeito aí da foto é geminiano, nascido em 1980. Moleque irriquieto e curioso, quebrou boa parte dos brinquedos que tinha. Tudo pra descobrir como eles funcionavam. Irritou muito a mãe com essas ‘descobertas’.

Você diria, pela foto, que ele ia virar jornalista? Pois virou. É formado desde 2003. É dessa nova geração que não passou por grandes redações ou veículos tradicionais e caiu direto na internet, brincando de webriting na agência e-Writing.

Lá, teve a oportunidade de cruzar áreas ainda mais perigosas e turbulentas: o mundo corporativo. E lá foi ele para o Banco ABN AMRO Real, onde trabalhou como editor corporativo da Intranet até 2006. No mesmo ano virou webmaster do veículo, mas recebeu um convite para ser coordenador de conteúdo nos sites do Banco. Lá ficou até 2007, e a página virou de novo: agora, ele trabalha como analista de web na diretoria de Estratégia da Marca e Comunicação Corporativa, gerenciando as manutenções em todos os sites do ABN.

Como freela, já trabalhou com traduções, assessoria de imprensa, e conteúdo online para empresas como a Di Giorgio. Paralelo à isso, foi se especializando em webwriting, arquitetura da informação e gestão do conhecimento. Até palestra já deu, acredita? Ê menino que dá orgulho…

Blogueiro desde 2004, ele criou vários blogs experimentais (pra experimentar, lógico) até chegar em formatos mais consistentes. Hoje virou um amante da ferramenta Wordpress, e mantém vários blogs com o troço. A maioria deles ele mesmo criou, com um pouco de HTML e PHP que teve que aprender.

Se ele sabe explicar o que deu nele pra gostar de blogs? Vai confundir o moço… a única coisa mais plausível que ele consegue confirmar é seu fascínio pelo formato e pelos usos desta ferramenta tão bacana. O cara é louco por escrever em tanto lugar ao mesmo tempo. E ainda diz que assim que é bom. Como se fosse um caos do qual ele gostasse de reger e participar.

Mas quer saber de um segredo? Ele ama fazer rádio. Com o podcast que criou, tenta suprir a felicidade reprimida por um mercado que não paga bem o profissional de rádio. Um dia ele quer criar um estúdio só pra cuidar dessas coisas. Quem sabe rola, né? Torço por ele.

Se você teve paciência pra ler tudo até aqui, deve ter chegado à mesma conclusão que eu: o label de ‘jornalista’ já é pouco para tudo que estava absorvendo e aprendendo. Digamos que ele entra melhor na categoria ‘profissional do digimundo’. Mas em essência ainda se julga um repórter. Dessa vez a pauta era maior: o mundo online. Baita desafio. Que não acabou ainda.

Quer saber?

Anderson Costa é o cara.

Modéstia à parte.

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